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Acácia #3

Outras Terras

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Um rei assassinado pelo seu mais antigo inimigo.
Um império dominado por um povo austero e intolerante.
Quatro príncipes exilados determinados a cumprir um destino.
Recuperar o trono de Acácia poderá ter consequências devastadoras.

A luta apocalíptica contra os Mein terminou. Uma vitoriosa Corinn Akaran reina no Império Acaciano do Mundo Conhecido. Apoiada no seu conhecimento de artes mágicas do livro A Canção de Elenet, ela reina com mão de ferro. E reconstruir um império desgastado pela guerra não é fácil. Das misteriosas Outras Terras, chegam à corte notícias inquietantes, e Corinn envia o seu irmão, Dariel, como emissário pelos mares tempestuosos das Encostas Cinzentas.

Ao chegar àquele distante continente, este antigo pirata é apanhado numa rede de velhas rivalidades, ressentimentos, intrigas e uma crescente deslealdade. A sua chegada provoca um tal tumulto que o Mundo.

Conhecido é de novo ameaçado pela possibilidade de invasão — algo que tornaria os anteriores perigos numa brincadeira de crianças. Sem aparentes obstáculos, um novo ciclo de acontecimentos que irá arruinar e remodelar o mundo está prestes a começar…

336 pages, Paperback

Published January 25, 2013

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About the author

David Anthony Durham

32 books599 followers
David Anthony Durham was born in New York City to parents of Caribbean descent. He grew up mostly in Maryland, but has spent the last fifteen years on the move, jumping from East to West Coast to the Rocky Mountains, and back and forth to Scotland and France several times. He currently lives in Edinburgh, Scotland. Or... actually, no he doesn't. He's back in New England at the moment.

He is the author of a trilogy of fantasy novels set in Acacia: The Sacred Band, The Other Lands, and The War With The Mein, as well as the historical novels The Risen, Pride of Carthage, Walk Through Darkness, and Gabriel’s Story. He’s won the John W Campbell Award for Best New Writer, a Legacy Award, was a Finalist for the Prix Imaginales and has twice had his books named NY Times Notable Book of the year. His novels have been published in the UK and in French, German, Italian, Polish, Portuguese, Romanian, Russian, Spanish and Swedish. Three of his novels have been optioned for development as feature films.

David received an M.F.A. in creative writing from the University of Maryland. He has taught at the University of Maryland, the University of Massachusetts, The Colorado College, for the Zora Neale Hurston/Richard Wright Foundation, Cal State University, and at Hampshire College. He's currently on the faculty of the Stonecoast MFA Program. He reviews for The Washington Post and The Raleigh News & Observer, and has served as a judge for the Pen/Faulkner Awards.

He also writes in George RR Martin's weird and wonderful Wild Cards universe. He feels like the process makes him exercise a whole new set of creative muscles, and he loves the feeling.

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Displaying 1 - 13 of 13 reviews
Profile Image for Bruno Vinhas.
58 reviews7 followers
April 25, 2015
Os acontecimentos deste 3º volume começam 10 anos depois de “Presságios de Inverno” que terminou com a vitória dos Akaran sobre os Mein e a morte de Aliver.
A Rainha Corinn governa agora o mundo conhecido, intrigas, jogos de poder, estratégias e estratagemas são a base onde assenta a narrativa de Corinn que cedo percebe que o Mundo Conhecido não pode ser governado segundo os ideais de Aliver. Esta é a parte política da história.
Por outro lado temos a parte de aventura da história que é proporcionada aos leitores através de Mena e Dariel. Mena está numa expedição para eliminar seres monstruosos criados pelo uso da canção de Elenet. Dariel parte numa viagem para as Outras Terras.
O final da história dá-se com a chegada e o encontro de Dariel e a sua tripulação com o povo das Outras Terras. A história do reino Akaran prosseguirá no próximo volume: O Povo das Crianças Divinas”.
Para mim Acácia continua a mostrar-se como sendo uma das melhores sagas da fantasia épica, sobretudo devido a uma boa construção das personagens e uma melhor ainda construção do mundo. Muitas vezes vemos livros de fantasia que nem sequer possuem o tal essencial mapa e em Acácia esse pormenor foi bem aprimorado.
Profile Image for Patrícia.
561 reviews86 followers
March 9, 2013
Opinião do Blogue Chaise Longue:http://girlinchaiselongue.blogspot.pt...

Com raízes nas Caraíbas, este autor nascido na Grande Maçã e criado no estado sulista de Maryland, casou com uma escocesa e passou os últimos quinze anos a mudar-se entre estados americanos, Reino Unido, Escócia e França antes de assentar na Califórnia onde vive com a mulher e os filhos. Professor universitário, David estreou-se na escrita enquanto andava na faculdade, tendo escrito diversos contos premiados e dois romances que nunca viriam a ser publicados até que em 1999, quando viveu em França, deu vida ao seu primeiro livro publicado e que através do qual iniciaria a sua carreira de escritor de ficção histórica pelo qual foi premiado.
Antes de entrar na Fantasia, Durham escreveria mais dois livros baseados em factos históricos até que em 2007 o primeiro volume de Acácia foi publicado e o catapultou para a fama como o autor revelação do género nas últimas décadas. A sua trilogia está a ser traduzida em dez países e os direitos do primeiro livro foram vendidos para cinema. Acácia – Outras Terras é a primeira parte do segundo livro da trilogia e chega-nos finalmente, um ano depois do volume anterior.
Uma dinastia que durante vinte e duas gerações reinou em pleno poder. Uma dinastia quebrada pela guerra, pela morte e pela traição. Uma dinastia renascida das cinzas, uma família unida pelo sangue e separada pelos ideais. Dez anos depois, os Akaran têm de novo o Mundo Conhecido aos pés mas nada correu como seria esperado pois no trono senta-se a bela e as promessas que encheram os corações há muito que foram feitas em pó mas nada foi esquecido e as vozes estão prestes a levantar-se. Corinn, Dariel e Mena são os últimos de um passado marcado pelo luxo e opressão e cada um deles já provou o que vale só que por trás das faces esconde-se mais do que se quer ver e mais uma vez eles serão colocados à prova, mais uma vez a coroa pode cair e o sangue derramar-se.
Depois dos acontecimentos que se desenrolaram nos dois livros anteriores, foi com expectativa e alguma ansiedade que finalmente regressei a Acácia pois Durham conseguiu iludir e trocar as voltas aos seus leitores nos volumes anteriores e tudo o que pensávamos saber sobre esta história ganhou novos horizontes, novas importâncias e um desenlace completamente inesperado. Através de uma escrita marcada pelo compasso dos murmúrios intriguistas, do bater da esperança e dos gritos de revolta, Durham apanha-nos de novo de surpresa e volta a mostrar-nos que Acácia não é uma história linear mas um intricado mundo onde culturas, religiões, ideais e povos diversas têm a sua própria identidade e objectivos e que nada mas mesmo nada acontece como seria de prever. Numa narrativa que sofre pela divisão do livro encontrámos mais uma vez uma complexidade quase simples que desta vez é marcada por uma diversidade, cultural e social, que não encontrámos tão exposta nos anteriores.
Os príncipes Akaran, são de novo, o centro da história mas desta vez partilham o protagonismo com novas personagens que irão mudar os acontecimentos e mostrar que dez anos de paz não escondem o amor que Aliver ganhou dos seus seguidores e que depois de vinte e duas gerações de poder total e opressão será Corinn, a bela e fria rainha, a ter de pagar pelos erros da sua dinastia. Ao longo destas páginas iremos ver as intrigas ganhar força, veremos o movimento que envolve uma corte, os apoios e os inimigos, e a forma como para o bem e para o mal actos passados e presentes marcam uma geração, um império e uma família. Com revelações surpreendentes e acontecimentos inesperados, a acção deste livro ganha vida própria e supera tudo o que se podia pensar deste mundo pois mais uma vez as cartas podem não ser as que esperámos e os peões podem não ser quem pensámos.
Recuperar o trono devastou mais e da forma mais profunda qdo que se poderia imaginar e o facto de desta vez percorrermos um espaço geográfico maior vai-nos proporcionar uma visão mais vasta das correntes que subjugam, dos laços que apertam e das ínfimas ligações que podem virar a maré para um lado ou para o outro. Outra novidade é pudermos observar tanto a opulência do palácio como a revolta e a miséria dos pobres o que nos permite perceber até onde vai o poder, até onde a intriga chega e como um pequeno passo pode mudar tudo para todos.
Fica claro também que os príncipes Akaran, tão diferentes, tão poderosos à sua maneira, lendas vivas que carregam o peso de um nome maldito, terão de percorrer caminhos diferentes e que as qualidades e defeitos de cada um vão colocá-los a prova e eles terão de provar que não só amadureceram como não são quem todos pensão. É através deles que mais notámos a complexidade e humanidade que o autor dá as personagens, deixando-nos entrever tanto o lado lendário como o lado mais pessoal, conseguindo com que não só os compreendamos como os admiremos.
Um livro que fica marcado pelo corte da acção a meio que não ajuda os leitores, este terceiro volume de Acácia é provavelmente e finalmente o volume pelo qual quem ainda não é fã esperava e aquele que fará os já rendidos esperarem impacientemente pelo próximo livro. David mostra neste livro, mais uma vez, o que vale como autor e que não deve ser esquecido quando se fala em Fantasia épica pois ele ainda não mostrou tudo o que vale. Que o próximo venha rápido e que volte a surpreender.
Profile Image for Ricardo Mota.
96 reviews7 followers
July 19, 2013
Findo o terceiro livro da série Acácia, não consigo livrar-me de uma impressão. Parece que foram três escritores diferentes a escrevê-los. O primeiro lento, arrastado, com poucas personagens e nada de empolgante. O segundo desenrolando um enredo muito interessante e em bom ritmo... O terceiro, bem, revoluciona tudo. As personagens multiplicam-se e adensam-se, o enredo complica-se, mantendo-se plausível e interessante, a acção decorre em bom ritmo e cativa o leitor.

A história está agora num ponto interessantíssimo, com um cliffhanger no fim do livro a deixar-me a lamentar não ter comprado já o 4º livro para o trazer comigo.

A saga dos Akaran está excelente e recomenda-se.
56 reviews1 follower
April 20, 2022
A saga continua, num livro que mais não foi do que uma longa introdução ao que pode estar para vir. Veremos os próximos e aquilo que nos trazem
Profile Image for Nuno Ferreira.
Author 19 books85 followers
September 17, 2019
Há livros que nos custam a opinar mais que outros, e este terceiro e quarto volumes de Acácia, que no original são o segundo da trilogia, foram daqueles que me deixaram mais confuso, não tanto por não saber o que achar, mas por não saber como o exprimir. As sensações que estes livros me deixaram acabam por beliscar o leitor que há em mim, se digo que gosto não estou a ser sincero, se digo que não gosto idem. Daí que deva explicar e ser sucinto na explicação.

Antes de mais, devo dizer que não há como não apreciar estas edições da Saída de Emergência. Os títulos são bem aliciantes, as capas cativantes, o cuidado na elaboração dos livros compensa e muito a divisão dos mesmos. Nota-se que foi um trabalho esmerado feito por fãs do género. Mas o mérito do livro, bem como o demérito, é todo do autor, o novaiorquino David Anthony Durham.

Se os dois primeiros volumes primaram pelo desenvolvimento do mundo e da sua História, com saltos temporais pouco credíveis e uma evolução algo estranha das personagens, este terceiro e quarto livros acabam por fazê-los crescer de forma mais consistente, pelo menos em parte, mas também oferece muito mais ação, ritmo e acontecimentos. Houve várias narrativas, porém, que não acrescentaram precisamente nada à história.

A escrita de Durham é boa e não compromete. Tive algum problema com o uso e repetição de termos como “rapazito” e outras expressões mais coloquiais na narração em terceira pessoa, mas dou o benefício da dúvida a que tenha sido um problema da tradutora. A grande questão desta saga é mesmo ter um trabalho de worldbuilding formidável de um lado e uma condução de narrativa desastrosa do outro. Mas, já lá vamos.

Antes, preciso de vos contar a história e, claro está, terás alguns pequenos spoilers aqui e ali.

Os três irmãos do falecido Aliver Akaran prosseguem a sua vida no Mundo Conhecido. No eixo central do Império Acaciano está Corinn, que conquistou o trono para si depois de mandar matar o usurpador Hanish Mein, com quem se envolvera. Os Mein haviam sido os responsáveis pela morte do pai dos irmãos Akaran, o rei Leodan, vingando-se dos crimes dos seus antepassados. Através da estratégia política e das alianças com a Liga dos Navios e os bestiais numrek, Corinn reclama para si o poder, mas as esperanças de um mundo melhor profetizadas pelo irmão mais velho esbatem-se quando a gestão do império lhe cai nas mãos.

O reino foi forjado com base no tráfico de crianças para a Quota, bem como na disseminação de uma droga que deixa o povo sonolento e focado nas suas rotinas, sem pensar demasiado nas questões do governo e no comércio de crianças: a Bruma. Corinn tenta trabalhar na erradicação desses males, mas percebe que precisa deles para que o seu reino prospere como sempre prosperou, em nome da sua família e do futuro do seu filho Aaden, o filho que teve com Hanish Mein.

Mas o povo, sem a bruma, começa a contestar a sua governação, bem diferente daquela que o seu irmão Aliver prometera. Com uma série de motins a florescer no seio do Império Acaciano (império este que a maior parte das vezes é tratado como reino), Corinn resiste às investidas dos pretendentes e percebe que necessita uma vez mais recorrer ao sobrenatural para manter a sua imagem de poder. É então que ela começa a cantar feitiços através do misterioso livro A Canção de Elenet. Corinn reina com mão de ferro, para desgosto dos seus irmãos.

São eles Dariel e Mena; o primeiro notabilizou-se como pirata durante os tempos do exílio, enquanto a rapariga, a deusa Maeben em carne e osso, tornou-se bem vulnerável para com o seu sentido de família. Nem um nem outro concorda com as atitudes da irmã, mas acabam por encontrar justificativas para a desculparem, com base no que viveram nos anos em que estiveram separados e naquilo que acreditam que ela pode dar ao mundo.

Corinn percebe a sombra que os irmãos têm sobre ela, apesar do amor que lhes tem. É por isso que os usa para resolver assuntos prementes. Envia Dariel para os mares tempestuosos das Encostas Cinzentas com a Liga dos Navios, para averiguar os rumores que derivam das misteriosas Outras Terras, ao mesmo tempo que manda Mena para enfrentar monstros e outras aberrações.

Se nos primeiros dois livros gostei sobretudo dos capítulos de Hanish e Corinn, com a morte do primeiro restou-me a nova rainha para saborear. Os seus capítulos de ponto de vista são bons, mas certas mudanças drásticas de personalidade e o recurso narrativo da Canção de Elenet em vez do uso da inteligência estratégica deixou-me aqui e ali desapontado. Corinn não deixa, pois, de ser a melhor personagem e de ter os melhores capítulos destes volumes.

Também gostei bastante da personagem Delivegu e dos seus capítulos de ponto de vista, mas a partir de certo momento tornaram-se previsíveis e os seus apetites sexuais começaram a tornar-se repetitivos e a roçar o desnecessário. Mas de facto as personagens do núcleo de Corinn são as melhores, exemplo disso a mulher do Mein, Rhrenna, mas também aqueles mais periféricos como o sensual Grae, o conspirador Barad o Pequeno ou o senhor da Liga dos Navios, Sire Dagon.

Achei porém, os homens da Liga dos Navios demasiado frágeis para o que vinham dando a entender. Preferia que tivessem mais poder do que revelaram, não percebi o desenvolvimento dado a Sire Neen para ser descartado de pronto, e os lothan aklun, que tanto enigma trouxeram aos livros anteriores, foram tratados de uma forma bem gratuita e leviana por parte do autor. Poucas foram as opções narrativas que compreendi ou aceitei.

Se Dariel é uma personagem cliché com quem não consegui criar empatia, Mena é para mim a personagem mais dispensável da trama. Desde o princípio da saga que a via como uma espécie de Arya Stark mas, que nada, é mais mole que manteiga deixada ao calor. Uma personagem vazia, que aceita tudo o que lhe dizem, que luta por amor e nada mais faz do que isso. Se não é das personagens principais com pior desenvolvimento, não sei qual será. A inclusão do dragão foi só para ficar bonito numa fantasia épica? Metido a prego e forçado? Foi pior que Eragon.

As personagens das Outras Terras mostraram algum potencial futuro, bem como Leeka Alain e Rialus Neptos, que pouco mais mostraram nestes livros do que tinham feito nos dois primeiros. Terminarei a saga por curiosidade, mas lamento imenso que uma saga com personagens tão promissores e um mundo tão interessante tenha um desenvolvimento tão medíocre e ideias tão infantis. Resta-me o worldbuilding e a personagem Corinn para admirar.

http://noticiasdezallar.wordpress.com
21 reviews
June 28, 2014
Após o desfecho algo inesperado da guerra travada no volume anterior, temos Acácia de novo sob o poder da família Akaran. No entanto, a existência está longe de ser pacífica ou idílica, como era anteriormente. A nova jovem rainha, endurecida pelas circunstâncias, enfrenta as perigosas intrigas da corte, enquanto os irmãos, ambos destroçados pela recente guerra, a ajudam na manutenção da paz e recuperação do território destruído.
Surge um novo e perigoso desafio que é a necessidade de conhecer melhor e reforçar alianças com o desconhecido povo que habita as "Outras Terras", para lá das fronteiras do Mundo Conhecido. Há acções muito diversas, passadas em palcos muito distintos, mas todas elas ligadas entre si. É de grande habilidade conseguir narrar desta forma sem confundir o leitor. A trama adensa-se, aparecem muitas novas personagems e é quase hipnotizante ir absorvendo as revelações que dão a conhecer melhor os pormenores deste mundo imaginado.
Profile Image for Nuno Ribeiro.
Author 5 books28 followers
August 21, 2015
Excelente continuação da trilogia Acácia! Esta primeira parte do 2° livro desvenda mais pormenores e sobre o mundo imaginado pelo autor, à medida que continuamos a acompanhar os destinos dos vários irmãos Akaran.

Aconselho a todos os aficionados de fantasia época.
Profile Image for Dragões Unicórnios.
49 reviews
May 12, 2023
In the first week of May I started reading the second book in the Acacia trilogy, having read half of it, “Outras Terras”, by David Anthony Durham.
The concept is similar to the first book, so I’ll give the same stars, which were two.
With the death of Aliver, Corrinn takes the throne and has been ruling the Acacia Empire for the past nine years. Although they live in a time of peace, without the drug controlling the masses, the people are unhappy with her rule and there are rumours of a resistance forming. Just like in the first book, there are multiple POVs and plot lines, but I would say, the main plot line follows the League and the Quota. Dariel is sent to accompany Sire Neen, has they go to the Grey Slopes, and there we learn what the kidnapped children are for and the plans of the League. The story was much more interesting, the plot is thickening and I’m looking forward to read the next book, although it was still a bit slow in the beginning. The only criticism I have is related to the plot twist of the Quota, I think it would’ve had more impact if the author had built more tension regarding the mystery, leaving a few clues, but it was still a shocking revelation. I give the story one star.
Having multiple POVs means there isn’t a clear protagonist, but I would argue that Corrinn could be the one. In the first book we know her as being a frail woman, she doesn’t have much interest in ruling or obtaining power, all she wanted was to live her life as the princess. However, ever since being betrayed by Hanish Mein, she became a harsh woman, vowing to never be weak again. She has been ruling with an iron fist for the past nine years, trying to maintain the peace and everybody happy, but that hasn’t been easy. She still isn’t one of my favourite characters, I find her to be manipulative and contradicting at times, which aggravates me, but I do appreciate how morally grey she is at times, so I’ll give her one star.
The antagonist of this book becomes The League. They have been scheming for generations and due to their secretive ways, nobody knows what they have been planning. I do like this antagonist, I never know what to expect of them and I’m always so curious to know more about their plans and objectives. All of the Sires that we’ve met are cunning in their own way, manipulating their way through power, knowing how to keep certain information a secret and their greed for more power and money is what motivates them; it all makes an interesting antagonist. So, I’ll give them two stars.
Last but not least, there are several characters that are introduced in this book and all will play different roles. The character that was the most prevalent after Corrinn, in my opinion, was her brother Dariel. Just like in book one, he’s still a very happy young man, always smiling and cracking jokes, being loved by most. I think he’ll be the one that will grow the most, for by being sent with The League, he saw all of their treacherous plans and killing, making him sick and in disbelief that they could’ve done something so horrible. Mena on the other hand was boring the entirety of this book. She has been hunting monsters that were created by the Santoth, after using magic, the Creator’s language. Nothing really happened in her chapters of importance to the story, but we can see a bit of growth, for she is learning to embrace her soft and emotional side, rather than being an emotionless killer at all times. I’ll give the characters one star.
To conclude, I’ll give the first half of the second book seven stars out of ten, can’t wait to get to the next half.
Profile Image for Maria Ana.
112 reviews6 followers
September 4, 2018
A saga de Acácia transporta-me para um mundo de boas memórias.

Lembro-me de ser mais nova e passar as tardes de verão agarrada a livros de fantasia. Com o passar do tempo os nossos interesses alteram-se, e por isso mesmo perdi o gostinho por este tipo de aventuras, de certa forma fico feliz por voltar a sentir-me empolgada com uma saga tão interessante!

Neste volume é feita uma análise mais detalhada sobre o império. Corinn, a irmã mais velha e soberana, lidera todos os territórios com punho de ferro, não mantendo uma relação familiar estreita com os irmãos mais novos, incumbindo-os de missões longe do centro político.

O que mais achei interessante sobre este volume é a abordagem política, as intrigas sobre a linha de sucessão ao trono, a forma como o poder pode manipular tudo e todos a alcançar os seus próprios objectivos.

O autor afasta as personagens principais da linha de história principal, em que antes era frequente a sua interacção, para linhas de história distintas, onde se vão desenvolver e amadurecer, combatendo os seus próprios medos e desafios. É interessante observar este desenvolvimento das personagens.

Até agora, as minhas favoritas continuam a ser Mena e Dariel, pela sua simplicidade e bom coração. Apesar de tudo e achar que Corinn está vidrada no poder absoluto que detém, mais tarde ou mais cedo vai surgir uma fragilidade, tenho quase a certeza!

Recomendo!
Profile Image for Ricardo Costa.
21 reviews1 follower
October 12, 2016
Esta tradução foi a raiz~qual deixei de comprar livro em português.

Cada vez que pego num livro traduzido, parece que o trabalho que houve foi limitado e que não houve tentativa de criar um estilo de narrativa semelhante àquele que o autor original criou. Fiquei sem perceber se era o livro que era mau ou se era a tradução que era má.

Vi que foi a tradução que era pior do que o próprio livro, depois de o ter lido na versão original.
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