"Este libro se propone explorar las relaciones entre la Historia y la memoria y analizar ciertos aspectos de la utilización pública del pasado", desde "el tiempo y la fuerza" hasta los problemas metodológicos de la "memoria y escritura de la Historia" y los más candentes usos políticos del pasado. Una obra que merece inscribirse en un "debate más vasto y siempre abierto" que incluya nuestra propia memoria histórica, anclada entre un uso político del pasado con pretensiones de normatividad en una transición amnésica y ese mismo pasado que el consenso constituido del presente necesita inimputable. Este libro abre, sin duda, amplias posibilidades de debate ciudadano.
Enzo Traverso is an Italian scholar of European intellectual history. He is the author of several books on critical theory, the Holocaust, Marxism, memory, totalitarianism, revolution, and contemporary historiography. His books have been translated into numerous languages. After living and working in France for over 25 years, he is currently the Susan and Barton Winokur Professor in the Humanities at Cornell University.
Même si c’est un livre pour l’école, c’est de loin un des plus intéressants que j’ai lu. C’est important de ce questionner sur le rapport entre la mémoire et l’histoire dans le cadre des études historiques:)
Traverso té un llenguatge, no diré simple, però sí que permet un fàcil accés a qüestions que potser resulten llunyanes a aquells que no som historiadors. En general, és un llibre no gaire llarg però que aposta per proporcionar una visió general del debat entre història i memòria a partir de la Segona Guerra Mundial. Molt recomanable si teniu intenció d’aproximar-vos a les nocions de memòria i història i busqueu una obra més aviat introductòria!
Traverso traz um tema de extrema importância, ao contrapor uma série de exemplos de enorme importância internacional, medita sobre a utilização da história para uso político. E fá-lo de uma forma brilhante. Não poderia recomendar mais este livro. Faz mesmo com que uma pessoa se questione sobre o ofício do historiador e o papel da história.
«A história supõe um olhar exterior sobre os acontecimentos do passado, enquanto a memória implica uma relação de interioridade com os factos relatados. A memória perpetua o passado no presente, enquanto a história fixa o passado numa ordem temporal fechada, acabada, organizada seguindo procedimentos racionais nos antípodas da sensibilidade subjectiva do vivido. A memória atravessa as épocas, enquanto a história as separa.».
Interesantísimo libro donde Enzo Traverso problematiza la relación entre historia y memoria, las diferencias y los parecidos entre historiadores y jueces a la hora de analizar hechos pasados, el revisionismo y otras cuestiones sobre la historiografía. Tomando como base, principalmente, el nazismo y el Holocausto, pero también otros ejemplos como el colonialismo, el comunismo o la Nakba, Traverso despliega y desmenuza todas estas cuestiones en un libro sencillo de leer y que, sin embargo, parece difícil de conseguir aplicar(nos).
Pensar o passado enquanto objeto de estudo e, sobretudo, enquanto instrumento social implica para Traverso confrontar os diferentes debates que durante o século XX se fizeram em torno de história, memória, comemoração, justiça, verdade. Recorrendo aos fascismos, área de investigação em que se especializou, Traverso desenvolve uma análise apurada sobre a forma como o passado foi sendo utilizado no espaço público. Entre museus e monumentos, das memórias selecionadas às desmemórias, o passado foi e é um instrumento permanente na legitimação da perspetiva que temos do presente. Nessa medida, o papel crítico do historiador é posto em causa, pela presença ou ausência que se faça sentir durante fases políticas de marcante revisionismo histórico. Para Traverso o uso do passado histórico não pode ser compreendido sem primeiro definirmos as reais dimensões desse passado e, sobretudo, o real distanciamento (se é que existe) que dele temos. É a partir desta premissa que concluímos ter neste ensaio uma obra marcante para perceber a história enquanto disciplina, enquanto ferramenta e enquanto arma pública.
Este um volume muito interessante, equaciona as relações entre a história e a memória, a partir dos acontecimentos do século XX e da forma como foram escritos e interpretados por historiadores e pelos cidadãos. Tal como a ciência, também a história é assolada pelo negacionismo e o revisionismo, muitas vezes com intenções políticas, claras ou subliminares.
(...) o historiador não é um juiz, a sua tarefa não consiste em julgar mas antes em compreender.» P. 119
A pesar de que mi edición es una reimpresión de la Editorial Prometeo, no creo que haya mucha diferencia entre ésta y la leída. Por ello, me gustaría destacar esta breve obra del célebre historiador Enzo Traverso como una muy buena introducción al concepto de memoria e historia y la relación entre ambas.
Partiendo del debate conceptual sobre qué entendemos por memoria e historia, nuestro autor llega a analizar una serie de ejemplos bastante controvertidos. Uno de los que más maneja, el debate acerca del Holocausto y los crímenes del nazismo, es el predominante entre sus líneas. Sin embargo, también contamos con otros, como la memoria del comunismo o el caso de las dictaduras latinoamericanas.
Especial atención también merece los apartados dedicados a hablar sobre la analogía entre el historiador y el juez; o sobre la conceptualización del revisionismo, en clave de contestar a aquellas posturas negacionistas del Holocausto o justificacionistas del nazismo.