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Surviving Technopolis: Essays on Finding Balance in Our New Man-Made Environments

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Technopolis has no end in view other than bigger, faster, newer, and more. While giving us many material benefits-at least in the short run-in its wake are spiritual loss, alienation, and devastation. These essays not only evaluate Technopolis, but also seek wisdom to cope with our new human-made environments. Positively stated, they offer suggestions on how to bring us back into balance. Some of our best wisdom in analyzing Technopolis can be found in the voices of the Christian humanists. Unlike Enlightenment humanism, which tends to be human-centered, Christian humanism is concerned with the role of humankind within God's created order. G. K. Chesterton, T. S. Eliot, J. R. R. Tolkien, and C. S. Lewis represent this tradition. They, and others like them, understood that technological progress with no clear telos obscures what Eliot called "the permanent things" Surviving Technopolis means restoring the things closest to us-those old identity-forming institutions of home, church, and community.

128 pages, Paperback

First published September 24, 2013

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Profile Image for Fernando Pasquini Santos.
11 reviews6 followers
November 6, 2017
Não se engane pela capa desse livro, cheia de códigos HTML. Ela me chamou bastante atenção e me motivou a comprá-lo, mas isso pode não acontecer com você; se for o caso, não deixe de lê-lo por causa disso, porque o livro é uma coletânea de artigos que passa longe de questões de programação e computação. Os temas são mais profundos e sérios do que isso. Arthur W. Hunt III faz uma análise crítica, à luz da tradição reformada, de características de nossos tempos que podem ser simplesmente chamadas de Technopolis - uma corrida desenfreada atrás de progresso tecnológico, mecanização, rapidez e eficiência, consumismo, propaganda e produção em massa, e a abdicação do discurso moral, valores tradicionais e culturais para a soberania do know-how tecnológico, produzindo alienação, mediocridade e vazio espiritual - a "abolição do homem", ideia de C. S. Lewis que repetidamente é explorada no livro.
Hunt fez mais que o dever de casa para discutir sobre isso. Os três primeiros capítulos apresentam ao leitor as ideias principais de Marshall McLuhan e Neil Postman sob um olhar reformado. A partir daí, sua análise é bastante profunda, apresentando e contextualizando ideias de vários grandes autores cristãos - entre os quais pode-se destacar G. K. Chesterton, T. S. Eliot, J. R. R. Tolkien, C. S. Lewis, Jacques Ellul, E. F. Schumacher e Wendell Berry.
Sobretudo, porém, Hunt não se limita apenas em diagnosticar o problema. O livro tem um tom de esperança, e seus últimos capítulos focam-se em uma solução, bastante fundamentada pelo autor, baseada na recuperação da dimensão e valores locais, focados na família e pequenas comunidades, em contraste a uma humanidade globalizada e despersonalizada. Hunt foi convencido por E. F. Schumacher, e também quer nos convencer, de que "o pequeno é belo" ("Small is Beautiful"), e que são nas "tremendas trivialidades" (G. K. Chesterton), como aquelas retratadas pelo Condado, lar dos hobbits, que o cristianismo se apoia pois, afinal, crê em um Deus que abriu mão de sua glória, se fez carne e habitou entre nós.
O livro deixa também claro que esta não é uma tarefa pequena ou secundária. Afinal, nas palavras do autor, "eu rapidamente aprendi nos círculos reformados que os cristãos deveriam transformar a cultura para Cristo. Mas logo eu comecei a questionar o telos da proposição. Transformar a cultura no quê? Como a cultura seria se os cristãos a transformassem? [...] Se há algum mérito em algum aspecto transformacional do mandato cultural, então que tarefa melhor poderíamos ter se não a de fortalecer nossas casas, igrejas e comunidades locais?"
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