Ao contrário do que ouvimos falar por aí, não é por meio da dor que nós prosperamos, e sim pelo amor. Em seu segundo livro, Maya Eigenmann, pedagoga e educadora positiva, propõe uma verdadeira revolução amorosa, tão necessária para combater a sociedade adultista na qual estamos inseridos, centrada nos interesses e necessidades dos adultos e não nos da criança — como deveria ser. Aqui, Maya destaca os benefícios físicos e emocionais que uma relação baseada no afeto, respeito e acolhimento pode trazer às nossas crianças, quebrando o ciclo de violência que temos perpetuado de geração em geração. A trajetória para uma educação respeitosa pode até não ser a mais simples e natural — afinal, ainda somos todos adultos feridos, criando filhos sobreviventes —, mas é possível, sim, quebrar este ciclo de violência.
Eu amo a Maya. Acho o conteúdo do IG dela fantástico e me ajudou muito na educação do meu filho. Ambos seus livros são mais do mesmo deste conteúdo, e são ótimas portas de entrada para quem não conhece Educação Positiva. Para quem segue o trabalho da Maya, esse livro é raso e repetitivo. Recomendo aprofundar o assunto nas referências que ela usa, principalmente Dr. Maté.
Meus amigos que livro! Um livro que foi acolhendo minha criança interior, que trouxe um olhar de perspectiva para infância. Um livro que todo mundo deveria ler,passei por desafios na minha maternidade, que esse livro foi como um abraço. Maya é uma mulher incrível! E esse livro é a prova que a educação positiva vale muito a pena, começando por nós.
Livro com linguagem simples e acessível, trazendo informações baseadas na ciência. Muito bom para pais, cuidadores e todos que tem contato direto com o desenvolvimento de uma criança.
Gostei muito do livro e gosto muito da forma como a Maya fala sobre educação positiva para redução de danos. Gosto da forma direta e didática que explica e exemplifica as situações e como isso demonstra os seus estudos sobre trauma.
Acredito que o livro seja um apanhado dos assuntos que trata como conteúdo nas redes sociais e tem como maior objetivo trazer consciência aos padrões parentais que estão enraizados na sociedade e como podemos fazer mudanças através dessa consciência.
Leitura simples, fluida e que traz à prática de como fazer para respeitarmos mais as nossas crianças!
eu conheci esse livro depois de ver uma charge no instagram. quando comecei a ler, fiquei fascinada com a escrita. busquei terminar rápido, porém percebi que os momentos de autorreflexão são feitos para penssarmos com carinho sobre nossos cuidadores e refletir também na nossa criança interior.
a autora deixa claro que se não tivermos filhos, podemos entrar no nosso mundo interno também. chorei muitas vezes (principalmente com o final) porque ele toca na ferida, sabe? na parte dos relatos, senti o quanto gostaria de receber aquele tipo de comunicação/cuidado.