Devemos conclamar as pessoas a se interessarem pela política do cotidiano ou estaríamos diante de algo novo, um momento de saturação do que já conhecemos e maturação de novas formas de organização social e política? Esse livro apresenta um debate inspirador sobre os rumos da política na sociedade contemporânea. São abordados temas como a participação na vida pública, o embate entre liberdade pessoal e bem comum, os vieses de escolhas e constrangimentos, o descaso dos mais jovens em relação à democracia, a importância da ecocidadania, entre tantos outros pontos que dizem respeito a todos nós. Além dessas questões, claro, esses pensadores de nossa realidade apontam também algumas ações indispensáveis, como o trabalho com política na escola, o papel da educação nesse campo, como desenvolver habilidades de solução de conflitos e de construção de consensos. Enfim, um livro indispensável ao exercício diário da cidadania. - Papirus 7 Mares
Mario Sergio Cortella (Londrina, 05 de março de 1954) é um filósofo brasileiro, mestre e doutor em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, onde também é professor-titular do Departamento de Teologia e Ciência da Religião e da pós-graduação em Educação (Currículo), além de professor-convidado da Fundação Dom Cabral e do GVpec da FGV-SP.
In its origin definition, Politics and citizenship are the same thing.
Some interesting points of the book are: - The government should not be seen as something apart from the people. - Our notion of what is right and wrong, acceptable and unacceptable changes from time to time (for exemple: smoking, slavery, drug usage, drinking and driving, etc.) - I liked the discussion about the difference between confrontation and consensus. In confrontation you try to eliminate or take out the autonomy of the other, in consensus you and the other concede and get to a new point of view, it is a kind of negotiation.
Quando vi este título, de cara achei que fosse feito para aqueles que vivem para distribuir comentários à rodo contendo #MinhaPutinhaFavorita2018! Mas ao contrário disso, esse pessoal não teria um conhecimento básico para digerir o conteúdo! 🤷♂️ O livro mostra um diálogo com ideias sobre como a política é vista pelas pessoas desde a sua invenção; inicialmente algo enraizado no cotidiano de cada cidadão, e hoje, visto como “algo ruim lá de Brasília”! Talvez o principal tabu enfrentado por nossa sociedade é conseguir enxergar a política da mesma forma como era vista nos primórdios, algo pertencente à nossa vida, algo que não foi feito para gostar ou desgostar, mas simplesmente para se viver, se preocupar e participar. Nós fazemos política o tempo todo, seja nos relacionamentos íntimos, familiares ou profissionais, nas escolas de nossos filhos, no comércio, no condomínio, na vizinhança da rua, etc etc; tudo isso possui política envolvida e, querer separar a nossa política versus a política “suja” partidária, é deixar que outras pessoas tomem conta da sua vida, diretamente!
Um bom livro que nos convida a refletir sobre política, democracia, corrupção e muito mais. Mas que acima de tudo, nos faz entender de uma vez que somos responsáveis sim, por tudo o que acontece na política.
“A omissão – a chamada neutralidade – significa apoiar aquele que obviamente vencerá. Penso que nossa sociedade tem bem acentuada essa marca: é uma falta de responsabilização, como se a coisa pública e o aparelho de Estado fossem externos a nós.”
Quando vi o "idiota" no título fiquei desconfiado, lembrando daquele outro livro de sucesso que virou quase uma Bíblia. Como o autor é um cara mais ponderado, resolvi arriscar e não me arrependi. É interessante como leitura inicial, não se aprofunda muito em algumas questões, mas serve ao que se propõe. O idiota utilizado no título foi muito bem trabalho, considerando a etimologia da palavra como partida para o resto da obra. Recomendo.
Ótimo livro que na minha opinião serve bem para o que se propõe. Introduzir política e discutir sobre alguns pontos da democracia que vivemos ou que achamos que vivemos. Livro super leve, descontraído e que muitas vezes cai em discussões que fogem do foco mas os autores logo puxam de novo mostrando a conexão.
Eu gostei do livro. Eu não tenho um conhecimento muito profundo sobre política, então, percebi que já era hora de começar. O livro meu deu um bom entendimento e me fez pensar bastante sobre certas coisas. Se o seu objetivo é iniciar, é um bom livro. Eu diria que o livro cumpre o que propõe.