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Kililana song #1

Kililana Song

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L’histoire se passe dans l’archipel de Lamu, au large du Kenya. Günter est un marin hollandais qui n’hésite pas à jouer les trafiquants si les commandes légales ne suffisent pas. Naim, un gamin d’une dizaine d’années, orphelin, habite chez sa tante. Il refuse d’aller à l’école coranique (il est peu enclin à la discipline), et fait souvent l’école buissonnière. Il vit de petites magouilles (plutôt que d’éplucher des crevettes pour « l’Indien »). À quelques encablures de là, dans la brousse de Kililana, au coeur de la mangrove, Ali, un vieillard solitaire, survit de la pêche et de la cueillette, coupé du monde. À côté de sa cabane, un arbre a poussé. Avec le temps, celui-ci est devenu un impressionnant autel couvert d'objets divers, de tissus, de carcasses animales… Mais le lieu est convoité par des promoteurs immobiliers français qui rêvent d’en faire un complexe touristique.

128 pages, Hardcover

First published March 1, 2012

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About the author

Benjamin Flao

22 books8 followers

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Community Reviews

5 stars
36 (29%)
4 stars
56 (45%)
3 stars
28 (22%)
2 stars
3 (2%)
1 star
1 (<1%)
Displaying 1 - 8 of 8 reviews
Profile Image for Simon.
930 reviews24 followers
July 23, 2020
Absorbing story of a Kenyan street urchin. The plot is leisurely and only really sparks into life towards the end, with a cliffhanger for the second and final volume, but the art is lively and expressive and it's full of gentle humour.
Interested to see where volume 2 goes, as there are hints of a wider plot involving corruption, land use, politics and religious conflict.
Profile Image for Dustyloup.
1,324 reviews9 followers
February 15, 2014
Une aventure qui bouge rapidement mais (pour moi) lit lentement. C'était le genre de bd qu'il faut lire avec soin et ne pas me laisser tenter par la rapidité / facilité des images... À savourer. Et maintenant, il faut que je trouve la suite...
Profile Image for Thiago Moura Alves.
46 reviews
June 14, 2024
"Kililana Song" de Benjamin Flao, embora seja uma obra de arte visualmente deslumbrante e uma narrativa comovente, não escapa de certas críticas quanto à sua abordagem. Em particular, a HQ pode ser vista como um exemplo da visão urbana europeia que, por vezes, idealiza comunidades pobres enquanto seus criadores e consumidores continuam a usufruir dos benefícios do capitalismo de alto padrão.

A HQ, ambientada na pequena cidade de Kililana no Quênia, apresenta uma comunidade rica em cultura e tradição, em contraste com as forças externas de globalização e desenvolvimento capitalista. No entanto, a forma como essa narrativa é construída pode refletir uma tendência problemática de exotificação e romantização de realidades complexas e difíceis.

Uma crítica central é a idealização das comunidades pobres, vistas frequentemente através de uma lente que enfatiza a simplicidade, a pureza e a harmonia com a natureza. Esse tipo de retrato pode, inadvertidamente, simplificar e estetizar as dificuldades reais enfrentadas pelos habitantes dessas regiões. A vida em Kililana, com suas tradições e resistências, é mostrada de forma quase utópica, um paraíso ameaçado por invasores externos. Enquanto isso, as realidades do dia-a-dia – a luta pela sobrevivência, a falta de recursos básicos, e as desigualdades estruturais – são suavizadas ou romantizadas.

Esse fenômeno pode ser entendido como uma forma de escapismo para os leitores europeus urbanos, que podem desfrutar de uma visão idealizada da pobreza sem confrontar diretamente os problemas que a perpetuam. A obra, consumida por uma audiência que muitas vezes vive confortavelmente nos centros capitalistas do mundo, pode oferecer uma sensação de envolvimento emocional e ético sem exigir um verdadeiro engajamento ou ação em relação às injustiças apresentadas.

Além disso, o próprio sucesso comercial de "Kililana Song" e de outras obras semelhantes reflete uma ironia: a capitalização sobre a narrativa de resistência ao capitalismo. As publicações, vendas e consumo de tais HQs ocorrem dentro das estruturas do mercado global, beneficiando-se das mesmas dinâmicas econômicas que criticam. Os leitores, muitas vezes pertencentes a um segmento de alta renda, consomem essas histórias como uma forma de entretenimento ou enriquecimento cultural, sem que isso necessariamente leve a uma mudança nas práticas econômicas ou sociais que sustentam suas próprias vidas.

Essa dissonância entre a crítica ao capitalismo e a participação ativa no sistema capitalista é um ponto de fricção. Enquanto "Kililana Song" levanta questões importantes sobre globalização, preservação cultural e resistência, é crucial reconhecer que essas representações podem ser filtradas através de uma perspectiva ocidental que não enfrenta as mesmas pressões que os sujeitos retratados.

Portanto, embora "Kililana Song" seja uma obra significativa e artisticamente impressionante, ela não está isenta de uma crítica mais ampla sobre como as narrativas de resistência e cultura são moldadas e consumidas no contexto global. Há uma necessidade contínua de questionar e refletir sobre a forma como essas histórias são apresentadas e as dinâmicas de poder envolvidas na sua produção e consumo. Assim, podemos apreciar a beleza e a mensagem da obra, enquanto permanecemos conscientes das complexidades e das responsabilidades inerentes ao seu contexto.
116 reviews
March 16, 2025
Une histoire kényane au gré de personnes haut en couleurs !
Profile Image for Andrea Wirkus.
74 reviews2 followers
May 19, 2025
li a edição única, completa, da Ed. Nemo. que quadrinho mais bonito!
os arcos narrativos confluem também de maneira muito orgânica na história e o final me surpreendeu. recomendo. :)
Profile Image for Andre.
1,424 reviews107 followers
March 24, 2015
1) Deutsche Rezension
2) English Review

1) Deutsche Rezension
Die Geschichte ist in Ordnung wenn man alles bedenkt, aber nicht sehr einprägsam was die Namen der Figuren angeht. Ich kann mich erinnern was sie taten und zu einem gewissen Grad wer was gesagt hat, aber das war's. Was eigenartig ist, da ich mich leicht an die Charaktere erinnern kann aber nicht die Namen (z.B. Naim ist ein rebellischer Pre-Teen dem eigentlich alles über ist und denkt er ist schlauer als er eigentlich ist und sein Bruder versucht ihn ständig in die Koranschule zu stecken und ist sehr strikt).
Ebenso passt die Zusammenfassung des Buches über den Inhalt nicht wirklich. Es gibt nur einen Fall wo die Modernisierung etwas bedroht und das ist ein Baum in dem angeblich ein Djinn lebt (keine Ahnung ob Kenianische Mythologie solche hat) und es scheint eher um Drogen zu gehen als Modernisierung. Einige Figuren sind etwas Klischee (wie der naive amerikanische Tourist) aber sie sind recht realistisch, das kann man nicht leugnen.
Der Zeichenstil ist vermutlich nicht nach jedermanns Geschmack. Es hätte wirklich besser sein können, z.B. die Art und Weise wie die Haare des einen gemalt sind lassen ihn wie einen Aborigine aussehen und keinen Kenianer.
Es ist klar, dass dies in den frühen 2000er spielt aber aufgrund des Stils war das nicht gleich erkennbar.
Was ich mich aber frage ist warum manchmal die Originalbegriffe benutzt wurden und in anderen Fällen nicht. Wenn es ein Begriff über eine bestimmte Art Monsun geht ohne deutsches Äquivalent, ok aber wenn das Wort nur "Lehrer" bedeutet, warum nicht einfach "Lehrer" benutzen?


2) English Review
The story is ok all things considered, but not very memorable when it comes to the character's names in my mind. I can recall what they did and to a degree who said what, but that was it. I could not recall their names easily. Which is weird since I can easily recall their characters but not their names (e.g. Naim is rebellious pre-teen who is way over his head and thinks he is smarter than he actually is or his brother is constantly trying to get him into Quran school and is pretty strict).
Also the summary on the book about the content does not really fit. There is only one case of something ancient being threatened by modernization, a tree said to have a Djinn in it (and I have no idea whether they exist in Kenyan mythology) and seems to be more about drugs than urbanization. Some characters are a bit cliché (like the naïve American tourist) but they are pretty realistic, that cannot be denied.
The artstyle is probably not after everyone's fancy. In fact it could have been better, e.g. the way they drew one guy's hair makes him look like an Aborigine and not a Kenyan.
It is clear that this is playing in the early 2000s at least but it wasn't first apparent, due to the style.
However what I wonder though is why in some cases original words where kept when they could have easily been translated. If it is a specific term for a certain kind of monsoon without a German equivalent that is fine but when the word literally only means "teacher" than why not just say "teacher?"
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