"Agora que Portugal se tornou um país de imigração, precisamos de conhecer quando, onde e como se formaram as nações racialistas que, para lá da crítica cientifica e de alguma censura social, persistem. Teimam em sobreviver reproduzem-se e adaptam-se, perpetuando a naturalização da desigualdade. As Cores do Império confirma a oportunidade e a urgência da análise crítica histórica e antropológica dos legados do colonialismo".
Miguel Vale de Almeida, Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa
PATRÍCIA FERRAZ DE MATOS é licenciada em Antropologia pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (1997). Concluiu o Mestrado em Ciências Sociais, especialidade em Antropologia Social e Cultural, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (2005) e o Doutoramento em Ciências Sociais, especialidade em Antropologia Social e Cultural, no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (2012). Actualmente, é investigadora de pós-doutoramento no ICS-UL, com o projecto Tramas da ciência: Um olhar antropológico sobre as redes constitutivas da construção do conhecimento científico. É membro da American Anthropological Association (AAA), Society for the Anthropology of Europe (SAE), European Association of Social Anthropologists (EASA), Associação Portuguesa de Antropologia (APA), Sociedade Portuguesa de Antropologia e Etnologia (SPAE), Sociedade de Geografia de Lisboa (SGL) e Women in Spanish, Portuguese and Latin American Studies (WISPS).