Os 9 meses da gravidez são tempos intensos, de grande alegria e expectativa, mas também de grande mudança na vida de um homem - e de medos, apreensão e inquietações. Ter a responsabilidade sobre outro ser humano, que vai nascer, transforma-nos e faz-nos olhar o mundo de outra maneira, refazendo as prioridades. Pensar que esse bebé é nosso filho, nosso prolongamento, nossa paixão é quase «demolidor».
Vou Ser Pai é um «manual de sobrevivência» para todos aqueles que vão ser pais. Aqui vai encontrar as respostas às suas maiores angústias, dúvidas e perplexidades sobre a paternidade e sobre a gravidez - sim, porque os pais também ficam grávidos.
O guia de gravidez para os homens que as mulheres também vão querer ler.
Mário Cordeiro, pediatra, professor aposentado de pediatria e de saúde pública da Faculdade de Ciências Médicas de Lisboa. Foi presidente da Secção de Pediatria Social e Comunitária e da European Society for Social Paediatrics, fundador e presidente da Associação para a Promoção da Segurança Infantil e de muitas outras organizações relacionadas com a promoção da saúde e dos direitos das crianças e adolescentes. Membro das Comissões Nacionais de Saúde da Mulher e da Criança, Direitos da Criança e Boas Práticas em Lares. Dirigiu o Observatório Nacional de Saúde. É membro da Academia das Letras e das Artes e autor de vários bestsellers como O Grande Livro do Bebé, O Livro da Criança ou O Grande Livro do Adolescente.
Demasiada pseudo-filosofia e convicção pessoal vendida como factos históricos mas sem referências. Rambulatória existencial entre o macho alfa do século passado e o metrosexual emergente, mas sem qualquer conclusão ou introspecção relevante. Para compensar tem citações, poemas e pequenas histórias de café para encher chouriços, se calhar numa tentativa de entreter quem não gosta muito de ler? É capaz de ser uma boa leitura para explicar alguma outra coisa a certas pessoas mais desligadas do século em que vivemos mas pessoalmente não gostei do estilo de escrita, achei-o fútil e algo condescendente apesar de bem disfarçado. Acabei a saltar capítulos mas nem nos capítulos que me interessavam a leitura me trouxe nada que eu já não soubesse de outras fontes, de ler na internet, dos livros para as mães sobre o assunto ou do senso comum. Não correspondeu às minhas expectativas.
Vale pela segunda metade do livro, uma vez que os capítulos iniciais são mais sobre reinterpretações históricas, divagações filosóficas e pequenos excertos de poemas que pouco ou nada parecem acrescentar de substancial. Nos capítulos seguintes já começa a ter conteúdo mais acertivo e científico sobre os diferentes estágios da gravidez, bem como reflexões, muitas vezes em forma de pequenas histórias, sobre a parentalidade que permite a próprio leitor uma reflexão sobre que tipo de pai/mãe pretende ser, mas também que tipo de companheiro(a) e, eventualmente, como ser melhor nessas diferentes vertentes.
Boa leitura que exemplifica várias potenciais situações no período de gravidez. Achei que tinha conteúdo atual sendo que algum conteúdo como período de licenças e afins não estão atualizados mas seria de esperar. Como ponto negativo aponto aos diversos poemas que surgem ao longo do livro e que embora de início parecessem interessantes rapidamente se tornaram aborrecidos. Recomendo a leitura o mais breve possível pois servirá para ajudar a lidar com algumas situações próprias da gravidez com as medidas certas.
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Estava com a espectativas que fosse algo menos filosófico. Existem "histórias" relatadas durante o livro e poemas que, na minha opinião, servem apenas para "fazer número". De qualquer das formas faz pensar sobre o tipo de pais que queremos ser.
Um livro um pouco chato, com meia dúzia de mensagens importantes empacotadas no meio de banalidades e citações de estrelas de Hollywood -- de gosto um pouco duvidoso.