Diário e reflexões do director do Goethe Instituto sobre a sociedade portuguesa num período muito especial da nossa história, de 1969 a 1976. Uma leitura perspicaz das nossas circunstâncias e idiossincrasias colectivas, que nos impedem, então como agora, de transformar a imaginação em acto completo. A reverência ao poder, as meias palavras, o medo de arriscar, a inconsequência das vontades. Então como hoje.