Em "Privatize Já", o economista Rodrigo Constantino procura desmistificar o termo "privatização", expondo as vantagens de um processo como este quando é bem feito.
Para o autor, está provado que o modelo de empresas estatais no Brasil não funciona. Hoje, são as menos lucrativas e as que mais empregam. Ainda assim, boa parte da população treme ao ouvir o palavrão ""privatizado"". Mas se o serviço público não funciona, por que a privatização se tornou essa heresia? De acordo com Constantino, por pura falta de informação.
O economista destaca o caso das empresas brasileiras de telefonia, que há alguns anos eram as detentoras das linhas e licenças. Quando um cidadão queria uma linha telefônica devia preencher um pedido, enfrentar uma fila, passar por um sorteio e, mesmo assim, só podia adquirir um número depois de meses, ou anos. Hoje, após as privatizações, o consumidor pode ter quantas linhas quiser, brigar por taxas mais baixas e optar pelas opções pré-pagas. A quantidade e a qualidade dos serviços aumentaram exponencialmente.
Tomando por base a lei do livre comércio, Constantino afirma que a concorrência entre empresas privadas costuma ser garantia de bons serviços, e um passo extremamente importante na direção de mais progresso, prosperidade e liberdade.
Rodrigo Constantino dos Santos is a Brazilian economist and columnist.
An outspoken supporter of liberal economics, regularly writes for the newspapers "Valor Econômico", "O Globo", and "Veja" magazine. Holds the position of chairman of the liberal institute and is one of the founders of Millenium Institute.
TL;DR Embora eu fosse inclinada à privatizações antes mesmo de ler "Privatize já", simplesmente abomino o tom em que foi escrito. Este é um livro escrito por um fanático para fanáticos. Seus argumentos são pontuados por asserções e pouco rigorosos: ele chega até a citar um livro de ficção como fonte! A obra não consegue criticar o modelo estatizante sem levantar defesas ingênuas à iniciativa privada... pecado comum em obras políticas de qualquer lado: não se consegue criticar um lado, sem incorrer em ingenuidades sobre o outro. O resultado é o mesmo de sempre: mesmo carregando uma mensagem importante, o autor acaba alienando justamente aquele que mais precisa dela: neste caso, o esquerdista.
Eu assinalava todas as instâncias em que o autor fazia asserções sem citar fontes ou evidências que o corroborem. Até citações deixaram de ser referenciadas. Quando cheguei no número de 62 observações, desisti e decidi que o livro era cara de pau mesmo. Não sei como está a edição impressa, mas no meu ebook não há uma nota de rodapé. A bibliografia faz as vezes de "literatura recomendada" no final do livro. Ora, liberal como o autor é, ele não deve então me censurar quando eu digo, com meu direito de consumidora, que isso simplesmente não é o suficiente para mim.
Logo na página 9, o autor afirma que o modelo privado floresce porque conta com a natureza egoísta das pessoas. Isso já denota um início de pensamento binário, mesmo para um autor que às vezes faz concessões à esquerda (nunca em detrimento de seu ponto principal a favor das privatizações), além de ignorar futuras tendências capitalistas: - das 50 melhores empresas para se trabalhar, a maioria se centra em uma missão, e esse comportamento se repete em outros rankings. A razão é simples: hoje, ninguém quer mais trabalhar só para pagar as contas e cumprir obrigações. - Laszlo Bock, em seu interessante Work Rules!: Insights from Inside Google That Will Transform How You Live and Lead, diz que os melhores profissionais criativos do mercado estão em busca de uma missão. - Peter Thiel, em Zero to One: Notes on Startups, or How to Build the Future, diz que você atrairá o melhor talento oferecendo um problema importante e desafiador para ser resolvido. - Sergey Brin, co-fundador do Google, disse que alcançar um objetivo difícil é mais "fácil" porque os melhores se atraem por desafios e não tarefas medíocres. (Não tenho uma fonte específica, mas ele repete isso em quase todos os paineis que vai, muitos deles disponíveis no Youtube; - Outra citação famosa é a de Marc Benioff, bilionário fundador da Salesforce, disse que o segredo para recrutar do jeito certo é procurar gente que queira mudar o mundo. Tudo isso para provar que, ao contrário do que o autor afirma, a contribuição importa sim. Olhando o capitalismo praticado hoje no Vale do Silício, nota-se que o senso de missão está sendo usado A FAVOR do setor privado, e não a despeita dele. Logo, essa dicotomia entre senso de missão e pragmatismo capitalista é uma invenção que protege interesses de vários capitalistas tacanhos, e que já está a cair em desuso na área de maior inovação do planeta. Isso é um vício típico de fanáticos direitistas, que defendem um capitalismo velho, falso e de pragmatismo cego (cego ou ruim?) , e falham em ver como um capitalismo novo, centrado em missões e verdadeiramente meritocrático pode mudar o mundo de jeito mais vertiginoso do que o modelo antigo.
E nas páginas seguintes, o autor continua a debochar da vontade de inovar, criar e do senso de missão. Não foi a bondade de cientistas e executivos que os fez criar essa maravilha tecnológica, mas o desejo de lucrar. Se tem algo que aprendi no ramo de tecnologia é que engenheiros, programadores e profissionais criativos em geral ODEIAM mercenários. Alguns dos melhores engenheiros do mundo não estão se matando para trabalhar na Tesla, por exemplo, por vantagens próprias. Eles estão querendo trabalhar lá por vontade de criar, de resolver um problema difícil e de mudar o mundo. Se quisessem vantagens próprias, iriam trabalhar na indústria automotiva tradicional, que tem objetivos menos ambiciosos.
Até mencionou o Deep Blue, o computador da IBM que derrotou Gasparov. Mas o mestre xadrezista lamentou o fato de inovações de "força bruta" como o supercomputador da IBM terem parado por aí, substituindo a vontade de inovar pelo incrementalismo. A razão é simples: porque as empresas se arriscariam criando tecnologias novas, se o que já tem em mãos dá espaço para diferenciação suficiente para lucrarem bastante? Criar uma nova tecnologia do zero é muito arriscado, e não se resolve simplesmente com ganância capitalista. (Como Steve Jobs disse em uma entrevista, [Scully] pensa que ter uma ideia é 90% do problema, mas há muito craftsmanship envolvido em transformar essa ideia em realidade. Ou seja, a ganância do lucro pode encher os olhos dos executivos, mas não vai alterar as leis da física para tornar seus desejos realidade.) Enquanto isso, a Apple foi fundada sobre o desejo genuíno de criar. Os negócios foram apenas meios de atingir esse fim. (Veja o estilo de vida de Steve Jobs.) Décadas depois, a Apple seria a empresa mais valiosa do mundo. E a IBM se tornaria irrelevante.
A inovação não deriva necessariamente da concorrência, mas sim do desejo de inovar. Concorrência sem desejo genuíno de inovar (ou "insights técnicos") só leva a um incrementalismo medíocre que visa a eficiência e nada mais. (Palavras do libertário Gasparov e do Eric Schmidt, chairman da Alphabet e ex-CEO do Google, no seu livro How Google Works. Steve Jobs também disse algo parecido nesta entrevista.
Esses argumentos parecem românticos (e são), mas vem dos melhores capitalistas da atualidade, daqueles que não só construíram as duas empresas mais valiosas do mundo, que montaram um ambiente de inovação inédito em seu campo de atuação, como moldaram o presente em que vivemos.
E é esse uma das minhas maiores irritações: o autor está tão preocupado em comprar a iniciativa privada com o setor estatal que inadvertidamente defende um capitalismo velho, tacanho, e que se tornará obsoleto nas próximas décadas. (Olhe para a diferença politico-cultural entre Vale do Silício, região próspera e predominantemente democrata, e o Rust Belt, enferrujado, abandona e obsoleto, que votou em peso em Trump. O conflito de gerações entre capitalistas já nasceu, e apesar da vitória de Trump, aposto que o lado que inova de verdade é que vai ganhar.)
Outra coisa que me incomodou foi essa asserção na página 20: A meritocracia é o corolário da propriedade privada. Para um argumento ser um corolário de um axioma, este precisa natural e inevitavelmente resultar naquele. Ou seja, quando o autor fala que a meritocracia é o corolário da propriedade privada, ele está dizendo que empresas privadas natural e inevitavelmente resultarão em meritocracia. O que é uma ingenuidade colossal, apesar de muito popular dentre capitalistas medíocres. Ora, meritocracia não depende da vontade de lucrar. MERITOCRACIA É UMA HABILIDADE. Para ser meritocrático não basta querer; depende de saber recrutar bem, promover bem, punir bem, avaliar desempenho bem e demitir bem. Esses são problemas difíceis para o empreendedor médio, e são dominados por poucos no setor privado. Até que a mão invisível aja para corrigir seus erros, o timing de milhões de carreiras se perdem, e com esse timing se vão várias oportunidades para o trabalhador - que irá pra rua quando o seu chefe falir, pagando por erros de sua liderança. Além do mais, tem o fato de se julgar desempenho apenas com resultados financeiros pode ser uma armadilha. Primeiro porque há métricas estratégicas de longo prazo que deixam de ser acompanhadas. Segundo porque fatores externos podem afetar o desempenho e produtividade da empresa. Terceiro porque pessoas em posições como back office, por exemplo, não só afetam a lucratividade de forma diferente/indireta.
E as falácias continuam. ... funcionário de estatal descobre que a troca de favores e a afinidade ideológica como chefe são formas mais eficazes de promoção do que sua eficiência e trabalho duro." E o setor privado é um episódio de Ursinhos Carinhosos, por acaso? Vejamos o que o libertário Peter Thiel diz a respeito, em seu Zero to One: Notes on Startups, or How to Build the Future: "Nas organizações mais disfuncionais, sinalizar que o trabalho está sendo feito é mais estratégico para avançar na carreira do que fazer de fato o trabalho que precisa ser feito." Argumentos assim são perigosos e pouco úteis porque levam muitos direitistas a: a) falharem ao convencer pessoas que se tornaram cínicas e amargas com o capitalismo após sofrerem com mancadas de maus líderes do setor privado; b) coloca líderes e empresários em uma zona de conforto no que tange aos seus deveres meritocráticos. O que é irônico, por que existe coisa mais anticapitalista do que zona de conforto?
Outra ingenuidade: "É o escrutínio dos acionistas interessados na rentabilidade do negócio que garante essa eficiência." Ora, se assim fosse TODA empresa privada seria eficiente. Qual acionista quer perder dinheiro? E a fixação do autor em "eficiência", mostra que o autor se esqueceu da diferença entre eficácia e eficiência, explicitada principalmente em O Gerente Eficaz, de Drucker, o guru/pai/badass da administração moderna. Esta última tem a ver com economicidade de recursos. Já eficácia tem a ver com resultados propriamente ditos, é fazer a coisa certa. O próprio fato do autor dizer apenas eficiência já mostra que os capitalistas medíocres de ora estão mais preocupados com o incrementalismo de custos a curto prazo, enquanto é a eficácia que gera inovações de "força bruta", como o Deep Blue e o ultrassom, que o autor erroneamente atribui à concorrência. Tal obsessão cega pela eficiência tem seus preços. Um deles é citado pelo libertário Peter Thiel em Zero to One: Notes on Startups, or How to Build the Future: "O foco em resultados financeiros trimestrais será suficiente para que o CEO conserve seu alto salário e jatinho executivo."
Logo, como já mostrei, as crenças do autor em relação ao que gera tecnologia e progresso contradizem o que dizem os melhores tecnologistas do mundo!
O desfile de ignorâncias doutrinárias continua: - O autor critica a proibição do bronzeamento artificial, como um abuso do Estado. Ora, quando as sessões invariavelmente gerarem um câncer de pele, quem vai pagar a conta da extração do tumor? Se for o SUS, eles têm direito de proibir. - Usa o velho argumento de que, como as drogas mais mortais são as lícitas, logo deve-se legalizar as outras drogas. Ou seja, não são as drogas lícitas que matam mais? Então vamos aumentar o problema! - O autor caracteriza o setor espacial como "brincadeiras". Pura ignorância. Investir em exploramento aéreo é importante, porque ajuda em atividades de telecomunicações ou vigilância. - Ainda sobre o espaço, o autor cita como exemplo a SpaceX, uma empresa privada, que recebeu quase meio bilhão de dólares em contratos com o Estado. - O autor denota não estar preocupado com a água porque "é um recurso infinito", assim como o ar, já que participam de ciclos da natureza. Ora, a poluição interfere justamente nestes ciclos. Logo dizer que ar e água são infinitos é fingir que vivemos em um mundo sem poluição... - O autor também diz que a água não vai acabar porque 3/4 do planeta é composto de água. Só que uma parte muito pequena dessa água é potável. A maioria é água do mar, e o processo de dessalinização ainda é caro e ineficiente.
O autor tenta posar de equilibrado, mas suas escolhas linguísticas o denunciam - ele utiliza gírias e expressões típicas de quem passa bastante tempo nos círculos direitistas das redes sociais: - refere-se a socialistas de modo genérico como "comunistas" (se fosse sério em convencer os estatizantes, ele jamais empregaria tal nomenclatura, visto que esquerdistas em geral tem um conceito diferente de "comunista".). - Se eu tomasse um gole de vodka toda vez que lesse "cabide de emprego", terminaria toda sessão de leitura bêbada; - Outras gírias típicas de internet, como "coitadismo", "bom mocismo". - Chamou o "presidenta" de Dilma Roussef de "sexista". Aqui no Nordeste, se falava presidenta mesmo antes da Dilma ser eleita. E que mal há em querer uma flexão feminina da palavra? Sexismo seria se a flexão masculina fosse excluída, o que obviamente não é o caso. - Você já pediu para alguém economizar água da torneira? Então é um "ecoterrorista". Este exemplo (e o anterior) mostra que os "coxinhas" aprenderam muito bem a ser hipersensíveis e paranoicos com o exemplo dos "politicamente corretos". - O autor denota um descaso com o meio ambiente. Atitude típica de quem foi doutrinado pela direita americana, amiguinha do setor trilionário do petróleo. - Ao falar da privatização da Vale, o autor não mencionou o conflito de interesse que existiu entre a consultoria que fez a avaliação e um dos compradores. E como já estagiei na Vale, sei que ela não é lá tão eficiente assim... - O autor culpa os acidentes das estradas no governo. E os motoristas que passam do excesso de velocidade? Cadê o estudo para comprovar o que ele diz? De novo, não tem fonte. - O autor despreza a educação de Cuba porque cubanos não podem ler o que quiserem. Embora a crítica a tal censura é válida, ainda não é o suficiente para invalidar o sistema educacional de Cuba. Longe de mim defender ditadores genocidas ou de achar que Cuba é paraíso, mas pelo menos eles criaram um modo criativo de financiar a educação e estruturar a medicina preventiva, recrutando futuros médicos de pequenas aldeias. E as universidades cubanas pelo menos fazem sua parte de formar profissionais com competências de mercado. Coisa que muitas universidades particulares chinfrins não conseguem... - O autor interrompe um argumento para dizer que foi o capitalismo que trouxe o futebol para o Brasil. Ou seja, não perde a chance de doutrinar...
As fontes duvidosas continuam, como biografias de pessoas com interesses em privatizações, Mas o pior de tudo veio na página 116. Como o autor não fez o dever de casa de colocar notas de rodapé e referências, ele sugere um livro para para o leitor ver bem as diferenças entre modelos estatais e privados. Ora, que livro é esse? Um artigo? Um estudo? Uma pesquisa?
E LIVRO DE FICÇÃO NÃO PROVA NADA. Por melhor que seja. (O que definitivamente não é o caso de Rand, o estilo da prosa dela é convoluto e simplesmente terrível). Se a máscara do autor não caiu até ali, aí é que ele caiu de vez: é um fanático, que escreveu seu livro para fanáticos. Aqui ele está sugerindo uma obra ultradoutrinadora, em um livro que critica a doutrinação política do Estado. Olha, que encontrei muitos autores hipócritas dentre minhas leituras políticas, mas este autor definitivamente é o maior deles.
Duvida? Vamos jogar um jogo. Pegue os outros resenhistas que deram 5 estrelas a este livro. E veja a lista de livros lidos ou preferidos deles. Na maioria dos casos, eles incluíam a própria Rand, Olavo de Carvalho, e outros doutrinadores direitistas. São fanáticos quer mergulharam demais nessa polarização política idiotizante para terem senso crítico. Não confie nos elogios deles.
Ao fim do livro, o autor diz que quer um capitalismo para todos, meritocrático. Em todo o tom autoritário e sem fontes do autor (aprendi bem com ele), aqui vão minhas regras de como alcançar isso. a) Parem de passar a mão na cabeça de capitalistas medíocres e falsos meritocráticos. b) Parem de passar a mão na cabeça de autores sem um mínimo de vergonha na cara rigorosidade científica. c) Deem aos seus filhos uma educação científica, para eles não acreditarem nas mesmas porcarias que você lê.
Excelente. Didático e real, vai mostrando com números e fatos como a redução do papel do Estado através das privatizações garante retorno à população, aos cofres públicos e remove os tentáculos do estadismo patológico que nos assombra.
Como a iniciativa privada com foco no lucro, garante além de dividendos aos acionistas, serviços antes públicos de qualidade à sociedade. Somente com a livre concorrência teremos a escassez de recursos devidamente gerenciada.
Leitura obrigatória à todos engajados de alguma forma com política.
Pecou em trabalhar melhor a a presentação dos números, estão lá, mas muitos em textos. Quadros comparativos certamente facilitariam ao novo leitor.
O livro expõe fatos históricos que mostram onde o Estado mínimo provou-se ser ideal para uma sociedade e até mesmo casos inversos, informando que privatização não é uma panacéia, especialmente se feita de maneira errada, como na Rússia e timidamente no Brasil.
Durante o livro, o autor explica por que as privatizações deveriam acontecer e por que elas não acontecem no Brasil de forma clara (não é necessário diploma em economia para entender) e muitas vezes repleta de ironia.
Esse livro é essencial, não só para compreender o pensamento liberal moderno, mas também para abrir os olhos de quem ainda pensa que o capitalista é só aquele senhor de terno chicoteando seus empregados.
Ótimo livro. Coloca em foco o ponto de vista do autor de forma a comprovar seu ponto de vista.
Sou a favor da privatização, mas o livro me levou a ver um horizonte maior do que eu imaginava possível sobre o tema e ação do governo.
Para os que são contra: esse deveriam ler para poder ponderar opiniões diferente e até mesmo colocar em discussão esse tema que é tão importante e necessário para o nosso país.
Review in portuguese of a book written in portuguese.
Grande livro. Direto ao ponto, expõe de forma clara o porque a privatização foi algo extremamente necessário e benéfico ao país, e o porque precisamos de muito mais. O problema no Brasil é privatização de menos!
Livro interessante para quem acha que a privatização tem as concepções tradicionais de “entreguismo” ou de que há somente alguns setores que podem usufruir dessa eficiência.