A Alfaguara da sequencia ao relancamento das obras de Joao Cabral de Melo Neto, agora com Agrestes, publicado originalmente em 1985. O livro reitera a caracteristica, talvez, mais marcante do Cabral nao era obcecado apenas "no que" dizer, mas "o quanto" dizer acerca do que escrevia.
João Cabral de Melo Neto was born in the state of Pernambuco, Brazil, and is considered one of the greatest Brazilian poets of all time.
He is often quoted saying "I try not to perfume the flower". His works are said to be dry, devoid of exaggerated emotions that are usually associated with poetry, sticking usually to images and actions and physical descriptions rather than feelings. The image of an engineer designing a building is often used to describe his poetry. It usually follows a strict meter and assonant rhymes.
He worked as a diplomat for most of his life.
In 1990, he won the Camões Prize, the greatest prize in literature of the Portuguese language. In 1992, João Cabral received the Neustadt International Prize for Literature, which some consider to be almost as prestigious as the Nobel Prize.
Depois de ter me encantado por Morte e Vida Severina, esperava terminar esse mais maravilhada ainda com a escrita de João Cabral... um pouco decepcionante. Não é ruim, mas também não é incrível.
Sinto que a primeira parte é de pernambucano pra pernambucano e eu, como alagoana, me reservei um pouco, mas mesmo os demais poemas não me pegaram muito. Não perdoo a piadinha de mau gosto do poema sobre Clarice! Os poemas sobre morte foram os que mais me chamaram a atenção, mas não tanto também.
Dei 4 estrelas para esse livro porque há outros que o superam, para o meu gosto. Os poemas versam bastante sobre lugares, de Pernambuco até a Espanha, passando também pelos Andes. Destaco o capítulo A indesejada das gentes, com poemas sobre a morte.