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Awon Baba
Trata-se de uma coletânea de 12 contos que remontam o período da escravidão, a partir da perspectiva de mulheres, crianças, homens e velhos escravizados, e narraM como eles resistiram com amor, raiva, humor, esperança, vitalidade e planos de liberdade a esse duro processo. Uma mistura de ficção e memória, tendo como arquétipos a oralidade, a poesia e a musicalidade ancestral africana, reescrevendo o passado, através do ponto de vista de personagens negligenciados pela história oficial.
- GenresFictionShort Stories
62 pages, Kindle Edition
Published November 16, 2022
About the author
Teresa Cárdenas
11 books40 followersTeresa Cárdenas Angulo is a writer, poet, and dancer who was born in Cárdenas, Matanzas, in 1970.
She is a member of the National Union of Writers and Artists of Cuba (UNEAC).
Her book accomplishments include:
Cartas al Cielo: David Prize, 1997;
Hermanos Saiz Association Prize, 1997;
National Critics Prize, 1998.
Tatanene Cimarrón: Ismaelillo Prize, UNEAC.
Maldito Solar: Delia Carrera National Poetry Competition, Second Prize, Matanzas, 1998.
Cuentos de Macucupé: La Edad de Oro Prize, 2000.
She has also had poems included in anthologies in Spain, Italy, and the United States.
She is a member of the National Union of Writers and Artists of Cuba (UNEAC).
Her book accomplishments include:
Cartas al Cielo: David Prize, 1997;
Hermanos Saiz Association Prize, 1997;
National Critics Prize, 1998.
Tatanene Cimarrón: Ismaelillo Prize, UNEAC.
Maldito Solar: Delia Carrera National Poetry Competition, Second Prize, Matanzas, 1998.
Cuentos de Macucupé: La Edad de Oro Prize, 2000.
She has also had poems included in anthologies in Spain, Italy, and the United States.
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Community Reviews
Displaying 1 - 6 of 6 reviews
March 25, 2023
Mais um livro pequeno, mas na medida da Teresa Cardenas. Peguei na livraria sem saber nem que era de contos, esperando que fosse como os outros dela. 12 contos que mostram que o Brasil e Cuba têm muito a ver, mas não (infelizmente) pelo comunismo. Valeu a leitura!
October 1, 2023
Esse livro traz dois tipos de contos diferentes. Alguns são reais, contam a história por trás de cada escravizado, cutucam a desumanização que passaram e que a gente perpetua quando os transforma em uma nação, um grande número, um capítulo do livro de História. Outros trazem um quê de fantasia, transforma dor em lenda, em magia, homenageia e vinga outra cultura.
Sobre o primeiro tipo, no começo achei o livro... fraco. Não é porque são contos que precisam ser superficiais. Fiquei pensando que foi raso demais, quase preguiçoso, tocar na possível história e força de escravizados dessa forma. Não precisa ser um grande livro como Kindred ou Defeito de Cor (nota mil pra ambos) pra explorar bem cada possível realidade que o colonizador apagou. E através de contos de Jarrid Arraes e da Cida Bento, por exemplo, sabemos que é possível se aprofundar em 4 páginas sim.
Poréééém foi só ao terminar que descobri que a autora (e os contos) são de Cuba. Aí tive que refletir e repensar tudo. Acho que minha sensação de superficialidade pode ser fruto de não ser a minha terra, meu povo e minha história, e portanto eu precisaria de mais contexto pra pegar tanto, pra sentir que aprofundou.
No fim, dou nota 3,5 (arredondada pra 4 estrelas), porque não deixa de ser bem bom o livro. Só não é tão incrível (quanto poderia ser) e impactante.
Sobre o primeiro tipo, no começo achei o livro... fraco. Não é porque são contos que precisam ser superficiais. Fiquei pensando que foi raso demais, quase preguiçoso, tocar na possível história e força de escravizados dessa forma. Não precisa ser um grande livro como Kindred ou Defeito de Cor (nota mil pra ambos) pra explorar bem cada possível realidade que o colonizador apagou. E através de contos de Jarrid Arraes e da Cida Bento, por exemplo, sabemos que é possível se aprofundar em 4 páginas sim.
Poréééém foi só ao terminar que descobri que a autora (e os contos) são de Cuba. Aí tive que refletir e repensar tudo. Acho que minha sensação de superficialidade pode ser fruto de não ser a minha terra, meu povo e minha história, e portanto eu precisaria de mais contexto pra pegar tanto, pra sentir que aprofundou.
No fim, dou nota 3,5 (arredondada pra 4 estrelas), porque não deixa de ser bem bom o livro. Só não é tão incrível (quanto poderia ser) e impactante.
August 14, 2025
comovente demais, gostei mais desse do que “cartas para a minha mãe”, e é tão lindo a relação brasil - cuba, como dois países latino americanos que, apesar de nao terem o mesmo idioma, conseguem se conectar devido ao contexto histórico, a religião e a questão do racismo e escravidão, que aconteceu em toda américa latina
April 2, 2025
A Teresa é uma das melhores autoras que eu descobri nos últimos anos. Uma escrita sensível e emocionante até nos mínimos detalhes.
A história de força e resistência dos povos escravizados em Cuba é brilhantemente representada nessa coletânea em 12 contos
A história de força e resistência dos povos escravizados em Cuba é brilhantemente representada nessa coletânea em 12 contos
July 10, 2025
Que comovente, lindo, apaixonante, livre, elegante, alegre, triste, cru pedaço de história. Uma linda série de contos que se orgulha da memória e ancestralidade, que compartilha de um pensamento tão presente e arrisco dizer unânime pela diáspora: apesar de tudo, ser preto é muito bom.
January 28, 2025
Uma daquelas joias pequeninas de contos que se encontra às vezes.
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