¿Una historia realmente termina cuando cerramos el libro? ¿Alguna vez te has preguntado de dónde vienen los cuentos o a dónde se van? Porque las historias no siempre son como nos las contaron...
En el mundo de Nueva Éter, un mundo custodiado por las hadas, una nueva era está por comenzar. Después de la terrible muerte del rey Primo Branford, el príncipe Anisio ha tomado posesión del trono y se ha convertido en el nuevo rey de reyes. La pequeña Ariane Narin continúa con su iniciación en la brujería mientras que los hermanos Hanson descubren que su familia tiene una deuda con la poderosa y peligrosa magia negra, la cual deberán pagar.
Dos antiguas sociedades secretas, que debían haber sido exterminadas, renacen con más fuerza que nunca. Después de dos décadas encarcelado, un ex prisionero reconocido mundialmente por sus ideas de rebeldía y por robar a los ricos para dar a los pobres es liberado, desenterrando así peligrosas canciones de guerra. El último príncipe de Arzallum está listo para participar en el torneo de box más importante de toda Nueva Éter: el Puño de Hierro. Y la tecnología de Oriente llega de manera devastadora al Gran Palacio, dando inicio a un proceso que fusionará magia y ciencia, modificando todo el conocimiento científico que el Occidente imaginaba poseer.
Con más de 200 000 ejemplares vendidos en Brasil, Dragones de Éter es la trilogía fantástica que ha conquistado el corazón de todos aquellos que luego de leer los cuentos de hadas se quedaron con ganas de más.
Raphael Draccon é roteirista profissional, editor e autor de literatura fantástica, ficção de suspense e romances com elementos sobrenaturais.
É o autor mais jovem a assinar com os braços nacionais de duas das maiores holdings editoriais do mundo, e roteirista premiado pela American Screenwriter Association.
El libro me gustó, pero no tanto como el anterior. Había escenas que se me hicieron muy tediosas de leer, como los primeros capítulos del libro y las escenas en las que presentan a los personajes que participan en el torneo de pugilismo... Sin embargo, me parece una buena continuación del libro anterior. Y en esta obra el autor me explicó cosas que en Cazadores de Brujas (primer libro de la trilogía) no me dejó totalmente claras. No recomiendo leer este libro sin haber leído el anterior, porque no se disfrutaría tanto de la historia. De todos modos, sigo recomendando esta trilogía a todos los que les guste este género literario y que estén acostumbrados a la narración en tercera persona, pues estos libros están narrados así. Aun no he comenzado a leer el siguiente libro, pero después de leer las dos primeras obras de la trilogía, le tengo buenas expectativas.
*0,5 Uma bela de uma bosta! Totalmente mal desenvolvido, coisas que não fazem o menor sentido. E, acima de tudo, EXTREMAMENTE PROBLEMÁTICO. Juro, em diversos momentos fiquei enojado de como muitas coisas são tidas pelo autor e personagens como modelos de pensamentos/atitudes.
Corações de Neve começa seis meses após os acontecimentos do livro anterior, Caçadores de Bruxas. Assim como no primeiro livro, julgo a sinopse do livro um tanto quanto incoerente com a história. Novamente são atribuídas visões de certos fatos que no decorrer do livro não são tratados com o modo que a sinopse traz, além de que essa de "E o mundo mudará. Mais uma vez" já começa a encher o saco.
Ao começar o livro fiquei feliz, porque a escrita do Draccon evoluiu desde o primeiro livro. Nesse não temos os nomes completos dos personagens sendo ditos a cada vez em que são mencionados, agora na maioria das vezes são falados apenas o primeiro ou o segundo nome deles. Temos (bem) menos interrupções e divagações do narrador nesse livro também, ele parecia bem mais centrado em contar a história do que em ficar refletindo sobre o número de pessoas em um lugar ou chamando a atenção para detalhes que não precisam ser minimamente explicados.
Em contrapartida, os personagens acabaram regredindo. Maria, que no primeiro livro se mostra uma jovem sagaz e participativa, aqui é quase que completamente passiva aos eventos ao seu redor. João apesar de ter treze anos, age como um adulto , e, o mais irritante de tudo, em diversos momentos os personagens têm suas ações justificadas pelo seu gênero. Ao longo de todo o livro vemos as personagens agindo de tal forma "por ser macho" ou "porque todas as mulheres se portam assim".
Outra coisa que me deixou um pouco irritado é a personagem de Anísio, que se torna Rei de Arzallum. A todo momento tanto o narrador quanto diversos personagens o tratam como um Rei tão grande quanto o pai, sem falar que é "definida" uma nova Era na História só porque ele é coroado, mas... por quê? Porque "desde criança ele é treinado para isso"? Porque ele é adorado pela nobreza e possui bons modos? Achei isso algo extremamente jogado na história.
Outro defeito do livro é se alongar demais durante o Torneio de Pugilismo. Das mais de 200 páginas em que o torneio acontece, elas poderiam facilmente ter umas 40, 50 páginas a menos. Sem mencionar que existem parágrafos inteiros destinados apenas a nomes de movimentos de boxe que logo se tornam exaustivos de se ler, ainda mais por alguém leigo no assunto.
E enquanto o livro passa tempo demais durante o Torneio, ele acaba correndo demais em momentos que deveriam ter sido melhor explorados. Eu fiquei esperando o livro todo as "devastadoras" mudanças decorrentes dos Orientais chegando a Arzallum e o treinamento da Ariane como bruxa, e fiquei decepcionado com o que encontrei. Sem mencionar as últimas 100 páginas do livro, onde parece que TUDO começa a acontecer na história (finalmente), mas que é tão corrido que você chega a ficar um pouco desorientado.
Algumas outras coisas também se mostram bem problemáticas ao longo do livro, a começar pela inconsistência temporal gritante. No livro anterior, João e Ariane ambos tinham 13 anos, e Maria 15. Como esse se passa apenas seis meses depois, o máximo que deveria acontecer era um ou outro personagem ter completado mais um ano, mas no final do livro João está com 15, Ariane com 14 e Maria com 17, e tudo isso sem absolutamente NENHUMA menção de tempo (meses, anos) passando.
Fora os defeitos mencionados, a leitura desse livro está bem mais fluida que o anterior, e a presença de pessoas de outros reinos (e até outros continentes) injeta uma curiosidade no leitor sobre o que vai acontecer em seguida (Inclusive, cadê o mapa? No livro passado que ele era praticamente inútil ele está lá, mas nesse, que é importante, eles tiram?). Aqui temos mais cenas de ação, e pequenas intrigas políticas, que são sempre legais de se ver em livros como esse. Novas personagens de outras histórias entram em cena aqui também: temos Robin Hood, uma referência bem tênue à Cinderela, Rumpelstiltskin e outros.
No mais, é um livro melhor que o primeiro, porém que peca em se alongar demais em certos aspectos enquanto deixa outros, mais importantes, como segundo plano.
Lo bueno no comienza sino hasta un poco más allá de la mitad del libro, pero debo decir que me dejó "picada" de principio a fin, sin duda logró que tuviera el corazón en la boca en la pelea de Axel contra Radamisto, creo que entré en pánico en un segundo. El giro de los acontecimientos fue lento, pero así el libro te deja con el corazón queriéndote salir por la boca xD justo como me pasó a mí. Me llegó mucho la forma en que terminó la relación de Axel con María, espero que en el tercer libro queden juntos, debo decir que le tomé mucho cariño a Axel. En cuánto a Anisio, a veces me parecía egoísta, luego cuándo contó todo a Axel sobre cosas que no sabía, sentí compasión de él. Creo que después de todo esto la relación de hermanos podría fortalecerse, solo falta ver qué pasará con María y Axel al final. Sería triste si no terminaran juntos. Es un bonito romance.
Me agradó mucho que combinaran varios cuentos, como Robin Hood, el detalle de la zapatilla de vidrio de María aludiendo a Cenicienta, Y no sé si me equivoque pero creo que hasta peter pan salió por ahí, no directamente, sino aludiendo a los niños huérfanos y Robin llevándolos. Quizá me equivoque, el detalle de los siete enanos, que debo decir, fui tan despistada que no noté hasta el segundo libro casi al final que Blanca Corazón de Nieve es el realidad Blanca nieves. Geppeto, Pinocho, un libro que deberé volver a leer desde el primer volumen.
Y sin duda el que terminó de sorprenderme fue Joao Hanson, que incluso la espada en la piedra, se mencionó ahí. Fue un detalle increíble en mi opinión. Igual con él, me mantuvo con el corazón en la boca, grité, lloré, me quedé sorprendida muchas veces, algo que ningún libro había logrado...
Gracias a Raphael Draccon por este libro que me ha robado la respiración de principio a fin. Y ahora... se viene el tercer libro, en dónde al parecer comenzará la guerra mundial debido a Helena de Bravaria y a su amante.
- Esta saga me gustó desde que leí el primer libro. - Una parte de la trama no me gustó como terminó (no la cuento para no dar spoilers). - Mi personaje favorito de esta saga es Maria Hanson, pero también me gusta la historia de Ariane como aprendiz de bruja.
Como eu sou masoquista, fui ler o segundo volume achando que o autor pudesse evoluir. Ledo engano... os problemas de escrita só se acumulam... Abandonei a leitura da trilogia, fechando este segundo livro.
3/5 O inicio é muito chato... Foi um sacrilégio O narrador é menos irritante nesse livro mas ainda sim nn gosto muito ( é em 3a pessoa, se você gosta de narrações em 3a nn será um problema, mas na minha opinião atrapalha o dinamismo da história) MUITO PROBLEMÁTICO. No primeiro livro eu relevei, mas o machismo desse livro me irritou profundamente... Não adianta vc colocar a chefe da guarda real uma garota, mas em todas as cenas dela ela esta com algum macho e toda hora falar como mulheres são complicadas escandalosas e pior falar "lutar como uma garota" como sinonimo de não saber lutar, etc... Nossa me irritou mto que nem consigo escrever direito... Eu não sou de ação ent de verdade os capítulos das lutas (que tinham umas 20 páginas cada) eu meio que pulei, mas entendo que ai é minha preferencia. Quem gosta de ação detalhada vai gostar, mas pra mim foi um tédio Os poucos capítulos da Ariane levaram o livro nas costas, de verdade eu li o livro inteiro só por ela. Amo a personalidade dela e ela entendendo mais sobre magia, gostaria que fosse mais bem explorado o por que ela é especial e é claro, o João e a Maria descobrindo que ela é uma bruxa É o que eu falei no primeiro livro: A história e os personagens tem potencial, você fica curioso para saber o que vai acontecer, a mistura de contos de fadas que vão se encaixando é bem feita e interesante, mas o jeito que é escrito é péssimo... Da muito foco em coisas que a gente não se importa, fica o livro inteiro enrolando, pra jogar tudo nas últimas 100 páginas... Eu ganhei o box de aniversário, então lerei os outros livros (pq já tenho ne) mas não seria um livro que eu recomendaria a alguém, mesmo gostando da história e dos personagens, vejo muitas problemáticas, dependendo de como desenrolar os últimos 2 livros eu mude de ideia, mas pelos primeiros essa é a minha opinião
Arzallum se prepara para coroar um novo rei e sediar um evento de luta, com representantes do mundo inteiro vindo participar. Ao mesmo tempo, o continente oriental aparece e apresenta uma tecnologia mágica capaz de mudar o mundo. E muito mais acontece. São tantas histórias diferentes que é difícil tentar resumir o livro. A coroação e o evento de luta servem para apresentar a política dos outros reinos, mas é uma apresentação rasa, pois a única forma de diferenciação entre os reinos no evento de luta são mínimas, como um dos lutadores ofender os outros como forma de ataque psicológico, e outro ser gordo. João e Ariane ganham mais personalidade, e gosto do arco de João e seu pai, e também do romance entre as crianças, mas os problemas de narrador velho de bar continuam. Snail é a sombra do personagem que gostei tanto no primeiro livro, ele não é um personagem nesse, nem chega perto. Liriel toma o lugar dele, e em vez de focar em sua própria história, é usada apenas para explorar seus poderes. O propósito de Liriel é uma cena. E claro, ainda temos o romance entre Axel e Maria e ainda não gostando. E sinceramente, sem o romance Maria não é nada. Quando mais novo esse era meu livro preferido da série, e percebo porque gostei. A narrativa, a linguagem, os acontecimentos, tudo é muito cinematográfico e conversa diretamente com o leitor. Se você conseguir ficar imerso na história, tudo se torna fantástico. Mas se você não conseguir, é vazio e previsível.
Até agora sem acreditar que o plot principal só acontece nos primeiros 25% e nos últimos 25% do livro. Todo o recheio desse sanduíche literário é completamente focado na versão deles de uma copa do mundo do boxe. Eu já tinha odiado esse elemento no primeiro livro, que apareceu em um ou dois capítulos, então vocês devem imaginar o quanto eu custei pra chegar ao fim desse.
Em contrapartida, o escritor sabe escrever muito bem cenas românticas e familiares, qualquer uma que seja bastante emotiva, e ele ainda desenvolveu bastante os personagens secundários nessa continuação, a ponto dos leitores começarem a se importar com eles também. A última seção particularmente foi incrível. Mas me irritou muito que o livro se chama Corações de neve e o plot da Branca Coração-de-Neve foi, NO MÁXIMO, o 6º foco até LITERALMENTE as últimas 80 páginas. Porra, chama de outra coisa aí pelo menos.
Eu não acho que o livro vale 4 estrelas, mas como eu já dei 3 pro primeiro, e acho que esse foi melhor que o anterior, então vamos ter que ir de 4 estrelas mesmo.
PS: Gostei muito do conceito de um personagem que seja ao mesmo tempo Frei Tuck, Jesus Cristo e Che Guevara, e é uma pena que o autor não soube aproveitar.
Terrible decepción. Este libro es malo, lo peor que he leído en mi vida, pero se gana puntos extras porque, ¿cómo diablos un libro tan bueno como la primera parte desembocó en algo tan malo? La única explicación que estoy dispuesto a aceptar, es que el autor lo hizo apropósito.
El libro no parece tener trama, te escupe contexto aburrido cada que puede y del maravilloso set de personajes de la primera parte, solo nos quedan Axel y Anisio (Joao y Snail siguen por ahí, pero confíen en mí: sus historias no importan). Axel regresa a ser un insufrible Gary Stu que se comporta como lo mejor que le ha pasado al universo, mientras que Anisio se comporta como lo mejor que le ha pasado al universo desde Axel.
Sin embargo Anisio se lleva el premio no solo al peor personaje del libro, sino también al rey más idiota que he visto. En serio que se ocupa salir egresado con honores en la licenciatura en idiotez, para casi provocar una guerra mundial al minuto de ser coronado rey y todavía tener los santos cojones de seguirte comportando como si fueras lo mejor que le ha pasado a la humanidad... desde tu hermano Axel.
Eu gostei ainda mais desse do que do primeiro, o livro é uma montanha-russa de sentimentos interminável; e a narrativa reforça cada uma desses sentimentos de forma intensa, eu nunca senti coisas tão vívidas em um livro. Sentimentos manifestados pela vontade e ilimitados pela fé. O livro já começa com a promessa de uma Nova Era, onde tudo o que conhecemos muda, novos personagens ão apresentados e o mundo muda, e tudo isso é sentido intensamente. Desde as tensões e brigar dos personagens até os momentos mais felizes, emocionantes e bonitos. Dando um destaque para o Punho de Ferro: eu nunca torci tanto por alguém quanto torci pelo Axel nesse campeonato, nunca tive tanto medo de ver um personagem perder uma competição, nunca me senti tão imersa numa atmosfera quanto na gerada pela torcida de Arzallum por seu campeão. Mesmo após a competição, o livro continua intenso, tanto para o bem quanto para o mal. E nunca pensei que tantos sentimentos poderiam ser evocados de forma tão intensa por um livro, porque mesmo quando me emociono com outras obras sei que se trata de uma ficção, mas não aqui, aqui eu torci, gritei e chorei por esses personagens como se eles fossem reais, e, por um momento eles foram, porque o que seria de Nova Ether, sem seus semideuses pensando, acreditando e sonhando com ela? E essa colocação de Rapahel Draccon de seus leitores como os semideuses que sustentam a existência desse mundo nunca foi tão real, tão significativa pra mim quanto agora.
This entire review has been hidden because of spoilers.
En esta segunda parte todo cambia, crece y evoluciona. El primer príncipe pasa a convertirse en rey, mientras que el segundo príncipe pasa a ocupar el lugar de su hermano sin importar los problemas o inconvenientes que tengan entre ellos. Con el torneo del puño de hierro, todas las naciones reunidas en un mismo lugar y con la visita de extranjeros inesperados y sorprendentes: Alex, João, Ariane y Anisio tendrán que enfrentar sus miedos, tomar decisiones que podrían o no cambiar sus vidas.
Este libro me tuvo enganchada desde el inicio hasta el final, pero no lo disfrute tanto como el primero. Sin embargo, la narración en tercera persona del autor te hace vivir y experimentar lo mismo que los personajes. Muchas dudas fueron resueltas en esta segunda entrega,pero muchas salieron a flote, espero que la tercera y última parte sea mejor que las últimas dos y responda todas mis dudas.
Esse livro é um dos mais especiais da minha vida. Nunca vou esquecer do dia que recebi uma cartinha de uma pessoa anônima que foi doida o suficiente para rasgar a última página desse livro e me dar dizendo ser o seu favorito (através de outra pessoa para que eu não a conhecesse). Não adiantou muito, porque no dia seguinte descobri que a admiradora anônima é a minha atual namorada.
Esse livro se tornou muito mais emocionante pelo valor simbólico que ele carrega para mim, mas isso não diminui como essa série consegue te envolver por inteiro. Os capítulos que estão em uma cena e no próximo estão em outra fazem com que você continuamente fique lendo de forma obsessiva para voltar à cena que estava e conseguir saber o desenrolar da história.
Nunca fui a maior fã de fantasia, mas adoro esses livros. Obrigada, Liza :)
O que o Draccon fez nesse livro foi de absoluta elite. Simples assim.
O desenvolvimento dos personagens foi trabalhado com extremo cuidado, e com um toque de sutileza muito bom, principalmente quando se fala de Maria e Ariane.
E o que falar de João Hanson, que é simplesmente meu personagem favorito nessa saga, a evolução dele nesse livro foi algo divino, e as palavras dele pro seu pai, foram tão delicadas, que eu sentia estar falando com o meu pai, que perdi no começo desse ano.
E no demais, não tem como dar outra nota senão 5 estrelas pra esse livro, com o bônus de favoritar.
Que venha os Círculos de Chuva, pra continuar essa saga que só me surpreende a cada livro que termino.
Dragões de Éter continua sendo uma grata surpresa pra mim nesse ano de 2024. E Círculos de Chuva já virá em 2025.
Acredito que neste segundo volume a série entrou em um momento mais tranquilo, sem muita ação por parte dos personagens, pelo menos foi a impressão que me deu no início, com o decorrer da narrativa o ritmo vai aumentando, mas confesso que achei que demorou um pouco demais para as coisas começarem a acontecer. O que me incomodou bastante é que o autor sempre termina um capítulo no ápice do mesmo, não que isso não seja uma boa estratégia, mas o uso excessivo desse recurso começou a me irritar em um determinado momento. Mas, é claro, isso instigava minha curiosidade e me fazia querer continuar a ler cada capitulo para saber o que aconteceria enfim.
Sem dúvidas meu livro preferido de toda a tetralogia. Ele tem a história mais bem contada, com acontecimentos marcantes e assuntos bem elaborados. O escritor não mudou sua forma de escrita, continuando com os capítulos curtos e visões de personagens diferentes e isso importa muito para mim numa série de livros. Assim, também elogio a forma que ele retratou a religião bruxaria e todo o preconceito da sociedade. Mais uma vez o foco da história mudou, apesar de ter uma continuidade e evolução dos personagens. Lembro de ter ficado triste com o término do livro e ansiosa para logo começar o terceiro, ainda mais sabendo de todos os acontecimentos novos que chegaram nesse livro.
La verdad a comparación del primero este libro es mas pesado, la mayoria del arco de Axel se siente como relleno, igual que un par de personajes, el personaje de Maria decae mucho, pero el asunto político es facil de digerir y comprender, realmente hubo una gran parte del libro en que incluso ya estaba enojada con los protagonicos, y la verdad, los finales son buenos, son satisfactorias, el final si me hizo perdonar todo el libro jaja, en resumen es mas pesado que el primero, mucho se siente como relleno, pero al final vale la pena todo el estres
mano, aconteceu tanta coisa nesse livro eu curto mt ele pq os capítulos são curtos e a história fica muito fluída, aí, do nd, um cap tem 50 pag, nessa hr eu quase morri. provavelmente um dos caps mais importantes desse livro e mano, o final, o Robin, oq foi aql? juro, n esperava msm fiquei bem chateada com os acontecimentos entre a Maria e os meninos, espero que melhore no próximo e a Ariane e o João são mt piticos
This entire review has been hidden because of spoilers.
Segunda entrega de Dragones de Éter que es igual de bueno que el primero, las expectativas no bajan sino que se mantienen e incluso aumentan conforme avanza el libro y todas esas expectativas se cumplen al pie de la letra.
Corações de Neve é um daqueles livros que não parece funcionar como livro uno. Na verdade, ele parece muito mais ser uma conexão entre Caçadores de Bruxas e Círculos de Chuva do que um livro único, que se sustente sozinho. E isso é meio cansativo. Grande parte da história se baseia no torneio de Pugilismo que, pelo menos por enquanto, parece não dar em nada. Outra parte da história se baseia na influência "oriental", que também não se desenvolve muito nesse livro, e a última parte dá foco para a história de Robert Locksley e seus planos, ignorando praticamente tudo mais que acontece na história.
A narrativa de Draccon, pelo menos, parece um pouquinho melhor. Aquele narrador enrolado e intrometido de Caçadores de Bruxas não aparece aqui, talvez por que o leitor já esteja mais familiarizado, mas ainda assim existem vários trechos em que Draccon tenta falar de seus leitores de uma forma metafórica que acaba sendo meio breguinha, apesar de fofa. Ele também não deixa de perpetuar ideias machistas e racistas, atribuindo atitudes de personagens ao fato de "ser mulher" ou "ser homem" ou até mesmo usando o velho trope do "oriental" que aparece na história só pra ensinar algo ao herói, falando errado e tendo "olhos puxados" e "tatuagens exóticas".
O "herói" aqui, também, me dava nos nervos. Axel é maravilhoso, mas, Deus, perdi as contas de quantas vezes eu quis chacoalhar esse cara. A sua jornada se aproveita de tropes irritantes, e a forma como ele tratava Maria me fazia querer gritar. Mas não vou mentir: A cena em que ele finalmente conversa com Anísio, seu irmão, e descobre a verdade sobre seu pai foi uma das minhas favoritas.
João, também, me deu nos nervos pelos mesmos motivos (Deus, Draccon, por que dar tanto foco a esse suposto papel da mulher e do homem dentro da sociedade??????? Pessoas podem fazer coisas por outros motivos além de ser homem ou mulher!!), mas fiquei curiosa pra ver onde ele vai chegar. Assim como fiquei curiosa com Ariane (que poderia ser muito mais desenvolvida na história - gente, cadê descrição das aulas dessa menina??) e com Maria, que tem grande potencial.
Eu enrolei muito pra ler Corações de Neve justamente por ser esse livro tão "filler", que não parece funcionar como livro único e enrolava muito em coisas desnecessárias (Sério, ninguém precisa de descrições extensas do torneio de Pugilismo) e lança tantas questões que acabam sendo deixadas de lado (Alô, "lado oriental"???? Ele serviu só pro Axel ganhar??). Mas também me emocionei com algumas cenas e me apaixonei um pouquinho mais pelos personagens (Principalmente pelo Anísio, que, mesmo sendo o Rei, acaba sendo deixado de lado), aumentando um tantinho minha vontade de ler a conclusão dessa trilogia.
This entire review has been hidden because of spoilers.
Dragões de Éter — Corações de Neve contém uma história impressionante que ocorre em um mundo fantástico de contos de fadas. A escrita de Raphael Draccon persiste na simplicidade da ocorrência dos fatos com um tom de humor, portanto, é uma leitura rápida e fácil.
O projeto gráfico continua bastante chamativo, na qual a ilustração está realizando o seu papel ao atrair o olhar do leitor. O subtítulo do livro foi bem escolhido, pois retrata algumas ocorrências do enredo.
Nesta história ocorre o desenvolvimento dos personagens, assim como os acontecimentos que irão se desenrolar no decorrer da história. Há mais referências de diversos outros contos de fadas que o autor incluiu na história. Há referências dos contos de fadas: "Chapeuzinho Vermelho", "João e Maria", "Branca de Neve e os Sete Anões", "Robin Hood" e "Pinóquio".
O autor coloca muitas ideias interessantes, porém, acredito que ele poderia tê-las desenvolvido melhor, ao mostrar mais detalhes e uma maior descrição de alguns acontecimentos ao prolongar alguns capítulos que mostraram-se muitos curtos. Esse é um dos problemas que ainda vejo desde o primeiro livro dessa série — o fato dos capítulos serem muito curtos — o que não dá uma imaginação para quem o está lendo. Contudo, continua sendo uma história muito bonita com um final impressionante.
Trecho
“Porque metade da vida de um ser humano envolve sobreviver ao mundo. A outra metade envolve descobrir um significado para sua existência. Para o primeiro, existe o trabalho, o instinto e a evolução natural. Para o segundo, existe o amor, a fé. E o sonho.”
Libro dos de la saga y debo decir que es tan bueno como el primero. Toda la cuestión del torneo me puso los pelos de punta, me quede sin uñas. Raphael Draccon es un increible escritor, la manera de narrar los enfrentamientos me hacia sentir como si realmente estuviera en Arzallum. Los hermanos Hanson son uno de mis personajes favoritos, pero durante este libro creo que Joao llego a hartarme y lamentablemente llegue a odiarlo, no estoy muy de acuerdo con su relación con Ariane. Hubo momentos en todo el libro que senti que iba a morir de apuración. Uno de los detalles sobre Raphael Draccon que no me gustan es como corta las partes interesantes, esta pasando algo tan intenso, nos pone un fragmento de otro personaje que omitimos leer para saber que paso con el otro personaje. Además de eso creo que no hay otra cosa que me desagrade de este libro. Son especiales para mi. Axel Branford, si no regresas con Maria Hanson, te mato.
Eu nem li o terceiro e quarto mas algo me diz que esse é o melhor livro da saga, se não for pelo menos é mil vezes melhor que o primeiro, a tensão criada com torneio de pugilismo é a minha parte favorita e o torneio em si é algo nos emociona e contagia; o arco do João é triste e forte ao mesmo tempo; mais uma vez o amor entre Anísio e Branca se provou verdadeiro; minha visão sobre o príncipe Axel mudou um pouco depois que descobri a coisas mal resolvidas entre ele e o irmão, e também pelo o que ele fez com Maria, o ponto positivo foi a ajuda que ele tinha dado a João esse tempo todo sem que ninguém soubesse. (menção honrosa ao arco de Locksley e a frase “Vladimir é o Cara*** meu nome agora é Jonh Pequeno Po***, quem não percebeu a referência a Cidade de Deus aqui leu o livro errado). Enfim o livro bem escrito com plots bem construídos é uma tensão e emoção gerada durante a leitura que foi de tirar o fogo.
This entire review has been hidden because of spoilers.