The great stoic philosopher, playwright and Roman statesman of the first century, Lucius Annaeus Seneca, exercised enormous influence for nearly fifteen years as tutor and political advisor to the Emperor Nero until forced to commit suicide by his former pupil. In the hands of Annales School historian Paul Veyne, the dramatic story of his life - one of power, politics and intrigue - becomes a mirror of the time in which he lived.
Seneca's philosophical writings remain our core source for stoic thought, and their immense influence continues to be felt. Veyne's authoritative exposition of stoicism and the interconnections between Seneca's life and thought, make this book ideal reading for anyone interested in Roman history and philosophy. This compact and compelling book is a brilliant introduction to the life and philosophy of one of the ancient world's greatest thinkers by one of the great historians of our own time.
Paul Veyne was a French historian and a specialist on Ancient Rome. A former student of the École normale supérieure and member of the École française de Rome, he was professor at the Collège de France.
Professeur honoraire au Collège de France, Paul Veyne était un des plus grands historiens français de l’Antiquité romaine. Ses nombreuses publications sur la sociologie romaine ou les mythes grecs, rédigés d’une plume alerte et joyeuse, l’ont fait connaître du grand public.
Fiz uma leitura parcial do livro – só de algumas partes, mas gostaria de fazer alguns comentários a respeito do livro. Tenho um razoável interesse no estoicismo e já li algumas coisas a respeito dessa escola filosófica. Esse livro me interessou porque trata de um dos “big three” do estoicismo, junto com Epiteto e Marco Aurélio. Dos três, Sêneca é o que talvez, aos olhos modernos, tenha tido a vida mais difícil de se conciliar com a própria ideia de estoicismo: como o homem mais rico de Roma poderia ser um adepto da Porta? Essa questão, que, pelo menos em parte, este livro traz alguns esclarecimentos. Veyne é um dos mais significativos historiadores franceses do século XX e é uma das autoridades da historiografia de Roma. Aqui, ele traz alguns esclarecimentos que ajudam a entender o comportamento de Sêneca. A sua vida privada se concilia com o estoicismo porque haveria dois caminhos: uma moral mediana e contemporarizadora e uma moral maximalista. Sêneca sendo um adepto da primeira, justamente em razão das exigências da sociedade romana na relação política e acúmulo de riqueza. Além disso, é bastante útil o esclarecimento em relação ao cesarismo, o poder absoluto dos imperadores romanos. Na ausência das instituições modernas de freios e contrapesos, o poder do imperador era moderado apenas pela sua própria clemência. Assim, o próprio Tratado sobre a clemência é um exercício dirigido ao próprio Nero para que moderasse e autocontrola-se os seus impulsos. Se esse perfil sobre a sociedade e a política romana ao tempo de Sêneca são muito esclarecedores, o exame feito a respeito do estoicismo deixou a desejar. Até aonde li, fiquei com a impressão que Veyne tem uma visão bastante esquemática da escola estoica, elaborando um perfil estereotipado da escola. Foi, provavelmente por isso, que deixei de lado o livro quando ele passou a tratar do próprio estoicismo. De qualquer forma, a parte, digamos, mais historiográfica é excelente e muito esclarecedora a respeito de Sêneca e da sociedade romana.
One of the best things about Seneca is his exceptional talent for writing and expression. His Letters and his essays on various topics are so clearly written with language that both excites and effectively communicates that one can’t help but keep reading: there is a magnetism, an attraction that pulls the reader through to wonderful conclusions.
This book confuses and obscures all of that. I have not seen an instance more severe than this where a secondary analysis of a primary source so completely complicates and tangles with esoteric erudition.
Avoid this empty pomp: just read Seneca and enjoy the experience.