Antoine Albalat (1856-1935), spécialiste de la littérature française et auteur bien connu de plusieurs manuels sur l'art d'écrire. Voici ce que disait un critique très connu de l'époque sur ce livre : « L'originalité de cet ouvrage venant après tant d'autres du même genre, c'est d'être pratique. M. Albalat a réussi à condenser, en vingt chapitres, les principes essentiels de l'art du style. C'est un professeur précieux pour qui n'en a pas eu, ou a oublié les leçons du sien. Et l'extrême abondance d'exemples, de citations, de remarques judicieuses et fines, rend son livre utile et agréable pour tout le monde. » (P. SOUDAY, Le Temps.) Voilà qui résume bien ce livre, grand succès de librairie, réimprimé à de très nombreuses occasions depuis de parution il y a 114 ans. Les Zéditions zélectriques. Déjà parus chez nous du même auteur : « La Formation du Style par l'assimilation des Auteurs », « Comment on devient écrivain », « Trente ans de Quartier latin » et « Souvenirs de la vie littéraire ». Les zéditions zélectroniques, soucieux du plaisir des lecteurs, portent un soin particulier à l'orthographe, à la typographie et la mise en page. Notre devise : Peu de livres, mais de beaux et bons livres !
Um bom livro com lições sobre como escrever (bem), com muitos exemplos de erros e acertos de autores conhecidos e desconhecidos. Não são apenas regras a serem seguidas ao escrever, mas também dicas sobre o que fazer para você tornar-se um bom escritor, independente de ser um iniciante ou não.
Como ler (bem)? O que é estilo? O autor define três qualidades de um bom estilo: a originalidade, a concisão e a harmonia. Depois de explicar o que são estas qualidades, ele define e exemplifica o que é disposição em um texto, formas de expressão, como e por que fazer revisão (que ele chama de refundição). Na última terça parte do livro ele explica como narrar, descrever, usar metáforas para criar "imagens" e diálogos. A última lição é sobre o estilo epistolar.
Apesar do livro ter sido escrito por um autor e crítico literário francês no final do século XIX, as lições são atemporais. A tradução foi feita para um português mais antigo e belo, por isto bastante diferente do português atual.
Muito bem escrito, sem firulas e com numerosos bons exemplos do que se deve imitar e evitar na escrita, esse livro de Antoine Albalat deveria ser estudado por todos quantos desejam aperfeiçoar-se nessa arte. Li como a um romance, tão boa é a pena do autor. Certamente o visitarei de tempos em tempos. Leitura valiosíssima!
Hay pocas sensaciones como la de finalizar una lectura con un nuevo par de ojos con los que admirar los relieves y matices de aquello que ya se quiere mucho. Un par de citas: "No hay obra mala que no contenga algo bueno." "Acostumbrémonos a comprender lo que no amamos, a fin de llegar a amar lo que no habíamos comprendido."
Leitura obrigatória! Albalat é um gênio, e nesse livro expõe as principios da arte de escrever: estilo, narração, descrição, diálogos,etc. Cheio de exemplos tirados da litearatura Francesa que tornam a leitura enriquecedora. Livro de cabeceira.
O crítico literário Antonine Albalat viveu na segunda metade do século XIX e meditou especialmente sobre a gênese literária. Como os grandes autores produziram suas obras? A Arte de Escrever, publicada em 1899, reune 20 preciosas lições sobre como um autor deve trabalhar seus escritos para ter como resultado trabalhos melhores e, principalmente, que perdurem no tempo. Uma das intuições de Albalat é que sem uma forma literária adequada, as idéias não permanecem no tempo pois elas deixam de ser lidas. Se, no entanto, como demonstra Homero, Platão e Santo Agostinho, a idéia é construída com rigor literário, ela se torna objeto de estudo tanto por seu conteúdo quanto pela beleza de sua exposição. Assim, a forma e idéia se combinam, demonstrando que a idéia de Aristóteles que o belo, o bom e o verdadeiro caminham juntos não é apenas uma expressão.
Esqueça o manual de redação da Folha e publicações semelhantes; só servem para fazer prova de redação e facilitar a correção dos professores que passam a ter uma forma definida para não precisar pensar. Escrever bem é outra coisa absolutamente diferente. Ao invés de frases curtas, regrinhas rígidas, pensamento fragmentado, o bom texto é a reunião de originalidade, concisão e harmonia. Albalat chama atenção que um bom texto é fruto de muito trabalho e que na verdade, a arte de escrever é a arte de reescrever. Quantas vezes for necessário até se obter a frase perfeita, aquela que não pode ser melhorada. Não é de se espantar que em uma época que se falta tempo para tudo os textos sejam tão ruins e a literatura esteja em profunda decadência.