Impressionante narrativa sem texto (exceto o introdutório) em que toda a densidade da história está na arte quadro a quadro (aqui, apenas um quadro por página).
A narrativa oscila o ritmo como o pulsar de um coração, que vai acelerando diante da angústia crescente.
Por fim, em tempos de luta contra a misoginia, a trama é um bom reforço de fatos históricos que devem sempre ser lembrados, antes de soltar impropérios chauvinistas.