It's the second semester and Yuri is handling the pressure of being in the Alien Party a little better now. Things are way more dangerous and the Aliens just keep dropping from the skies! Just why is the school sending sixth graders to fight vicious alien monsters?!
[Essa review cobre os três volumes originais de Alien Nine; portanto, Emulators cai fora do escopo do que escrevi aqui]
Essa foi uma leitura bem peculiar. De longe, AN é um dos mangás mais esquisitos que já li, por motivos que eu não entendo muito bem. Eu já estou acostumado com histórias que contrastam uma aparência inofensiva com conteúdo gráfico e intenso, assim como estou acostumado a ler histórias que brincam com as trupes genéricas de certos gêneros famosos de anime de modo a quebrar nossas expectativas (o exemplo mais clássico talvez sendo Puella Magi Madoka Magica, que será o exemplo com o qual farei comparações). Ainda sim, a minha experiência com AN foi um pouco diferente, e eu não colocaria exatamente do lado destas histórias.
Não vou elaborar muito o que penso aqui. Eu vou restringir minha discussão à minha experiência inicial do mangá sem entrar em muitos detalhes, e não pretendo fazer interpretações sobre a obra.
Enfim. Eu suspeito que o fator principal em jogo é a dramatização dos eventos: histórias como PMMM entram em momentos cruciais nos quais os seus personagens começam a se tornar conscientes de que algo de profundamente errado está ocorrendo, deixando espaços patentes para a reflexão do leitor sobre os tópicos em jogo. AN, ao contrário, é quase inteiramente ausente de tais momentos: até os acontecimentos mais desgraçados não parecem receber o devido peso de atenção ou angústia pelos personagens principais, e a maioria dos eventos do mangá se passam num falso tom leve mesmo em momentos nos quais normalmente estaríamos em profundo estresse. Eu não acho que isso forma uma diferença qualitativa com os outros casos; minha impressão é que aqui o contraste entre o veículo de conteúdo e o próprio conteúdo é levado a níveis extremos, a ponto da experiência toda parecer um tanto surreal, ou absurda.
Isso não quer dizer que o mangá não dá espaço para reflexões; antes, isso já ocorre desde os primeiros momentos da história, e os momentos propícios a discussões são quase ubíquos apesar, novamente, da apresentação inicialmente enganadora. Apesar da situação somente piorar ao longo dos capítulos, eu acho que o surgimento dos tópicos de discussão não é gradual (apesar de eu achar que alguns problemas surgem ao longo dos volumes). Isso provavelmente contribuiu de maneira significativa à minha experiência da obra.
No geral, eu posso dizer que fiquei satisfeito com a obra. Talvez não como um todo: a primeira parte arrasta um pouco até entrar em situações interessantes ou um tanto inesperadas e perturbadoras (mais pelo modo como os personagens reagem a esses eventos do que qualquer outra coisa). Mas a partir do segundo volume, a obra desabrocha como um trabalho interessante, bizarro, fora da curva (ao menos para época) e até tocante em certos momentos.
The second book of this series is recapitulated in the anime adaptation by US Manga Corps (the anime arm of Central Park Media) until the half-way mark in this volume. The anime adaptation ends at that point and no further anime adaption was done after that point. Choosing to end the story there means the anime has potentially a vastly different interpretation than where the manga series itself ultimately goes. The main emphasis in the first half is contending with a giant alien invader named Yellowknife that is nearly as large as the school itself. Kasumi seems oddly infatuated with Yelllowknife and lets herself get swallowed whole! Kumi and Yuri are tasked with pulling her out of the alien, but Kasumi herself seems to resist the efforts to "rescue" her. Yellowknife seems to have psychic abilities as a defense mechanism and can alter the girls' perceptions so they feel literally completely alone in the world....it effectively uses loneliness itself as a weapon.
The stakes are raised as the girls begin to suffer ever more serious injuries but the adults seem to be able to heal them and get them back doing missions relatively quickly, the compounding psychological trauma notwithstanding. The adults don't seem trustworthy and the mystery deepens as to what this is all for....
I read until chapter 16-17, but I couldn't take it anymore. It was so non sensical, I had no idea what was going on anymore and the art style was just bugging me too much.
This entire review has been hidden because of spoilers.
Unfortunately, I don't think I'm well-versed enough in reading horror manga to give a very telling review of Alien Nine. Volume 2 actually makes a lot more sense than volume 1 (and in doing is quite a bit scarier), though the concept is still somewhat vague in my mind. The art is good and the characters are cute and funny so it's definitely got that going for it. I think volume 2 feels more like seinen than the first volume.