Num futuro longínquo em que a razão reina suprema, a descoberta de um artefacto proveniente de uma era devastada por emoções primitivas traz o caos a uma estação arqueológica remota. (1 de 2 elaborações sobre piada arqueológica)
Renato Carreira nasceu no planeta Terra no final do segundo milénio contado a partir do nascimento de Jesus Cristo. Até à data, ninguém o considera messias de qualquer religião, mas mantém as esperanças. Enquanto não lhe é reconhecida veia messiânica, vai-se ocupando como pode. Mantém o e-zine satírico inÉpcia desde 2001 e, ao longo da década, conseguiu enchê-lo com palavras suficientes para alimentar duas compilações em papel. Escreveu também História de Portugal – Director's Cut, relatando a história portuguesa desde os antecedentes da nacionalidade até aos nossos dias de uma forma que não seria aprovada por nenhum historiador digno do nome. O Fim Chega Numa Manhã de Nevoeiro foi o seu segundo romance. O primeiro, contendo uma fórmula infalível para tornar Portugal um país rico e desenvolvido, está fechado a sete chaves e só será publicado mil anos depois da sua morte. Em 2013, mandou interromper a crise durante 3 minutos para publicar "Os Filhos da Revolução".
Este conto fez lembrar-me muitas coisas boas sem parecer que estava a copiá-las, o que é óptimo. Humor bem doseado, universo e personagens bens construídos (não obstante algumas opções que aqui não referirei). Uma boa combinação entre a Killer Joke dos Monty Python e o conto "Jokester" do Asimov.