Kapilavastu tinha tudo o que um homem podia desejar: poder, dinheiro, prestígio, família. Mesmo com todo luxo, Sidarta sentia-se infeliz. Apesar da superproteção do pai, que o cercava de mimos, saiu pelos arredores do palácio, onde testemunhou cenas de sofrimento que são inevitáveis a qualquer um: doença, velhice e morte. O príncipe decide então abandonar a vida de conforto em busca de respostas sobre o sentido da vida. Os quadrinhos mostram o longo caminho que o príncipe percorreu até alcançar a iluminação. Sidarta Gautama tornou-se Buda. Sua doutrina ficou conhecida como budismo, que tem mais de 400 milhões de seguidores no mundo, dos quais cerca de 500 mil no Brasil.O mangá não tem cunho religioso. A vida do príncipe Sidarta, com seus questionamentos, suas dúvidas e anseios continuam atuais, o que torna a história uma fonte de inspiração para todos nós. "A linguagem moderna do mangá permite atingir um número maior de pessoas, principalmente os jovens", afirma Mauro Nakamura, gerente da editora Satry.
É um livro interessante para quem NUNCA teve contato com a história de Sidarta (O Buda). Mas é resumido demais e acaba sendo um pouco raso. Para quem quiser um quadrinho, recomendo o Buda do Tezuka.
Extremamente simplório. É razoável para quem nunca teve contato com nada sobre o budismo, porém parece que foi escrito para uma criança, tem um tom infantil.
De forma muito resumida, ficamos a conhecer as origens do Budismo pela forma como o seu fundador tentou encontrar a resposta à pergunta: por que vivemos nós num mundo onde reina o sofrimento e a morte?