Uma antologia de poetas brasileiros e portuguesesLivro dos sonetosLivro do corpoLivro dos desaforosLivro das cortesãsLivro dos bichosO escritor Sergio Faraco debruçou-se sobre os mais belos versos escritos por poetas brasileiros e portugueses e realizou uma seleção especial para compor o Livro dos Poemas. Esta antologia abarca cerca de cinco séculos de poesia, em mais de quatrocentos textos representantes da lírica em língua portuguesa. A grande variedade de vozes da poesia está presente em Camões, Casimiro de Abreu, Olavo Bilac, Fernando Pessoa, Basílio da Gama, Raimundo Correia, Bocage, Augusto dos Anjos, Florbela Espanca, Mario Quintana, Machado de Assis – mais conhecido por sua prosa –, referenciado com o poema "A Carolina", em homenagem a sua mulher, entre muitos outros.Esta coletânea rara e primorosa reúne cinco livros de poemas já publicados na Coleção L&PM Livro dos sonetos, Livro do corpo, Livro dos desaforos, Livro das cortesãs e Livro dos bichos. Na primeira parte da antologia, autores de diversas gerações dão voz a sonetos de sensibilidade incomum. O que segue são escritos que, agrupados em coletâneas temáticas, trazem as mais importantes composições poéticas sobre o fascínio pelo corpo feminino, uma compilação de poesia satírica que mostra a língua afiada dos escritores, um olhar exacerbado sobre as cortesãs que fizeram a loucura dos homens e textos que mostram o amor incondicional pelos bichos. Reunidos em um só volume, estes poemas são uma rica fonte de inspiração.
Sergio Faraco (Alegrete, 25 de julho de 1940) é um escritor brasileiro.
Antes de estrear na literatura, Sergio Faraco viveu na União Soviética (1963-1965), quando estudou ciências sociais no Instituto Internacional de Ciências Sociais, em Moscou. No retorno ao Brasil, graduou-se em direito.
Desde a publicação de seu primeiro livro de contos, Sergio Faraco tem recebido boa recepção da crítica literária. A obra Idolatria, de 1970, foi comparada em qualidade a outros importantes escritores do Rio Grande do Sul que começavam a se destacar, como Caio Fernando Abreu e Moacyr Scliar. A crítica Rita Canter, em matéria do jornal Correio do Povo o considerou então “um autor gaúcho de primeira linha entre os novíssimos”.
Tido como rigoroso com sua produção, Faraco publicou, nos primeiros 25 anos de atividade literária, uma média de dois contos por ano. O também escritor gaúcho, Luiz Antônio de Assis Brasil afirmou que “suas frases são escritas, depois refeitas, depois submetidas a uma autocrítica feroz, transfigurando-se em objeto artístico do mais alto nível”.