Clara é uma jovem brasiliense, de 27 anos, que está envolvida com os preparativos do casamento de sua melhor amiga, Laura. Durante a festa conhece um médico rico e famoso, o homem dos sonhos de qualquer mulher. Porém, acaba se envolvendo com um colega de adolescência. Mal sabe ela os obstáculos que viverá pela frente, tais como uma sogra desesperada e até mesmo tentativas de assassinato, até que consiga decidir o que quer da vida. Trata-se de um livro de linguagem simples e atual, que descreve o cotidiano, os sonhos e as aventuras de uma mulher vivendo entre a realização de uma vida independente e o desejo de conhecer e viver um grande amor. Clara, Laura, João Thomas, Léo são personagens que encontramos em nosso dia a dia, no trabalho, nos bares, nas festas. Um passeio pelos desejos e sonhos do imaginário feminino.
DNF 40% Temos um grave problema quando não estamos esperando nada do livro e ainda assim conseguimos nos decepcionar.
A única razão para eu ter conseguido terminar esse torturante livro se dá por conta do texto de Janaina Ricco e a linguagem simples e rápida de leitura. Porque além disso, o livro não tem mais mérito nenhum.
Através da narração de Clara, Janaina Ricco tenha nos convencer de que ela é uma personagem gente como a gente. Bom, não duvido que exista gente baixa como Clara, mas eu não me identifiquei com ela - e dou graças a Deus porque isso significaria que sou uma pessoa muito babaca, muito escrota.
Clara curte baladas, homens, sexo, álcool (um pouco demais para eu achar que é normal) e seu corpo. Principalmente sua enorme bunda, algo que ela comenta sempre que pode e ainda jura que é por causa do bundão que seus ex-colegas da escolas não gostavam dela. A mulher é um nojo e um poço de babaquice. Talvez esses sejam os motivos para eles não gostarem dela - eu sei que é por isso que não gosto -, mas se ela precisa achar que é inveja para dormir tranquila, ok, vamos fingir.
É por ter valores tão distorcidos que Clara e sua família não se dão muito bem. É por ser uma babaca que ela detesta uma das irmãs e a prima.
Mas mesmo com lugar reservado para o inferno assim que bater as botas nem ela merece o par horroroso que a autora lhe arranjou. Claro, ele é lindo, alto, magro, cabelos bem cuidados, transa bem - feios não têm lugar como namorado em nenhum gênero literário, vamos ser honestas-. E veja só: ele tem um carro maravilhoso, podre de rico, com direito a piscina na casa e tudo.
Mas extremamente ciumento. Assustadoramente controlador. Bizarramente paparicado pela mãe, aos 35 anos de idade.
Vamos dar nomes aos bois: ele é tóxico. Ele é abusivo.
Não existem nem palavras, espaço ou caracteres para eu descrever o quanto a passada de pano da escritora e da protagonista. Se o cara agride pessoas porque te viu conversando com elas, ainda mais se for homem; se o cara te liga o tempo todo para monitorar onde você está, se o cara dá pitaco demais na sua vida sem que você tenha pedido, se o cara não respeita os momentos em que você quer ficar sozinha e brota na porta da sua casa quando menos se espera, você corre o mais rápido que suas pernas conseguirem.
Não é romântico. Não é bonito. Não é SAUDÁVEL.
Aconselharia Clara a largar o embuste e se concentrar na melhor amiga que está em dificuldades, mas Clara é egoísta demais para se importar. Laura, arruma outra BFF para chamar de sua.
Tudo tão errado neste livro. Clara é tão preconceituosa, dá tanto close errado.
Sabe a expressão: "Parece que foi vomitado"? Então, esse livro parece que foi vomitado. E o vômito era comida estragada.
Eu quero distância de qualquer outra história que essa mulher escreveu e distância de quem deu nota alta. You can't sit with us. Because you are lame.