O livro é sobre aquilo que tradicionalmente se chamou de 'esquerda festiva' - que o autor atualiza e renomeia para 'esquerda caviar' - e trata da associação histórica entre ícones da cultura (Chico Buarque, por exemplo) e líderes autoritários/populistas (Fidel, Hugo Chávez); entre elite econômica (George Soros) e causas politicamente corretas (meio ambiente, aquecimento global). Embora escorado em ampla bibliografia e em evidente estudo, o livro tem um caráter essencial de provocação e de chamada à discussão.
Rodrigo Constantino dos Santos is a Brazilian economist and columnist.
An outspoken supporter of liberal economics, regularly writes for the newspapers "Valor Econômico", "O Globo", and "Veja" magazine. Holds the position of chairman of the liberal institute and is one of the founders of Millenium Institute.
Decepcionante. Ate concordo com o posicionamento geral de Constantino e com diversos de seus argumentos, porém o tom desrespeitoso é desnecessário. E em muitos momentos ele força demais os argumentos para fazer seu ponto. Abandonei na metade. Não consegui ler o livro inteiro mesmo concordando com o conceito geral e sendo eu mesmo um capitalista liberal, totalmente a favor da livre iniciativa e contra a atuação paternalista do Governo e da esquerda (caviar) em geral.
I chose this book to practice Portuguese, without many expectations. Once I got into it, I found it had many interesting insights that I had not seen before in any Libertarian book. Indeed, the structure of the book is very original, since it begins with a long section on the false assumptions and beliefs of the liberal left, which the author -correctly- links to inner moral flaws of those who defend them. Exquisite and very well written. I enjoyed from beginning to the end. Plus it improved my Portuguese!
Uma boa leitura, porém com muitas ressalvas! Tem ótimas citações que reforçam bastante o ponto de vista do autor. Constantino realmente é bastante corajoso em colocar algumas idéias que seriam "politicamente incorretas", mas creio que erra por tentar pregar tudo ao extremo oposto da esquerda afim de tentar invalidar ainda mais essa linha de pensamento. Chega ao ponto de criticar qualquer forma de caridade, praticamente chama os democratas americanos de comunistas e diz que a preocupação com a poluição e desmatamento é balela. O capítulo das celebridades deveria ter sido excluído pois tem muitas críticas gratuitas que apelam pro lado pessoal ou simplesmente critica quem defende as causas ambientais por utilizar aviões! Constantino ainda dá a dica que poderia ter salvo John Lennon : ao invés de pregar a paz devia carregar uma arma! Apesar de ter destacado muito os pontos negativos ainda acho que é uma leitura muito boa e vale refletir sobre o que foi escrito mesmo sem concordar com tudo.
Um livro raso. Apesar de Constantino já ter afirmado que esse livro foi o que mais "sentiu tesão de escrever", ele pode ser entediante para quem já simpatiza com suas ideias e já conhece seus artigos. Diria que esse livro poderia ser escrito com 200 páginas no máximo, visto que o autor ataca o mesmo ponto por diversos parágrafos, tornando a leitura extremamente repetitiva. Possui bons argumentos e fontes, mas a escrita não tem a mesma qualidade de seus artigos, diria até que por vezes parece um revoltado (o que eu classifico como a parte humorística do livro); falta uma melhor amarração entre os assuntos e na própria argumentação, que parece estar "jogada" com várias citações e casos. Para quem está iniciando a leitura nesse tipo de assunto, pode se surpreender com a hipocrisia dos esquerdistas, inclusive é como classifico o livro: para iniciantes em questões políticas e da cultura impregnada numa grande parte dos brasileiros.
Excelente. Constantino traz curiosidades, faz julgamentos fortes e certeiros. A leitura é agradável, engraçada, bastante atraente para persistir e perder o tempo na leitura. Se você deseja compreender como a esquerda se transformou do Muro de Berlin para os dias de hoje, você deve começar por esse livro.
Excelente livro, me deixou mais preparada culturalmente e historicamente. As criticas são sérias, profundas e muito bem fundamentadas. E existem também capítulos com bastante humor, ri muito sozinha! Recomendo fortemente.
Constantino mostra neste livro uma realidade pouco compreendida pela população. Aqueles que fazem parte da esquerda brasileira, que tem posses, artistas ou famosos, pregam o socialismo como solução para os males do mundo, mas na 1a oportunidade vão às mecas do capitalismo exercer seus desejos de bens e conforto. Uma realidade que não é eclusiva nossa, mas está em outros países, muitas vezes insuspeitos. A defesa de causas progressistas parece ser justa. Meio ambiente, igualdade, educação para todos. Quem poderia ser contra? No entanto, o socialismo produz o inverso disso e apenas favorece uma classe dirigente corrupta e seus satélites puxa-sacos. Ótimo livro!
“E fácil amar a humanidade; difícil e amar o próximo” frase do Nelson Rodrigo que o Constantino destacou no início do livro, e em seguida encheu o leitor de exemplos de pessoas com discursos bonitos, politicamente corretos… mas que na prática a história é outra.
Redundante e exageradamente sarcástico. A última parte do livro é totalmente dispensável. Beba direto da fonte lendo Scruton, Dalrymple, Horowitz e Sowell
O autor coloca sua visão da esquerda caviar de forma organizada e referenciada. É leitura interessante para começar a entender a realidade desse “modo de vida”. Por vezes repetitivo e exagerado ... mas deve ter sido a fórmula do autor para encarar a atual guerra cultural que estamos vivendo.
O livro é interessante porque "revela" ou mesmo massacra a ideia de que existe uma pura santidade intencional nos atos dos pensadores esquerdistas, no caso a ideologia da "Esquerda Caviar". Mas, o massacre se estende para uma estranha sensação de que a partir do momento em que eu concordo com algumas ideias "esquerdistas" eu corro o risco de ser rechaçada como pessoa pelo escritor. Eu gostaria de ter tido uma leitura menos pessoal, menos histérica, com argumentações melhor desenvolvidas e produtivas.
O autor faz correlações interessantes sobre o esquerdismo e os esquerdistas e fenômenos que eu nunca havia notado, além de dar dicas de outras obras (livros, filmes) sobre assuntos afins. Pode servir de boa fonte de consulta para aquele seu amigo maravilhado com o Che Guevara.
Pefiro seus textos curtos, o livro tem assuntos bem definidos mas faltou uma amarração melhor; o autor parece mais conservador do que nas redes sociais.
Sou leitor assíduo do Constantino, desde de seus tempos de blogspot, mas esse livro definitivamente não é o seu melhor! Levei um tempo grande pra poder terminar o livro porque é bastante repetitivo e a linha de argumentação não é muito boa também, as vezes chega a parecer birra adolescente.
Ainda dei 2 estrelas pela bibliografia do livro que é excelente.
Não dá pra falar sobre o livro sem criticar o autor cuzeta. Basicamente, o Rodrigo Constantino ainda é o mesmo do vídeo do Ciro Gomes que desconhece o funcionamento básico das coisas da Terra por que tem preguiça de conhecer qualquer coisa a fundo. Tô me sentindo mais burro por ter lido e que Deus tenha piedade da minha alma.
O livro não chega as raízes do problema. Marx afirmou que ideologias são apenas um vestido de ideias para interesses materiais, onde estão os interesses materiais ao defender a esquerda? Quem está por trás dessa máquina que movimenta bilhões apoiando intelectuais e artistas? Constantino não diz. Tudo está na cabeça dos que a defendem, ou por medo, ou por oportunismo etc,.
O autor é um pouco extremista em alguns pontos, mas tem excelente opiniões. Leitura agradável e leve. Bom para ter uma boa percepção das diferentes ideologias.