The Critical Imagination is a study of metaphor, imaginativeness, and criticism of the arts. Since the eighteenth century, many philosophers have argued that appreciating art is rewarding because it involves responding imaginatively to a work. Literary works can be interpreted in many ways; architecture can be seen as stately, meditative, or forbidding; and sensitive descriptions of art are often colourful music can 'shimmer', prose can be 'perfumed', and a painter's colouring can be 'effervescent'. Engaging with art, like creating it, seems to offer great scope for imagination. Hume, Kant, Oscar Wilde, Roger Scruton, and others have defended variations on this attractive idea. In this book, James Grant critically examines it. The first half explains the role imaginativeness plays in criticism. To do this, Grant answers three questions that are of interest in their own right. First, what are the aims of criticism? Is the point of criticizing a work to evaluate it, to explain it, to modify our response to it, or something else? Second, what is it to appreciate art? Third, what is imaginativeness? He gives new answers to all three questions, and uses them to explain the role of imaginativeness in criticism. The book's second half focuses on metaphor. Why are some metaphors so effective? How do we understand metaphors? Are some thoughts expressible only in metaphor? Grant's answers to these questions go against much current thinking in the philosophy of language. He uses these answers to explain why imaginative metaphors are so common in art criticism. The result is a rigorous and original theory of metaphor, criticism, imaginativeness, and their interrelations.
James Grant is a Fellow in Philosophy at Exeter College, University of Oxford. His work in the philosophy of art has received awards from both the American Society for Aesthetics and the British Society of Aesthetics.
Autor: James Grant Título: Critical Imagination Série: Oxford Philosophical Monographs Publisher: Oxford University Press, Ano: 2013 ISBN: 0199661790,9780199661794
O Livro "Critical Imagination" de autoria de James Grant é um grande ensaio que explora as questões da metáfora, imaginação e crítica que as artes comunicam de forma muito particular. Apreciar a arte é para Grant uma forma de filosofar, pois envolve dar respostas criativas na interpretação da obra que nos desafia. As obras literárias podem ser interpretadas de muitas maneiras, são sempre abertas; a arquitetura pode ser experimentada como imponente, meditativa ou proibitiva. Enfim, as descrições e interpretações da arte são frequentemente metáforas coloridas: a música pode "brilhar", a prosa pode ser "perfumada" e o colorido de uma pintura pode ser efervescente. Outra pintura pode nos apresentar seu Ser como evanescente, outra prosa pode "amarga" como o fel e outra música pode ser silenciosa ou melancólica. Engajar-se com a arte, envolver-se nas perguntas pelo seu processo de criação, parece oferecer grande espaço para a imaginação, a qual é um esforço que agrada a muitos filósofos. James Grant examina criticamente esses esforços filosóficos exemplares para um Hume, Kant, Oscar Wilde, Roger Scruton e outros. A primeira parte do livro, o autor explica o papel da imaginação na crítica. Para fazer isso, Grant responde a três perguntas fundamentais: (1) quais são os objetivos da crítica? O sentido da crítica seria a avaliação, explicação e modificações de nossa resposta às obras de arte? (2) O que é apreciar a arte? (3) O que é a imaginação? Ao responder essas três questões, Grant procura novas perspectivas e as usa para explicar o papel da imaginação na crítica. A segunda metade do livro se concentra na questão da metáfora (essa questão era muito importante para Nietzsche). Por que algumas metáforas são tão eficazes? Como podemos entender as metáforas? Alguns pensamentos somente podem ser expressos por meio de metáforas? As respostas de Grant se posicionam contrariamente a toda uma importante corrente da filosofia da linguagem. Isso é seu grande mérito. Gostemos ou endossemos suas ideias, conceitos e explicações, ou nos posicionemos contra elas; o fato é que suas respostas possuem uma certa originalidade, que para mim tem um certo fascínio. Enfim, Grant nesse belo livro procura explicar por que as metáforas imaginativas são tão comuns na crítica da arte. Como conclusão temos uma teoria rigorosa e original da metáfora, da crítica e suas inter-relações, muito próximas às de Nietzsche, para quem tudo, especialmente a ciência, não passava de uma grande cadeia de metáforas.
Criticism that involves appreciation in contemporary academic life has suffered from a schizophrenic condition whereby scholars engage in the enterprise of explaining works or texts WITHOUT appreciating them. To its academic practitioners, talk of appreciation seems self-indulgent, soft, and blind, whereas outside the academy, popular writers and ordinary cultural consumers continue to give emotional response to those works and texts.
For James Grant, criticism should be an activity with imaginativeness in criticism, applying to metaphors in their properly critical writings.
An imaginative critic is good at coming up with different responses or reasons from common audience, offering insightful perceptions (85). Not simply to discern subtle parts or features, a good critic thinks up strategies for making works available for appreciation.