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1189: Último Massacre

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Em Maio de 1189, uma frota composta por 40 embarcações, tripulada por Cruzados nórdicos a caminho de Jerusalém, aportou na ria de Alvor, fazendo um cerco à cidade e conquistando-a.
Como consta das fontes coevas, toda a população foi massacrada e a cidade completamente destruída, contabilizando-se o número de mortos em mais de 5.000, população que só se conseguiu recuperar oito séculos depois.
Ao longo da presente obra, o leitor poderá acompanhar a viagem dos cruzados, conhecendo as diferenças culturais, geográficas e urbanas, e, assim, as origens dos guerreiros que compunham os exércitos.
Aqui encontram-se Cristãos do Norte e do Sul e entre estes, Muçulmanos e Judeus, Templários, Hospitalários e Espatários; as diferentes formas de interpretar Jesus Cristo e a sua ligação com Maria Madalena e muitas outras surpresas...
No extremo sul da Ibéria, árabes e cristãos encontram-se para o confronto final.

263 pages, Paperback

First published February 1, 2012

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Nuno Campos Inácio

1 book2 followers

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Displaying 1 - 3 of 3 reviews
Profile Image for José Luís  Fernandes.
87 reviews47 followers
July 29, 2016
What I certainly don't like in historical fiction is when either there are anachronisms or conspiracy theories or just pure pseudoscience are involved. That's the case of this book. Although the author seems to be widely read judging by the book's bibliography (assuming he read it?), he makes a few inaccuracies regarding the subject of his book. For instance, he calls the Northmen as "Vikings" and he insists there were some "Cunni" around and even that they came from Atlantis, when in fact they were an indigenous people of Algarve and Alentejo that was assimilated in the Roman period.

Although that was bad, the worst is the conspiracy theory Nuno Inácio appears to share with a friend that claims a whole array of nonsense, including that the real Christ was Saint James, Saint Paul had been the founder of Christianity by making the exchange identities and a parody of a pact between the Romans and the Jews for a new religion (?) and that he was buried at Silves (a city in Algarve) and that some families (including obviously the Merovingians and the family of the author's friend) descend from the real "Christ". What I hated most about it is that he desvirtuated the Mozarabic community of Silves and that was very unfair, since their beliefs were "mainstream" in Christian theology and very close to those of the medieval papacy save in the rite and other very small (mainly cultural) differences.

Regarding the theme of this book, this is half the depiction of the voyage of a contingent of the Third Crusade until its campaign in Portugal and half a travelogue of half-pseudo-historical Al-Gharb (the inventions of the author surely don't help in some cases, as referred above) by a Danish monk detached from the Crusader expedition. I didn't like this shift from the advertised center of the story - the conquest of Alvor in 1189 - and it just ruined it completely since he introduced some pseudosciences. I also think he put the material aims of many Crusaders too openly when he should have done so in a more subtle way.

The writing style isn't anything special and the travelogue wasn't very interesting from a descriptive point since the author didn't have that skill needed to captivate the average reader for most of the time, although Al-Andalus was a very interesting civilization.
Profile Image for Samuel Viana.
Author 3 books6 followers
January 15, 2018
É-me um bocado complicado em poucas palavras falar deste romance histórico. Numa frase, a trama essencial é a visita de um monge cristão escandinavo guiado por um agricultor judeu habitante em Silves para poder traçar um mapa das regiões a conquistar pelo exército cristão da 3ª Cruzada que pára em costas algarvias ao serviço do rei português para conquistar o Barlavento Algarvio. Ao longo de 250 páginas, Nuno Campos Inácio descreve a costa algarvia sul de Sagres a Faro. A riqueza de detalhes é o resultado de uma extensiva pesquisa bibliográfica de que o número de entradas na bibliografia faz caso. Apesar do rigor de querer mostrar os termos usados na arte militar da época em todos os lados, obviamente não posso deixar de lado a crítica imanente ao Cristianismo. Sendo agnóstico e laico, não reajo de forma emotiva às ideias propaladas no livro que já serão do conhecimento geral porque o livro de Dan Brown "O Código Da Vinci" faz alusão à história da relação de Jesus com Maria Madalena que por sua vez é referido no Evangelho apócrifo de Filipe, o autor segue a mesma ideia e desenvolve-a, pondo de lado discussões sobre as bifurcações que o Cristianismo primitivo teve e o seu enquadramento nos acontecimentos da época. Achei no entanto deliciosa a ideia do primitivo povo cúnio, anterior à conquista romana, ainda subsistir quais "índios" no meio dos mouros.
De qualquer forma, o livro não vale pelo título que ostenta, pois o massacre é descrito apenas nos últimos capítulos. Todo o livro devia chamar-se era "Viagem pelo Al-gharb, na perspectiva de um cristão".
Não entendi a intenção das ideias do autor do prefácio e de que maneira o mesmo se encaixa com o enredo sob uma possível luta milenar entre adoradores do sol e da lua. Pareceu-me solto do enredo.
Dar uma visão de todo e contar todos os pormenores e detalhes de uma época dá muito trabalho, é por isso que o género de "romance histórico" é difícil. O autor tem a sua liberdade criativa bastante mais restringida, porque no fundo o que ele faz, como se fosse um pintor, é acrescentar uns pormenores aqui e ali quando a maior parte da moldura e da ideia da época já são mais que definidos. Assim, o autor e por consequência o narrador vai ter de dar muita informação a respeito de todos os detalhes "já definidos".
De qualquer forma, no global, gostei, só tive pena que o ponto mais leste que a viagem do monge nórdico tivesse terminado por Al-Harum (Faro) e não tivesse chegada cá para os meus lados, eu que sou de Tavira :).
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