MONO é um dos poucos lugares que ainda serve café de verdade, resistindo ao progresso tecnológico e ao “caminho da inovação”, em uma cidade tomada pelas vending machines da OMNi corp. É nele que Ink e Mali encontram significado em busca de um momento extraordinário. KOPHEE é uma história sobre café. Mas também é sobre pessoas, amizades e descobertas. É sobre descobrir seu potencial, sem se perder no caminho.
Ainda que nos conduza por uma linha narrativa aparentemente simples, dialogando com a encruzilhada entre a automação do mundo do trabalho e a produção artesanal de uma bebida como o café, Guilherme Match vai fundo nos desdobramentos de uma estrutura narrativa que comporte as camadas de significado inscritas em "Kophee". Cada seção do desenvolvimento da história é nomeada a partir de um método de preparo de café, nos levando a brincar com os sentimentos e com as conversas construídas em torno de uma xícara de café.
A arte do Guilherme Match me deixa de queixo caído. Passo longos minutos apreciando os desenhos mesmo depois de ler. A história é bem interessante: simples, mas interessante. A melhor parte são os personagens, cheios de carisma, dos quais, como a moça no final do livro disse, você se vê neles, assim como na transição do protagonista. Muito bom. A parte ruim é que acaba... Bem que poderia trazer mais ensinamentos budísticos por outros capítulos que falem de todas as formas de preparar café 👀
um dos melhores quadrinhos que eu já li!!!! Gosto muito de como a história se concentra mais dentro da dinâmica do interesse e descoberta de uma nova paixão do que na narrativa de progresso x tradição. O estilo de desenho me deixou muito animada, ver o por trás das cenas também e todo esse universo me deixou com um gostinho de quero mais