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Mar de Histórias: Antologia do Conto Mundial, Volume 3 - O Romantismo

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A expressão que dá nome à coleção vem de uma antiga coletânea da Índia, do século XI; é a tradução do nome sânscrito Kathâsaritsâgara, que significa 'mar formado pelos rios de histórias'. Um verdadeiro oceano de narrativas, muitas delas célebres, outras traduzidas pela primeira vez para a língua portuguesa, de tal modo que a obra em seu conjunto é a mais completa panorâmica do conto universal.

425 pages, Paperback

First published January 1, 1978

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About the author

Aurélio Buarque de Holanda Ferreira foi um lexicógrafo, professor, tradutor, ensaísta e crítico literário brasileiro. Foi o autor do Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa e membro da Academia Brasileira de Letras

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Profile Image for Henrique.
1,033 reviews29 followers
January 12, 2024
Foi o primeiro que li da coleção (pretendo ler os 10). O conto é realmente um gênero fantástico que merece ser tão apreciado quanto o romance. E nessa coleção há muitos representantes excelentes, alguns conhecidos, outros "obscuros" que merecem voltar à tona.

Sobre esse volume especificamente, que pega a fase do Romantismo, a seleção é muito boa. Os destaques para mim são o tocante "Mumu", de Turgueniev, o envolvente "A Vênus de Ille", de Mérimée, o ousado "Uma árvore de Natal e um casamento", de Dostoievski, e o divertido "Horácio Sparkins", do Dickens.

Mas há ainda a criatividade de ETA Hoffmann ("Haimatocare") e a "tragicidade" de Stendhal (O cofre e o fantasma), além de bons contos de Puchkin ("O tiro) e Gogol (Diário de um louco).

O único a ter dois contos é o Poe, mas achei que os dois contos escolhidos ("O homem da multidão" e "A carta furtada"), embora estejam longe de ser "ruins", também não estão entre os melhores que ele produziu.

Há contos bem curiosos, como o do desconhecido James Morier ("A cabeça cozida"), o do não muito conhecido Gérard de Nerval ("A mão encantada") e do famoso-quem Pedro Antonio de Alarcón ("A buena-dicha).

Tem ainda Balzac ("Estudo de mulher"), que penso também não ser o conto ideal para figurar numa antologia universal.

Também é bom o conto do Hawthorne, "Davi Swan".

Tive dificuldades com "A sombra", do Hans Cristian Andersen, mas nada se compara ao que senti com o conto "A dama Pé-de-Cabra", de Alexandre Herculano, conto que, depois de um começo razoável, tornou-se insuportável para mim, a ponto de tê-lo abandonado.

Tirando esse conto, acho que o livro é muito agradável de se ler.
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