JOÃO AGUIAR nasceu em 28 de Outubro de 1943. Licenciado em Jornalismo pela Universidade Livre de Bruxelas, trabalhou nos centros de turismo de Portugal em Bruxelas e Amesterdão, regressando a Lisboa e à carreira jornalística em 1976. Foi assessor do Ministro da Qualidade de Vida, no VII Governo Constitucional (1982-83). Foi autor da reportagem Uma Incursão pelo Esoterismo Português (1983) e dos romances A Voz dos Deuses (1984), O Homem Sem Nome (1986), O Trono do Altíssimo (1988), O Canto dos Fantasmas (1990), Os Comedores de Pérolas (1992), A Hora de Sertório (1994), A Encomendação das Almas (Prémio Eça de Queiroz, 1995), O Navegador Solitário (1996), Inês de Portugal(1997), O Dragão de Fumo (1998), A Catedral Verde (2000), Diálogo das Compensadas (2002), Uma Deusa na Bruma (2003), O Sétimo Herói (2004), O Jardim das Delícias (2005), O Tigre Sentado (2008) e O Priorado do Cifrão (2008). Foi também autor de colecções infanto-juvenis, nomeadamente de O Bando dos Quatro e Sebastião e os Mundos Secretos. Faleceu a 3 de Junho de 2010.
In this work, the unusual, the “Queirosian” bitterness, are reinforced and extended to the situation of the Portugal Region, a member of a European Federation. The metaphor, or the allegory, is self-explanatory and simple, but it escapes ease. They justify and give weight to the epigraph, an aphorism by J.-F. de Laprunelle, about the most possible of the possible futures contained in each historical moment.
Este livro do João Aguiar não me seduziu, não porque esteja mal escrito, mas apenas porque a narrativa fantástica não me entusiasma. Deixei o livro a mais de meio o que, apesar de tudo reflecte bem a forma como ainda me deixei levar por 6 dos 12 contos que constitui esta 2ª edição do livro.
Série de contos votados ao misticismo e paranormal cuja linha condutora é a história paralela do narrador, preso num Limbo (uma sala de passagem do Aeroporto de Nova York), que delas toma conhecimento através dos fantasmas que acedem aquele espaço de passagem.