'Memórias Inventadas - As infâncias de Manoel de Barros' reúne os versos das três infâncias do autor. O livro se completa com as iluminuras de Martha Barros, sua filha e pintora.
Manoel Wenceslau Leite de Barros is a Brazilian poet. He has won many awards for his work, including twice the Prêmio Jabuti, the most important literary award in Brazil. Today he is renowned by his critics as one of the great names of contemporary Brazilian poetry, and by many authors he has been considered the greatest living poet from Brazil, like the poet Carlos Drummond de Andrade recognized Manoel de Barros as the biggest poet of Brazil.
Uma experiência aconchegante, emocionante e saudosista. É assim que eu descreveria a leitura desse livro de Manoel de Barros, que nos transporta para uma outra temporalidade e nos recorda da importância do que é pequeno, do que é da terra. Apesar de nem todas as poesias terem tido o mesmo efeitos em mim, a maioria delas ressoou de alguma forma e gerou alguma reflexão. Os únicos problemas que vejo no livro são as iluminuras (que, para mim, nem sempre têm relação direta com as poesias) e a falta de um contraste maior entre as suas três partes. Ainda assim, gostei muito de tê-lo lido.
Experiência interessante. Gosto muito de Rubem Alves e no último livro dele que eu li, ele citava bastante Manoel de Barros e comecei a sentir uma necessidade de dar mais chance a livros de poesia e poema. Em geral, não são leituras fáceis pra mim, porém gostei bastante da escrita do Manoel de Barros. Ele me traz uma leveza parecida com a do Rubem Alves. Consegui enxergar alguns paralelos. Em algumas poesias, me peguei lendo com um sorriso no rosto e refletindo sobre os questionamentos do autor. Foi uma experiência interessante, diferente, e quero dar mais chances a livros assim.
Acho divertido como todo livro tem sua hora. Já tinha tentado ler o Manoel de Barros e não deu certo. Retomei porque estava procurando algo mais leve e deslanchou. Gostei do jeito quase infantil e bem humorado da poesia dele.
um livro muito bonito sobre a comunhão da natureza, das palavras e da infância. li com uns doze anos pela primeira vez, entendi quase nada. relendo agora quando adulta (e nostálgica), foi o livro certo na hora certa.
Ao mesmo tempo autobiografia e ode à beleza das coisas simples, é recheado de belas frases. Porém o formato em prosa tira parte importante da magia desse poeta gigantesco.
O melhor livro de todos de Manoel. Mexe demais com a imaginação enquanto é lido. Ele descreve muitas observações infantis sobre a natureza junto de suas fantasias
Não sou muito chegado nesses tipos de livros (poemas), e dificilmente algum do gênero chega a me cativar, e esse não cativou muito. Ele tem um beleza e é muito peculiar, pra quem gosta é um prato cheio. Pra mim, foi só uma experiência que logo logo vou esquecer. O bom de tudo é que me deu vontade de ler outros, vai que eu acho legal, vai que?