Quando o mundo parece estar de pernas para o ar, Mafalda bombardeia-nos com questões ingénuas em relação à política: afinal, "Havendo mundos mais evoluídos, porque é que eu tive de nascer neste?"
QUINO, Joaquín Salvador Lavado, nace, hijo de inmigrantes españoles, andaluces, en la ciudad de Mendoza (Argentina) el 17 de julio aunque en los registros oficiales conste nacido el 17 de agosto. Desde que nació se lo llamó Quino para distinguirlo de su tío Joaquín Tejón, pintor y dibujante publicitario con quien a los 3 años descubre su vocación. Comienza la escuela primaria donde descubre que su verdadero nombre es Joaquín y vive las dificultades de su personaje Felipe: «Me angustiaba tanto que en los primeros tres meses tenía malas notas, pero después terminaba el año con notas altas, aunque nunca era el primer alumno y eso me daba bronca».
Neste livro de Banda Desenhada de uma forma simples ficamos a entender, pelos olhos de uma criança pensadora, a Mafalda, as grandes questões que cercam o mundo actual e os principais defeitos do Homem, enquanto um ser político e social que supostamente vive e deve respeitar a comunidade global.
Lembro-me de ler BD da Mafalda ainda miúda. Tinha, inclusive, agendas de vários anos da pequena esperta criada por Quino que me acompanhavam por toda a parte. Daí não me espantar por ficar vidrada e constatar o quão actual continua Mafalda. Com uma crítica mordaz, a pequenita lá vai mostrando o que pensa do mundo, da vida política, dos próprios pais e do futuro. Em quatro livros alusivos à paz, aos pais, à crise e à política, Mafalda discorre sobre o que lhe vai na alma, estabelecendo diálogos com os seus habituais amigos, com os pais e até com Gui, o seu irmão mais novo. A Sábado associou-se à Asa e comemorou em pleno os 50 anos desta personagem tão famosa, brindando os leitores da revista com estes quatro livros grátis. Diverti-me imenso com a tiradas da pequenita. Foi uma tarde bem passada. Mais iniciativas destas precisam-se, para bem dos leitores ;)
Uma pérola...! Ou, melhor, várias :) Adoro!! Extraordinário como as observações, reflexões e comentários da Mafalda se aplicam across the countries and across the years... Triste também... Difícil encontrar soluções para o estado deste nosso mundo. Já tinha lido há uns anos e sei que o voltarei a ler. Várias vezes.