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AULA. Texto da aula inaugural no Colégio de França, 1977
Este volume recolhe o texto da aula inaugural da cadeira de Semiologia Literária lido por Roland Barthes no Colégio de França em 1977. A despeito de sua extensão, trata-se de um dos textos mais intensos e mais radicais do autor. Numa linguagem por sob cuja polidez acadêmica sente-se, constante e latente, uma nota de velada ironia, Barthes denuncia na sua aula inaugural a astuciosa pluralidade do poder, cujo discurso da arrogância não é assumido apenas pelos porta-vozes do Sistema, mas se inscreve, protéico e inerradicável, no próprio mecanismo da linguagem. Como "a língua implica uma relação fatal de alienação" na medida em que impõe coerções iniludíveis ao falante, Barthes não hesita em chamá-la de fascista, já que "fascismo não é impedir de dizer, é obrigar a dizer". Para ele, só a literatura pode fazer "ouvir a língua fora do poder", por ser o lugar de eleição "das forças de liberdade", quando mais não fosse pelo exercício daquela "função utópica" que ela sempre escolheu exercer.
AULA foi completamente traduzido para a nossa língua por Leyla Perrone-Moisés, que lhe acrescentou um prefácio em que, ao analisar-lhe o conteúdo e as implicações, faz brilhantes observações sobre toda a obra de Roland Barthes.
AULA foi completamente traduzido para a nossa língua por Leyla Perrone-Moisés, que lhe acrescentou um prefácio em que, ao analisar-lhe o conteúdo e as implicações, faz brilhantes observações sobre toda a obra de Roland Barthes.
96 pages, Paperback
First published January 1, 1978
About the author
Roland Barthes
346 books2,765 followersRoland Barthes of France applied semiology, the study of signs and symbols, to literary and social criticism.
Ideas of Roland Gérard Barthes, a theorist, philosopher, and linguist, explored a diverse range of fields. He influenced the development of schools of theory, including design, anthropology, and poststructuralism.
https://en.wikipedia.org/wiki/Roland_...
Ideas of Roland Gérard Barthes, a theorist, philosopher, and linguist, explored a diverse range of fields. He influenced the development of schools of theory, including design, anthropology, and poststructuralism.
https://en.wikipedia.org/wiki/Roland_...
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Community Reviews
Displaying 1 - 19 of 19 reviews
June 29, 2022
پایان این کتاب و نقد خود بسیار خواندنی ست.
January 13, 2019
کتابی از رولان بارت که به چگونگی حضور وی در مدرسه دو کلژ دد فرانس میپردازد. بارت در این مقاله متمرکز بر مفهوم ادبیات و جایگاه ایديولوژیک آن است. مفاهیمی همچون آزادی و ادبیات هرزه و نشانه شناسی مورد بحث قرار میگیرد. همچنین کتاب دو ضمیمه بسیار خوب دارد که مربوط به مصاحبه های بارت میشود که در این گفتگو ها او بی پرده از خودش، علاقه اش و اصطلاحاتش صحبت کرده است.
March 5, 2021
"... meu corpo é bem mais velho do que eu, como se conservássemos sempre a idade dos medos sociais com os quais o acaso da vida nos pôs em contato. Portanto, se quero viver, devo esquecer que meu corpo é histórico, devo lançar-me na ilusão de que sou contemporâneo dos jovens corpos presentes, e não de meu próprio corpo, passado."
April 12, 2015
Read for College
Really interesting. I love Barthes' ideas and the way he talks about literature.
Really interesting. I love Barthes' ideas and the way he talks about literature.
October 28, 2022
"Vient peut-être maintenant l'âge d'une autre expérience : celle de désapprendre, de laisser travailler le remaniement imprévisible que l'oubli impose à la sédimentation des savoirs, des cultures, des croyances que l'on a traversés. Cette expérience a, je crois, un nom illustre et démodé, que j'oserai prendre ici sans complexe, au carrefour même de son étymologie : Sapientia : nul pouvoir, un peu de savoir, un peu de sagesse, et le plus de saveur possible."
August 26, 2026
"Sapientia: nenhum poder, um pouco de saber, um pouco de sabedoria, e o máximo de sabor possível"
April 10, 2017
O poder se insinua nos lugares onde não o percebemos de início, nas instituições, nos ensinos, ele se dá em forma de discurso de poder, levando àqueles que os recebem ao erro, de forma que torna mais fácil culpabilizá-lo. O poder, entretanto está arraigado na história humana, desde que as relações entre os homens se concretizaram, ou seja, com a invenção da linguagem. Dessa forma, se “a linguagem é uma legislação, a língua é seu código”. na língua francesa, assim como na portuguesa, somos obrigados a escolher entre binarismos: o feminino ou o masculino; o simples ou o complexo; ao eu ou ao tu. Quando nos sujeitamos à língua, nos alienamos por repetição da fala. Afirma Roland Barthes: “Toda língua é uma reição generalizada”.
“Em cada signo dorme um monstro, um estereótipo”, nos diz o autor de Aula. Afinal, para que um signo seja entendido, ele precisa ser reconhecido massivamente. O utilizador da linguagem humana é, ao mesmo tempo, patrão e escravo dos símbolos e signos, o que torna a nossa linguagem algo sem exterior, um lugar fechado. Barthes luta contra a Doxa, para desvelar a máscara de naturalidade que se esconde por baixo dos estereótipos, as ideologias que eles veiculam e a forma inconsciente com que os seres humanos perpetuam estes discursos que ficam distante do que pretendem representar.
Para Barthes, a literatura é uma espécie de memória, que deixa as pegadas do ser humano por aí, as pegadas da prática do escrever. Mas ela também é a memória dos rastros humanos por todos os saberes. Como exemplifica Barthes, o romance Robinson Crusoé abrange um saber geográfico, social, técnico, botânico, antropológico. A literatura é a realidade, trabalhando nos interstícios da ciência. Através da literatura, refletimos os demais saberes, ela aglutina todos eles numa transdisciplinaridade linguística, afinal, todos os saberes dependem da linguagem para serem difundidos.
Entretanto, para o autor, o que a literatura coloca à nossa frente não é uma ideologia: esquerda versus direita, real versus fantástico, subjetivo versus objetivo, verdades, beleza. Ela nos apresenta, em realidade, lugares de fala. Ao engendrar esses lugares de fala, o poder da literatura também é o de representar, de trazer à tona sentimentos e sensações através dos signos e símbolos fascistas, como nos demonstra Barthes. Por fim, temos a semiótica, que busca jogar com os signos ao invés de destruí-los, e buscar significados outros para significantes estanques. Dessa forma, Roland Barthes nos diz que a língua e o discurso são incisivos, pois eles estão juntos no lugar de fala agindo sobre aquele que os recebe. “O que pode ser opressivo num ensino não é finalmente o saber ou a cultura que ele veicula, são as formas discursivas através das quais ele é proposto”.
Quando a semiologia ganha uma cadeira no Colégio de França, tomando uma nova dimensão, percebe-se que nela existe o trabalho de um indivíduo para decifrar toda uma gama de significados de símbolos de domínio coletivo. Isso leva a uma relação com o estudo da memória coletiva, do imaginário, que nada mais é feito do que de simbolismos. Seria correto dizer que o estudo da literatura e da semiologia seriam o estudo de uma memória coletiva de determinados lugares de fala?
O papel do semiólogo é fazer-se compreender, ao mesmo tempo que experimentou e experimenta novamente seu objeto de estudo, jogando com os signos para retirar sumos de novos significados, buscando, então, na memória coletiva, o adubo necessário para cultivar essa miríade de ramificações. Pois, para o francês, não se devem cantar as maravilhas das riquezas e dos repertórios da língua, mas sim, como ela não se faz suficiente e como ela resiste, insuflando pré-conceitos.
Se a semiologia precisa buscar na memória, algo etéreo feita de fragmentos, o conteúdo para seus estudos, seria certo afirmar que a semiótica é um ensino fantasmático. A História, a memória e a semiótica possuem isso em comum: buscar extrair ao máximo do que está ali; que se enreda nos entrelugares; escolher entre o dito e não dito, entre a partida, a chegada e o que ficou no meio do caminho. Entre tudo o que foi exposto neste parágrafo reside o esquecimento e, para não esquecer, se faz necessário pesquisar. Pesquisar é um forma de ir contra a imposição da linguagem e uma forma de derivar novos rumos para a comunicação e as atividades humanas em geral.
“Em cada signo dorme um monstro, um estereótipo”, nos diz o autor de Aula. Afinal, para que um signo seja entendido, ele precisa ser reconhecido massivamente. O utilizador da linguagem humana é, ao mesmo tempo, patrão e escravo dos símbolos e signos, o que torna a nossa linguagem algo sem exterior, um lugar fechado. Barthes luta contra a Doxa, para desvelar a máscara de naturalidade que se esconde por baixo dos estereótipos, as ideologias que eles veiculam e a forma inconsciente com que os seres humanos perpetuam estes discursos que ficam distante do que pretendem representar.
Para Barthes, a literatura é uma espécie de memória, que deixa as pegadas do ser humano por aí, as pegadas da prática do escrever. Mas ela também é a memória dos rastros humanos por todos os saberes. Como exemplifica Barthes, o romance Robinson Crusoé abrange um saber geográfico, social, técnico, botânico, antropológico. A literatura é a realidade, trabalhando nos interstícios da ciência. Através da literatura, refletimos os demais saberes, ela aglutina todos eles numa transdisciplinaridade linguística, afinal, todos os saberes dependem da linguagem para serem difundidos.
Entretanto, para o autor, o que a literatura coloca à nossa frente não é uma ideologia: esquerda versus direita, real versus fantástico, subjetivo versus objetivo, verdades, beleza. Ela nos apresenta, em realidade, lugares de fala. Ao engendrar esses lugares de fala, o poder da literatura também é o de representar, de trazer à tona sentimentos e sensações através dos signos e símbolos fascistas, como nos demonstra Barthes. Por fim, temos a semiótica, que busca jogar com os signos ao invés de destruí-los, e buscar significados outros para significantes estanques. Dessa forma, Roland Barthes nos diz que a língua e o discurso são incisivos, pois eles estão juntos no lugar de fala agindo sobre aquele que os recebe. “O que pode ser opressivo num ensino não é finalmente o saber ou a cultura que ele veicula, são as formas discursivas através das quais ele é proposto”.
Quando a semiologia ganha uma cadeira no Colégio de França, tomando uma nova dimensão, percebe-se que nela existe o trabalho de um indivíduo para decifrar toda uma gama de significados de símbolos de domínio coletivo. Isso leva a uma relação com o estudo da memória coletiva, do imaginário, que nada mais é feito do que de simbolismos. Seria correto dizer que o estudo da literatura e da semiologia seriam o estudo de uma memória coletiva de determinados lugares de fala?
O papel do semiólogo é fazer-se compreender, ao mesmo tempo que experimentou e experimenta novamente seu objeto de estudo, jogando com os signos para retirar sumos de novos significados, buscando, então, na memória coletiva, o adubo necessário para cultivar essa miríade de ramificações. Pois, para o francês, não se devem cantar as maravilhas das riquezas e dos repertórios da língua, mas sim, como ela não se faz suficiente e como ela resiste, insuflando pré-conceitos.
Se a semiologia precisa buscar na memória, algo etéreo feita de fragmentos, o conteúdo para seus estudos, seria certo afirmar que a semiótica é um ensino fantasmático. A História, a memória e a semiótica possuem isso em comum: buscar extrair ao máximo do que está ali; que se enreda nos entrelugares; escolher entre o dito e não dito, entre a partida, a chegada e o que ficou no meio do caminho. Entre tudo o que foi exposto neste parágrafo reside o esquecimento e, para não esquecer, se faz necessário pesquisar. Pesquisar é um forma de ir contra a imposição da linguagem e uma forma de derivar novos rumos para a comunicação e as atividades humanas em geral.
Want to Read
January 21, 2016نشانهشناسیِ ادبی؛ مجموعهی دروسِ افتتاحیهی کلژ دو فرانس / رولان بارت / تهران: فرهنگ جاوید، چاپِ اول 1393
نشانهشناسی
ادبیات
یادداشتِ دبیر مجموعه
این اثر یکی از کتابهایی است که تحتِ عنوانِ «مجموعهی دروسِ افتتاحیهی کلژ دو فرانس» توسط نشرِ «فرهنگ جاوید» چاپ شده است. و در ابتدای هر عنوان از کتابهای این مجموعه، شرحی از «ناصر فکوهی» دربارهی اهمیتِ این «دروس» باز-نشر شده است. «فکوهی» دبیرِ این مجموعه است و تحتِ عنوانِ: مدیرِ «انسانشناسی و فرهنگ / گروه انسانشناسی دانشگاه تهران»، امضای خود را بر پای یادداشتها ثبت کرده است.
در این شرح، وی «کلژ دو فرانس» را یکی از معتبرترین مؤسساتِ دانشگاهی در جهان میداند که مرکزی پیشرفته برای گسترش دانشهای تکاملیافتهی انسانی است. مرکزی که راهیابی اساتیدِ جدید به آن توسط فرایندی دموکراتیک و در نتیجهی مشورتِ آزادِ دیگر اساتید با هم ممکن میشود. [9] و استادِ جدید نیز نخستین درس خود را در برابرِ همکارانِ آتیاش ارائه میکند. این ارائه، شاملِ برنامههای آیندهی او برای تدریس است. همچنین یک سخنرانی موجز دربارهی حاصلِ تجربیاتِ علمیِ او است.
«فکوهی»، دلیلِ ترجمهی این درسها را آموزنده بودن محتوای آنها میداند حتا اگر زمان طولانیای از ارائهی آنها گذشته باشد. [10]
و اما «رولان بارت» در این نشستِ افتتاحیه، به همکاران خود چه میگوید؟
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ادبیات
یادداشتِ دبیر مجموعه
این اثر یکی از کتابهایی است که تحتِ عنوانِ «مجموعهی دروسِ افتتاحیهی کلژ دو فرانس» توسط نشرِ «فرهنگ جاوید» چاپ شده است. و در ابتدای هر عنوان از کتابهای این مجموعه، شرحی از «ناصر فکوهی» دربارهی اهمیتِ این «دروس» باز-نشر شده است. «فکوهی» دبیرِ این مجموعه است و تحتِ عنوانِ: مدیرِ «انسانشناسی و فرهنگ / گروه انسانشناسی دانشگاه تهران»، امضای خود را بر پای یادداشتها ثبت کرده است.
در این شرح، وی «کلژ دو فرانس» را یکی از معتبرترین مؤسساتِ دانشگاهی در جهان میداند که مرکزی پیشرفته برای گسترش دانشهای تکاملیافتهی انسانی است. مرکزی که راهیابی اساتیدِ جدید به آن توسط فرایندی دموکراتیک و در نتیجهی مشورتِ آزادِ دیگر اساتید با هم ممکن میشود. [9] و استادِ جدید نیز نخستین درس خود را در برابرِ همکارانِ آتیاش ارائه میکند. این ارائه، شاملِ برنامههای آیندهی او برای تدریس است. همچنین یک سخنرانی موجز دربارهی حاصلِ تجربیاتِ علمیِ او است.
«فکوهی»، دلیلِ ترجمهی این درسها را آموزنده بودن محتوای آنها میداند حتا اگر زمان طولانیای از ارائهی آنها گذشته باشد. [10]
و اما «رولان بارت» در این نشستِ افتتاحیه، به همکاران خود چه میگوید؟
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February 20, 2024"Há uma idade em que se ensina o que se sabe; mas surge em seguida uma outra em que se ensina o que se não sabe: a isso se chama procurar. Chega agora, talvez, a idade de uma outra experiência: a de desaprender, de deixar germinar a mudança imprevisível que o esquecimento impõe à sedimentação dos saberes, das culturas, das crenças que atravessámos. Essa experiência tem, creio eu, um nome ilustre e fora de moda que ousarei aqui arrebatar, sem complexos, à própria encruzilhada da sua etimologia: Sapientia: nenhum poder, um pouco de saber, um pouco de sabedoria e o máximo de sabor possível."
Copio, para não esquecer, as palavras com que Roland Barthes termina a sua lição inaugural da cadeira de Semiologia Literária do Colégio de França, proferida em 7 de Janeiro de 1977. Uma lição brilhante por um pensador à frente do seu tempo que me fez pensar no que perdemos por transformarmos o sistema educativo em fatias de conhecimento(s), no qual só raramente, e por felicidade, se tem contacto com a sabedoria.
Copio, para não esquecer, as palavras com que Roland Barthes termina a sua lição inaugural da cadeira de Semiologia Literária do Colégio de França, proferida em 7 de Janeiro de 1977. Uma lição brilhante por um pensador à frente do seu tempo que me fez pensar no que perdemos por transformarmos o sistema educativo em fatias de conhecimento(s), no qual só raramente, e por felicidade, se tem contacto com a sabedoria.
May 14, 2020
Melhor ainda do que a aula de Barthes, cheia de frases instigantes mas um pouco dispersa em alguns pontos, é a "lição de casa" que a tradutora e especialista Leyla Perrone-Moisés dá encerrando o livro, contextualizando a palestra do pensador francês em sua obra e ainda explicando com classe seus critérios para a versão brasileira.
December 1, 2020
Barthes faz a semiologia parecer um assunto leve e trivial. Talvez seja esse o projeto dele... O posfácio também é excelente.
September 7, 2022
C'était moins pire que ça à quoi je m'attendais, au moins j'ai compris ce qu'il voulait raconter et pour une fois je n'ai pas trouvé ça scandaleux.
September 22, 2022
Lido pra faculdade mas achei sensacional
November 29, 2024
pas compris…
July 27, 2026
maravilhoso <3
March 19, 2012
"A escritura faz do saber uma festa."(p.20)
Barthes is amazing in his discourse. Since I love literature, reading this kind of theory is superb! He faces literature as the only way to deal with language outside the power sphere, therefore, the only way to freedom.
"... porque o texto é o próprio aflorar da língua, e porque no interior da língua que a língua deve ser combatida, desviada: não pela mensagem de que ela é instrumento, mas pelo jogo das palavras de que ela é o teatro."(p.16)
Barthes is amazing in his discourse. Since I love literature, reading this kind of theory is superb! He faces literature as the only way to deal with language outside the power sphere, therefore, the only way to freedom.
"... porque o texto é o próprio aflorar da língua, e porque no interior da língua que a língua deve ser combatida, desviada: não pela mensagem de que ela é instrumento, mas pelo jogo das palavras de que ela é o teatro."(p.16)
November 22, 2024
que aula maravilhosa. minha empolgação de ler o Barthes chamando a literatura de jogo de trapaça, destruindo o jogo de poder da linguagem por dentro, me levou a anotar na margem da página “muito foda”. e é, mesmo.
October 28, 2015
Intéressante synthèse de la littérature présentée comme contre-pouvoir de la langue, mais j'ai bien peur que la sémiologie ne soit pas ma tasse de thé.
August 7, 2013
What a brilliant man.
Displaying 1 - 19 of 19 reviews



















