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Teorias da Arte
É válida a forte sensação pós-moderna de que se pode dizer "qualquer coisa" sobre a arte? Devemos nos deter nas teorias da arte em detrimento de sua apreciação ou seu deleite? Quais são as teorias de fundação e de acompanhamento da arte? Qual o objeto e o lugar da arte?
Em Teorias da Arte, Anne Cauquelin empreende um estudo abrangente sobre estética, levando o leitor à reflexão especulativa dessas e muitas outras questões. É a partir da influência das teorias no domínio da arte, com a exposição de diversas categorias de pensamento, que a autora desenha uma trajetória que parte de Platão, visita Hegel, Schopenhauer, Nietzche e aporta em Aristoteles, Kant e Adorno. Ao final, tem-se uma síntese não ingênua de todas essas teorias estéticas e uma luz sobre esse palimpsesto no qual construímos "nossa inabalável crença na arte".
Em Teorias da Arte, Anne Cauquelin empreende um estudo abrangente sobre estética, levando o leitor à reflexão especulativa dessas e muitas outras questões. É a partir da influência das teorias no domínio da arte, com a exposição de diversas categorias de pensamento, que a autora desenha uma trajetória que parte de Platão, visita Hegel, Schopenhauer, Nietzche e aporta em Aristoteles, Kant e Adorno. Ao final, tem-se uma síntese não ingênua de todas essas teorias estéticas e uma luz sobre esse palimpsesto no qual construímos "nossa inabalável crença na arte".
- GenresNonfictionArtPhilosophy
182 pages, Paperback
First published August 10, 1998
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Community Reviews
Displaying 1 - 3 of 3 reviews
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May 2, 2026« le noumène (ce qui appartient au monde du *noûs*, de l'essence) » (p.51)
« nous avons à la traduire [l'oeuvre] dans le langage de notre temps, celui dans lequel nous l'appréhendons. » (p.70)
« *Percevoir c'est re-connaitre* » (p.88)
« Les lieux communs sont ces propositions et croyances communes qui s'installent par répétition et forgent les habitudes de penser, de sentir et de percevoir. [...] [C'est lieux] on les écoute, on les entend comme bruit de fond, sans y preter attention» (p.116-118)
« nous avons à la traduire [l'oeuvre] dans le langage de notre temps, celui dans lequel nous l'appréhendons. » (p.70)
« *Percevoir c'est re-connaitre* » (p.88)
« Les lieux communs sont ces propositions et croyances communes qui s'installent par répétition et forgent les habitudes de penser, de sentir et de percevoir. [...] [C'est lieux] on les écoute, on les entend comme bruit de fond, sans y preter attention» (p.116-118)
December 12, 2025
Me gustó al principio pero después no me enganché. Muy académico.
August 2, 2020
Um livro curto e prazeroso. Interessante para quem quer uma pincelada da história da estética.
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