"Entenda os seus medos, mas jamais deixe que eles sufoquem seus sonhos."
Laura sempre amou uma causa — supostamente — perdida. Amante de contos de fadas e finais felizes, e apresentadora de um podcast em que comenta histórias alheias de amores fracassados, ela sempre conseguiu ver o copo meio cheio e acreditar que tudo dá certo no final. Mas a coisa muda bastante de figura quando ela própria começa a se ver como um caso sem salvação, depois de descobrir que sua vida foi baseada em uma mentira e cortar relações com a família. Ao se ver incumbida de escrever uma matéria com o potencial de expor todas as suas feridas para a revista em que trabalha, talvez as palavras de um desconhecido ditas três anos antes possam ajudá-la a recomeçar.
Téo é um médico geriatra com medo da morte, portanto está muito familiarizado com a irremediabilidade de certas causas. Mas, um tanto perdido, ele começa a questionar se deve insistir em sua residência médica em Minas Gerais, afinal, como seguir um caminho que vai mantê-lo longe da família, quando o que mais quer é cuidar dela? Então ele decide voltar para casa, só que não esperava encontrar alguém ocupando seu quarto… e com o potencial de ocupar um lugar ainda mais especial.
Laura e Téo vão se ver no meio de um turbilhão que não apenas irá obrigá-los a entender seus medos, como enfrentá-los e assim decidir por quais causas vale a pena lutar.
Paola Aleksandra é administradora por formação e blogueira por paixão. Criadora do Livros & Fuxicos, fã assumida dos bons romances, filmes, séries e tudo que contenha chocolate. Você pode encontrá-la, para falar sobre sua história ou para trocar figurinhas a respeito de literatura, em: contato@paolaaleksandra.com
Queria ter gostado do livro, a escrita é ok e tranquila, mas não consegui ter o mínimo de empatia por nenhum dos personagens. A premissa é interessante, mas achei tudo tão dramático, uma grande coitadolandia, acho que justamente por não ter me conectado com nenhum personagem da história. E o casal principal se apaixonou em dois minutos, detesto quando isso acontece.
É com um aperto no coração que eu abandono essa leitura. Gosto demais da Paola, assisto sempre ela no YouTube e estava com muita expectativa pra esse livro, mas infelizmente o ponto que me pegou foi a forçação de sotaque. Sou mineira e me incomodou MUITO que a cada frase o Téo colocava um “moça” no meio ou no final, ficou muito forçado, e isso me tirou do sério. Tentei algumas vezes retomar, mas não estava me prendendo mais.
É uma história legal! Personagem ok, narrativa ok, mas é muito arrastado. Tive dificuldade pra terminar, achei muito longo! E duas coisas me pegaram demais... 1° o sotaque mineiro super forçado, achei até constrangedor e 2° o papo lá da princesas da Disney, nossa senhora, péssimo.
Li Amor às Causas Perdidas junto com a minha irmã e ela gostou tanto que vi pela primeira vez ela preferindo ler a ver tv. Mas a trama da Paola prende, fiquei curiosa em saber os motivos da Laura ter se afastado dos avós, e enquanto isso não é esclarecido, a autora apresenta a personagem e seu estado mental atual, que será explorado no arco de aceitação e perdão. Em paralelo à Laura, tem o Téo, irmão da Tainá, melhor amiga dela, e que também tem seus dilemas. Ele é formado em medicina e tem problemas em aceitar que tem coisas que não consegue controlar. Os dois começam a conversar quando Laura precisa escrever para o trabalho sobre adoção (Téo e Tainá são irmãos adotivos), e os dois são bem conscientes da atração que sentem (inclusive adorei os flertes), mas também sabem que seria problemático ficarem juntos devido aos problemas pessoais mal resolvidos.
A partir disso, a Paola desenvolve temas sobre maternidade, adoção e saúde mental e na maior parte, ela acerta. Acho que a temática de saúde mental envolvendo o Téo precisava de mais espaço, pois durante o livro tem curtas menções a isso para um acontecimento no final desencadear uma crise séria que é solucionada em uns 3 capítulos. Mas quando a autora fala de maternidade e adoção ela acerta, e emociona em algumas partes.
Eu comecei a ler o livro achando que a história se passaria em Belo Horizonte, por causa de alguns vídeos no Youtube, e me surpreendi pela história se passar em Curitiba, mas acho que Curitiba deve ser um lugar que a Paola conhece melhor, então realmente faz mais sentido. Deu vontade de voltar pro Paraná pra conhecer as cidades que os personagens visitam durante o livro, a inserção de leitor que a Paola faz é competente. Gostei da descrição do ambiente de trabalho médico do Téo, pelo que converso com pessoas que conheço que são médicos, os relatos são parecidos. A rotina da Laura também é bem apresentada, certamente alguém com o cargo dela leva trabalho pra casa e não consegue ficar sem ver o celular quando recebe notificação. Durante o livro, a Paola utiliza referências a Alice no País das Maravilhas, música brasileira, sem que fique exagerado ou deslocado, e outras referências culturais também são bem contextualizadas (em um trecho, a autora menciona casais fracassados e usa um casal de série estrangeira, mas por também usar referenciais nacionais, não há estranhamento ao leitor). Referente à criação de mundo, acho que o ponto fraco é a forma como os personagens falam, achei o tom um pouco formal, algumas palavras não me soaram casuais em alguns diálogos, mas pelo menos não há alteração de tom, então fica plausível considerando como a Paola mantém a consistência.
Os relacionamentos são gradualmente desenvolvidos. Como mencionei acima, os protagonistas são bem cientes do que um sente pelo outro, e paqueram diretamente, mas o medo de se machucarem devido aos problemas pessoais faz com que eles resistam e mantenham as coisas no platônico. Dessa forma, há base pra que o relacionamento não seja só por atração. Téo e Laura se ajudam durante a trama, a Paola cria uma relação de parceria também. E além de desenvolver eles como casal, a Paola também se preocupa em criar tramas pessoais para os protagonistas além do relacionamento. Com relação aos coadjuvantes, a Tainá tem um bom desenvolvimento e minha irmã disse que gostaria de um livro dela, mas acho que houve conclusão e não há muito o que explorar sobre ela, pelo menos não em um livro. Mas os colegas de trabalho da Laura tem mais potencial.
Esse foi o primeiro livro que li da Paola, e gostei muito do estilo de escrita dela. Eu até tenho os outros livros dela, e mesmo romance histórico não sendo um estilo que eu seja ansiosa para ler, fiquei com vontade de ler os dela, mas espero que ela não deixe de escrever romances contemporâneos. E deixo a recomendação de Amor às Causas Perdidas para quem busca um romance pra aquecer o coração (quem assiste os vídeos da Paola no Youtube, captou).
É um livro bem escrito e com história bonita. O que me fez tirar algumas estrelas foi o quão longo o livro é, muitas vezes repetindo os mesmos problemas dos protagonistas.
Fala de temas muito bons, só que não é tão animador quando tudo se repete e você fica com a sensação de que, se pulasse 5 capítulos, não perderia nada.
Os personagens são legais, mas as referências da Disney me cansaram um pouco kk. O que me salvou foi a narração do audiolivro que é ótima!!
A escrita da autora me atrapalhou muito nessa leitura... Senti muito forçado a questão do sotaque o tempo inteiro, em todos os diálogos como "uai", "nó", "cara", "moça"... conforme vai lendo isso vai ficando muito chato kkk
tô de boa de ler livro de gente rica e superficial passando por white girl problems em suas mansões de luxo em bairros ricos, não tenho paciência pra isso já vi poças de garoa mais profundas que esse livro
A história começa boa, empolgante, as primeiras 150 páginas eu tava super animada, já tava pensando pra quais amigas eu ia indicar a leitura. Depois vai ficando fraca... Aquele romance que tudo dá certo, tudo que pode acontecer de bom acontece, bem previsível. O livro é longo demais pra ser tão fraco.
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Um romance lindo sobre recomeços e amadurecimento Que a capa desse livro é belíssima eu já sabia, mas o que não esperava era que trouxesse junto a ela uma história tão rica, sensível e com temas tão importantes. Alternando entre as narrações de Theo e Laura, vamos descamando página por página a vida desses personagens, outrora tão confusos consigo mesmos, mas, que ao decorrer da trama, se encaixam tão perfeitamente.
Laura é uma personagem ferida pela vida e que tenta fugir do impacto das revelações do seu passado. Tentando um novo começo ao morar com sua amiga Tainá, ela se vê obrigada a escrever um artigo que toca nas suas dores mais profundas. Durante esse percurso somos levados às suas angústias, mas também somos cativados pelo seu humor, força e determinação.
Do outro lado temos Theo, um mocinho daqueles que nos fazem suspirar por completo, mas que também tem suas cargas. Depois de tantos anos longe da família, ele se depara numa encruzilhada de decisões importantes e trava uma batalha com a sua ansiedade. Ele é um doce e não poderia ser mais perfeito para Laura. É como um encontro de almas onde ambos se apoiam, flertam e nos divertem.
Eu fiquei encantada com esse livro da Paola. Com uma construção maravilhosa, ela navega entre temas importantes como ansiedade, adoção, representatividade, entre outros, e também em referências como Alice no país das maravilhas, filmes da Disney e muitos detalhes que fazem a trama se tornar mais real. Sem contar toda a mistura do sotaque sulista e mineiro dos personagens.
Nossos protagonistas são perfeitos mesmo sendo imperfeitos. Eu amo histórias que trazem esse realismo. Foi muito fácil me sentir tomando um café numa caneca da coleção da Laura, o quentinho da fala mineira do Theo no meu ouvido e até mesmo a vontade de dar um passeio de trem em Morretes.
Outro ponto positivo foi a maturidade como as coisas são trabalhadas desde os problemas dos personagens até nos entraves do relacionamento. Não temos perda de tempo com coisas banais para criar conflitos gratuitos. É uma história de amadurecimento e crescimento regada de amor, amizade e compreensão.
Acho que minha única ressalva no livro foram algumas falas dos personagens que senti um pouco forçadas, como se não coubesse em um diálogo comum. Mas nada que estragasse a minha experiência de leitura. Foi meu primeiro livro da autora e estou impactada positivamente. Espero conhecer mais de suas obras em breve.
This is my first time in many years reading a Brazilian author (@paola.aleksandra), not only that but she’s also from the same state/city I am. So this is for sure special!
We follow the story of Laura & Teo. She’s 29, he’s 31 and they’ve both been through their fair share of ups and downs through life.
She is engaged, soon to be married to her best friend, but finding out lies about her past and what she grew up believing was the truth shakes her world and makes her question all her decisions leading up to this moment.
He’s a geriatric doctor finishing up his residency, his biggest fear is watching the people he loves die, so becoming a doctor seems fitting. But being miles and miles way from his dads and his sister is starting to make him question if it’s really worth it.
3 years before our story begins, they meet each other in an unusual way, but when their path crosses again they find themselves questioning if they should continue holding on to the hurt and the past or open their hearts to healing and all the new opportunities the future holds.
This book beautifully navigated important topics such as adoption, anxiety, abortion, teenage pregnancy, suicide, sleep paralysis and much more.
I wish this book had an English version, hopefully in the future.
“It’s freeing to live despite the fear.” 🌸
“Understand your fears, but never let them suffocate your dreams.” 🌸
Acho que essa história só não tem nada a ver comigo, eu não consegui entender muitos dos problemas aqui.
O romance tem seus momentos fofos e Laura e Téo são bem bonitinhos juntos, pra mim, os dois já agiam como casados desde o primeiro momento que se reencontraram, eles combinavam muito e eram muito respeitosos um com o outro, então, foi meio frustrante ver todo o drama mental deles que os impedia de ficar jutos oficialmente.
Eu sei que eu falo de um lugar privilegiado, mas eu não consegui entender a questão do porquê os personagem não podiam se entregar um ao outro, por que eles achavam que não mereciam ser amados e ter uma história de amor. Eu tenho uma visão já muito bem estabelecida de que as coisas que o seus pais fazem, quem eles são ou como eles te tratam não te define como pessoa e não define como você deve viver, então, toda a questão da Laura com a mãe que reflete na ideia de amor que a protagonista tem não fizeram sentido pra mim, só me frustraram ao longo da leitura. Quanto ao Téo, eu nem sei se entendi direito qual era o problema. Ele não podia ficar com ela porque sofria de fortes crises de ansiedade? Poxa, na época da faculdade eu tinha um bocado de terrores noturnos, mas nunca senti que eu não merecia ser amada, pq, o que uma coisa tem a ver com a outra? Eu sei que cada pessoa reage de um jeito diferente e tem visões diferentes das coisas, é por isso que não estou dizendo que a história é ruim, só estou dizendo que não tem nada a ver comigo.
Além disso, tem toda essa questão sobre filhos e carreira, e, apesar de eu já estar com 32 anos, esses dois assuntos nunca foram problema pra mim porque nunca nem passaram pela minha cabeça, eu me preocupo em ter emprego e conseguir pagar as contas, mas não tenho esse sonho de carreira. (Agora até me sinto meio mal por não ter, será que eu deveria ter? Mas por que?)
Também não gostei do final, fique com dó do Téo ter que se mudar uma terceira vez e fazer uma terceira residência e ainda ficar longe dos pais, que era o que o estava deixando mal no início da história. E qual foi o sacrifício da Laura?
Por fim, definitivamente não é assim que nós mineiros usamos a palavra "trem".
Dito isso, ainda tenho vontade de ler outras coisas da Paola, gostei da escrita dela, só acho mesmo que essa história não tem nada a ver comigo.
Há muito tempo acompanho o trabalho da Pah - tanto como criadora de conteúdo literário, quanto autora - e a admiro muito. Acho que ela sabe encontrar o equilíbrio entre temas leves e divertidos com os mais sérios e tristes, nos fazendo refletir e ficar com aquela sensação de acolhimento ao terminar a leitura.
Esse livro aborda a relação entre pais e filhos de várias formas. Temos a menina que perdeu a mãe quando era bebê e foi criada pelos avós; temos a adulta que recentemente sofreu um aborto e não se imagina mais gerando uma criança; temos o garoto que perdeu os pais muito cedo e foi adotado por um casal homoafetivo; e temos o homem que não consegue lidar com a ideia de um dia perder os pais, já que os ama muito e também tem trauma do sentimento de abandono.
Então, através dos personagens principais e de seus familiares, conseguimos ter um pouco da visão de pessoas que passaram por essas situações. A autora disse que muito disso foi inspirado pela convivência com pessoas de sua vida real, o que achei interessante. É sempre bom ver que o autor não saiu escrevendo sobre um tema só porque deu na telha. Tudo tem um fundamento.
Tem muitas cenas fofas entre o casal principal (e secundários também), então quem gosta de romance tem motivos de sobra pra querer ler essa história. Nem tudo é triste, não. Aliás, o livro tem uma mensagem bastante positiva.
Acredito que essa seja uma boa leitura para se recomendar para quem esteja precisando de um abraço por conta dos temas abordados.
Tá, mas então por que 3 estrelas? Porque dentro do meu gosto pessoal, totalmente insignificante, tiveram algumas coisinhas que deixaram a desejar, ou poderiam ter se aprofundado mais. Sei que existe um limite de páginas, mas eu adoraria ter visto mais partes sobre o podcast, por exemplo. E achei que passou um pouco do ponto o uso das palavras “moça” e “cara”, embora eu tenha adorado ver as gírias e a cultura do nosso país aparecendo em pequenos detalhes da história.
Amor as Causas Perdidas não superou Volte Para Mim, mas foi um ótimo livro. me peguei várias vezes dando risadinhas e até algumas outras gargalhando, várias vezes juntando os pezinhos e batendo palminhas. é um livro que aquece mesmo o coração. o que eu gosto muito da Paola é que ela não faz o amor do outro curar, ela faz a pessoa se curar primeiro pra então amar o outro, isso é fantástico. com todo respeito a Tate e Miles de O Lado Feio do Amor, mas o amor do outro não é o seu bote salva vidas. o único amor capaz de nos curar é o de Deus e nosso por nós mesmos, e Paola escreve sobre isso e da ênfase na importância de cuidarmos de nós mesmos (terapia deveria ser obrigatório!!!!). eu li em 24h, porque é uma escrita fluida, fácil e um drama cativante. um livro com personagens secundários tão específicos e especiais, as vezes eu só queria a interação de Laura com Tainá, ou Tainá com Téo, ou somente Jonas e Bernardo, ou Isis e Silas no telefone! posso dizer que amei todos os personagens com tranquilidade. o que me fez tirar uma estrela? Téo. não porque ele teve alguma atitude duvidável em algum momento do livro, que é o que se espera dos personagens masculinos no momento de clímax e brigas, mas porque ele foi muito “encantado”. apesar de a todo momento ser falado no livro que ele não é um príncipe encantado, eu bem o achei e não curti muito. pra mim, achei algumas atitudes muito irrealistas em um livro com assuntos tão reais. faltou uma dose de “realidade masculina” em Téo, mas de resto ele é o perfeito mocinho. para todos os efeitos, é mais um livro de Paola que vai ficar no meu coração.
Que livro doce, delicado e importante! Com personagens profundos e muito bem construídos daquele tipo que vc imagina eles na vida real, sabe?
Amor as causas perdidas tem romance, tem química de milhões, tem amigos que viram família, tem mocinho apaixonante, protagonista forte e lotada de problemas pra resolver e uma temática extremamente importante de ser abordada! E tudo isso feito por uma autora brasileira 🇧🇷 que orgulho 💚💛
A maneira com a Pah amarra a história da Laura, do Téo e da Tainá dentro da temática maternidade/ adoção/ família é extremamente sabia e competente. O leitor termina o livro com aquela sensação redondinha, de que todos os conflitos foram resolvidos no tempo certo e com o peso correto. O desfecho da história da Laura foi excelente, pois mostra como ela superou o trauma da mãe e quebrou a corrente familiar.
Dentre todas as coisas que gostei no livro, quero destacar a paquera do casal principal! A autora não ficou enrolando e fazendo aquele slow burn obvio, não! Laura e Téo tavam ali se provocando, com toques, cantadinhas e o famoso se fazer de desentendida e isso tudo é MTO BRASIL e mto mais difícil de executar!
Também adorei as partes que descreve Curitiba e o interior paranaense, da um orgulho de ver um livro desse calibre retratando o nosso país. Desejo que esse livro seja traduzido para mais línguas porque ele merece destaque internacional!
Parabéns Pah, da pra sentir que vc colocou mta dedicação em cada palavra escrita, mta pesquisa em cada desenvolvimento de personagem e mto amor em todo o livro! E um salve especial para essa capa belíssima que representa perfeitamente a história 🌟
Minha primeira leitura de 2025 não poderia ter sido melhor: “Amor às Causas Perdidas”, da Paola Aleksandra. Já de cara, me senti completamente envolvido pela história, que não só me emocionou, mas também me fez refletir bastante sobre a vida e sobre o quanto estamos dispostos a lutar pelas causas que acreditamos. E claroo que eu queria muito começar o ano com uma leitura nacional também!!
A protagonista Laura é alguém que sempre acreditou em finais felizes e amava histórias de amores improváveis. Ela tem um podcast onde compartilha histórias de corações partidos e reencontros. Porém, sua vida vira de cabeça para baixo quando ela descobre uma mentira e isso a faz se afastar da sua família e repensar completamente sua vida.
A trama realmente começa a se desenrolar quando Laura é designada para escrever uma matéria que, para ela, parece um grande desafio: expor suas próprias feridas. É nessa busca por respostas, e talvez por cura, que ela encontra Téo, um médico geriatra, que tem medo da morte e questiona se vale a pena continuar em sua residência médica em Minas Gerais, quando seu maior desejo é estar perto da família. E é aí que o destino traz os dois personagens para um encontro inesperado.
Eu sigo a Paola Aleksandra e acompanho a rotina dela, posso dizer que sou fã 🥰 Adorei como ela abordou temas tão profundos de forma leve e sensível. A história de Laura e Téo não é apenas um romance, mas é sobre encontrar forças para enfrentar as adversidades da vida, recomeçar e aprender a se aceitar como se é, com todos os erros e acertos. “Amor às Causas Perdidas” foi uma leitura que valeu cada página.
Nas primeiras 150 páginas a leitura fluiu bastante e depois começou a ficar arrastado.
Chorei e ri com a história da Laura e do Téo.
Entretanto nenhum assunto abordado foi totalmente explorado.
O abandono e a busca do amor, a busca do reconhecer a ser amado ficou meio superficial, mas deu para aquecer a leitura.
Muitos personagens ficaram com o enredo superficial, a exemplo da Tainá e do relacionamento dela, que foi jogado para escanteio.
No geral, uma história ok.
*Contém spoiler abaixo*
Fiz essa conta para deixar gravado um pequeno resumo dos livros que eu leio.
O livro conta a história da Laura que tem o casamento desmanchado após descobrir que seus avós e seu marido escondiam a verdadeira história da sua mãe biológica.
A Laura sempre sonhou em ser mãe, mas após um aborto e uma cirurgia de emergência, ela encontra-se estéril.
A Laura tem ajuda da Tainá, que é uma filha adotiva de pais gays. Ela tem um irmão que é médico residente, o Téo.
Laura e Téo tem um encontro passageiro no passado e se reencontram no futuro, entrega só Téo liga os pontos.
A partir daí, quando Téo decide voltar para Curitiba para ficar mais perto da família, é que Téo e Laura se aproximam e o relacionamento começa a evoluir.
Téo tem terror noturno. Ele ficou órfão e ficou um tempo em uma casa de adoção até ser adotado pelo Jonas e Bernardo.
O grande medo de Téo é perder os pais e isso causa nele grandes ataques de ansiedade e terrores noturnos.
A trama toda se desenvolve e todos ficam bem no final das contas.
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Amor as causas perdidas foi um livro tão bom de ser ler que acabou de tornar uns dos meus livros favoritos do ano. Esse livro conta a história de Laura que ama contos de fada e trabalha em uma editora de revistas, porém, após descobrir que muitas coisas da sua vida, ela decide cortar laços com sua família e recomeçar a sua vida. Com isso ela acaba conhecendo o Teo, um médico que está em busca de qual área médica seguir e de manter seus pais adotivos vivos. É um livro nacional que soube muito bem representar as características da região que o livro se passa, sendo no sul do país e um pouco em Minas. Amei que a autora colocou nas falas o sotaque dessa região, então deu para imaginar direitinho as pessoas conversando daquela forma. Além de descrever vários pontos onde a história se passa, foi como viajar para aquele local. Outro ponto interessante no livro é que a autora traz vários assuntos importantes no livro como adoção, as diversas formas de maternar, entre outros assuntos. Sabendo muito bem trazer de forma leve e natural para seu livro. Os personagens são incríveis, tanto os principais quantos os secundários conquistaram o meu coração. Laura é uma personagem muito forte que apesar de tudo que ela passou, ela continuou lutando e se curando de seu passado. Teo é um fofíssimo, um dos melhores personagens masculinos que já li, apesar de sua bagagem emocional que ele traz ainda tenta auxiliar a Laura a passar por esse momento difícil. Não só ele como a família dele como todo. Fazia um tempo que eu estava necessitando de ler um livro bem levinho e esse acabou caindo como uma luva, já quero ler outros livros da autora.
comecei esse livro com bastante expectativa porque gosto muito da Paola, acompanho o trabalho dela no canal e a admiro demais como profissional. como não tava muito na vibe de romance de época, escolhi esse por ser o único contemporâneo dela, achei que seria o ideal pra começar.
infelizmente, não funcionou pra mim. a proposta é forte e o passado da Laura é algo bem delicado e importante de se abordar, mas senti que a execução ficou superficial. faltou profundidade no desenvolvimento e principalmente no desfecho, que achei corrido e pouco explicado.
outra coisa que me incomodou foram os diálogos. por mais que eu goste de metáforas, senti que o uso excessivo deixou tudo meio exagerado, especialmente nas interações com personagens secundários, tipo os pais do Theo e os avós da Laura. era tanta analogia que, em vez de enriquecer, tirava a naturalidade da conversa.
os diálogos entre os protagonistas também me soaram infantis em vários momentos, com piadas prontas e forçadas. e o sotaque do Theo... eu entendi a proposta de mostrar a origem dele, mas repetir isso o tempo inteiro com "moça", "uai", "trem" acabou tornando o personagem caricato demais.
uma pena, porque queria muito ter gostado. mas ainda sigo curiosa pra ler os outros livros da autora, só vou escolher outro momento.
Infelizmente depois da minha última atualização o que estava ruim só foi ladeira abaixo. O livro se arrasta. Até uns 65% apesar de estar incomodada com as falas de coach dos personagens e suas interações muito estranhas, eu ainda estava interessada em saber como os problemas de família iam se desenrolar. O problema é que a partir daí nada desenrola, é só mais enrolação e mais frases de efeito de coach. Meu Deus! Até quando rolou finalmente o sexo eles falaram frase de coach durante, como Isso é possível??? Eu tentei muito, migrei do audible pro Kindle pra ver se lendo seria menos ruim e foi pior. Voltei pro audible mas a coisa se arrasta e se arrasta. Entao tudo finalmente é resolvido, o casal já se formou, e ainda tem 2 horas restantes pra ouvir, não consigo imaginar o que mais tenha pra adicionar a essa história porque até personagens irrelevantes a essa altura ela já incluiu. Eu desisto. Estou abandonando. Estou tão triste, eu queria mesmo gostar, Fiquei tão feliz quando vi que era uma autora brasileira que adora romances clichês como eu. Eu queria muito uma autora brasuca de romances clichês pra colocar no meu ranking.
4 estrelas - Audiobook narrado por Livia Simardi e Guga Almeida
Eu gostei muito desse livro. A história me prendeu bastante e a narração foi muito boa e gostosa de ouvir. Eu amei que o livro trata de temas super sensíveis e importantes, e apresenta personagens incríveis que têm uma evolução e uma curva de aprendizado incrível ao longo do livro, o que é muito importante pra mim. Não tem um personagem nesse livro que eu não tenha gostado: A Laura, os avós dela, o Téo, toda a família dele, o melhor amigo dele... Todos são simplesmente incríveis. Acho que vale muito a pena ler.
Confesso que comecei essa leitura com o pé beeem atrás. Já tinha lido outro livro da autora e, apesar de amar o canal dela no YouTube, a escrita e nem a história tinham me conquistado muito. Mas essa capa fofa me convenceu a dar uma segunda chance (tecnicamente terceira, já que li O Roubo recentemente). Falando em escrita, a evolução dela foi absurda! Comparado ao primeiro que li, esse aqui tá 100% mais cativante e fluido. Não me apeguei tanto ao casal, foi mais pela forma como eles se comunicam do que por qualquer outro motivo, mas adorei como tudo aconteceu de um jeito fofo e bem slow burn (o quão amo), exatamente como tinha que ser. Claro que tem aquele clássico momento de felicidade seguido pelo caos, mas a resolução foi linda. Acho que leria mais coisas da Paola sim!
“ — Eu sou um caso perdido, Téo. — Então se perca comigo, Laura.” ⭐️⭐️⭐️🧦
amo como a paola fala dos livros com tanta paixão e aqui, no seu próprio, ela se entregou totalmente. história lindíssima e encantadora, emocionante dms. conheço pessoas que possuem esses conflitos que a protagonista passou, é extremamente doloroso ouvir de alguém como se sente por ter sido "rejeitado pela própria mãe" e que é que é um vazio que sempre estará lá n importa a idade smp algo vai te lembrar desse sentimento. Hj sou mãe e por mais assustador que seja a maternidade, por mais cansativo e alguns momentos solitário, não me vejo jamais sem meu tiquinho de gnt ou de uma vida onde ele n esteja. acredito que esse livro é pra fazer refletir sobre tantas coisas que caberá somente ao coração de cd leitor.
A Paola me surpreende com a escrita fluida, sabendo que esse foi um desafio pra ela pois está em um gênero que ainda não tinha se aventurado como livro. Eu adorei a história, o romance foi uma delícia de ler, com eles se apaixonando aos poucos e se curando ao mesmo tempo para se entregar ao amor. A única coisa que me incomodou foi o excesso da palavra "moça", realmente achei desnecessário. Fiquei com vontade de saber mais sobre os personagens secundários, os avós, a mãe e o pq aconteceu o que aconteceu, e isso é ótimo, pq quer dizer que a autora conseguiu cativar além dos personagens principais. Adorei!
Adorei o primeiro romance contemporâneo da autora. Os medos dos personagens são críveis e eu me emocionei com algumas partes. Queria ter lido a versão final do artigo que Laura, a personagem principal, escreveu.
Ponto de incômodo: o sotaque mineiro do personagem principal. Não chegou a nada extremo, mas me tirava um pouco da imersão. Talvez se eu não convivesse com tantos mineiros, não saltasse tanto aos olhos… talvez sejam alguns trejeitos de uma parte específica de Minas, né? Não sei.
Diante de tudo, continuo amando a Paola, fiquei presa na conexão do casal, nessa trama de desenvolvimento lento e delicioso. Pah, continue escrevendo! Continuarei sendo uma apreciadora da sua escrita.
a ideia da autora de falar de assuntos importantes como adoção tardia e superação do luto é legal mas a forma como ela tratou isso foi péssima, a partir do momento que o Teo apareceu na história ficou ridiculous hahahah como assim eles se apaixonaram instanteneamente e demoraram mil capítulos pra se beijarem? achei muito forçado o romance, que preguiça de acompanhar os diálogos dramáticos que envolviam os dois.
sinto que ela tentou aprofundar os personages e não deu nada certo, as conversas e problemáticas por mais sérias que fossem soaram banais e completamente rasas.
paguei rançao da main character chamando o homem que ela ta apaixonada de “cara” ahhhhhh faça me o favor…….