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Esquilos de Pavlov

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Ciprian Momolescu é um jovem romeno que vive de bolsas artísticas em peregrinação pela Europa na companhia do gato Li Po. Enquanto narra a sua história, Ciprian redesenha os mitos familiares deixados para trás – o pai, poeta frustrado, autor de livros infantis sobre um ursinho metalúrgico, a mãe hesitante, o avô decadente e todo um ambiente afetivo que se arma e desarma na cadência frenética desta prosa.

Ao receber uma bolsa da obscura fundação Das Beckwerk, em Copenhague, ele se depara com artistas desencantados, estátuas profanadas e a figura fugidia da Senhora Pavlov, que fará a ele e a seus companheiros uma proposta ambígua, crucial, que acaba por revelar um inusitado caminho.

Em Esquilos de Pavlov, a artista visual e poeta Laura Erber, que integrou a lista dos 20 melhores jovens escritores brasileiros selecionada pela revista Granta, entremeia a escrita do romance com uso de fotos conceituais que dialogam com a narrativa, criando uma intertextualidade entre a palavra e a imagem. A autora se apropria com liberdade das bases do romance de formação para construir uma ficção impiedosa, por vezes lírica, marcante não só pelas frases precisas e espirituosas, mas pela maneira distinta de fazer literatura hoje.

170 pages, Paperback

First published July 1, 2013

56 people want to read

About the author

Laura Erber

24 books9 followers
Laura Erber (born 1979) is a Brazilian writer and visual artist.

Erber graduated from the State University of Rio de Janeiro in 2002 with a degree in Portuguese and Brazilian literature. She got a master's degree from Pontifical Catholic University of Rio de Janeiro in 2008, followed by a Ph.D. in literature in 2012. She was a Ph.D. student at the University of Copenhagen in 2010. Erber was a visiting researcher at the Danish Film Institute in Copenhagen. She founded the digital publishing non-profit Zazie Editions in 2015, along with Karl Erik Schøllhammer, focused on essays on art and criticism.

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Displaying 1 - 3 of 3 reviews
Profile Image for Arthur .
284 reviews69 followers
June 24, 2014
Eu não dei muita fé, a princípio (parecia um pouco o estilo do que li dela na Granta e que, apesar de bem feito, não me interessou muito). Decidi que se fosse muito artístico/intelectualoide eu pelo menos marcaria como "lido" nem que fosse "lido com leitura dinâmica". Então apertei o botão "piloto automático" na hora de ler esse livro que eu não ia entender mesmo.

Só que, rapaz(ou moça (ou você que não gosta das classificações anteriores)), a única coisa que essa postura me trouxe de bom foi que não abandonei o livro por motivos de cabeçudice. Que. Livro. Não vou dizer que entendi/peguei/captei tudo, porque seria uma grande mentira: eu precisaria ser mais inteligente etc. Mas COMO eu gostei do que consegui pegar.

É como poesia, sei lá (aliás, eu gostaria muito de TER esse livro, não apenas ter lido uma vez emprestado da biblioteca justamente porque pretendo fazer com ele o que faço de vez em quando com "Um útero é do tamanho de um punho", da Angélica Freitas: reler em ritmo devorador). Tem lá a parte que, para apreciar melhor, o bom é ter referências (históricas, poéticas, literárias -- e outras experiências de vida), mas também tem a parte que consegue emocionar o povo todo na praça da cidade.

Eu devia dar quatro estrelas, porque só em outras leituras que vou conseguir entender melhor o livro, mas as cócegas no cérebro tão me mandando dar 5 estrelas. E eu sou muy obediente a estas.
Profile Image for Sofía Rey.
70 reviews57 followers
July 31, 2017
Esta novela me sorprendió por completo. Me la crucé de casualidad, no sabía nada de la autora ni del libro. Y no pude parar de leer desde que la empecé, es atrapante de una forma difícil de explicar. Porque no es una historia lineal y común, se va desplegando de a poco, presentando a los escasos personajes secundarios que aparecen, describiéndolos en unas líneas, eficientemente. El personaje principal me hizo acordar mucho a Tomás de La insoportable levedad del ser (casi segura que era Tomás, soy muy mala con los nombres en general), uno nunca termina de decidir si le cae bien o no, pero de todos modos lo entiende, sabe de dónde viene, por qué es así. Y estuve toda la novela pensando "ven? Ven que una mujer puede escribir desde la perspectiva de un hombre sin que suene raro? De hecho, con total normalidad. E incluso escribir una excelente primera novela. O será que no leen?!". En fin, ese fue mi desliz feminista que nunca me abandona.
Profile Image for Cecilia Mata.
125 reviews2 followers
July 22, 2019
Compré el libro con mucho entusiasmo ya que se trataba de un relato autobiográfico, tenía que ver con el arte y la autora escribía desde la perspectiva de un hombre, algo que siempre me interesa y me despierta la curiosidad de saber cómo se resuelve. De manera que al comienzo lo leí con mucho interés.
El protagonista nace en Bucarest en los años 70, con lo cual ya se intuye el clima difícil que se puede esperar en el relato, que tiene algo de poesía, atrae. “A mitad de los años ochenta mi madre dejó de soñar con una vida que no era la suya”. “Encontrar esos cuerpos era terrible, pero quizás para ellos, los que morían, fuera la forma más discreta de concluir su vida”.
Pero a medida que iba avanzando me perdía en una historia no lineal (con fotos al parecer inconexas) a la cual, supongo, tendría que darle una segunda oportunidad en algún momento. No pude terminarlo: abandoné a 9 páginas del final.
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