O tema é interessante. Um jogador dentro e fora do campo, irmão da melhor amiga, que poderá ajudar a protagonista a se vingar do ex. Enquanto isso, ela se divertirá com um cara que sabe se divertir.
Claro que Laney, a mocinha, vai perceber que o ex não vale nada, e que o jogador, Hugh, é o cara que ela queria ter.
O que não me convenceu muito, foi a rapidez com que ele mudou de ideia. De pegador, de uma hora para outra, ele era o príncipe que realizava todos os desejos dela. Mas sabia que não poderia ficar com ela, pois não era o cara idealizado.
Ela, por sua vez, já tinha desistido de voltar com o ex. Afinal, Hugh era o cara que a fez aproveitar a vida de forma diferente. Mesmo com todos os mimos, pegação e tals, não senti que seria um amor que sobreviveria. Só pelo tanto que eles repetiam um para o outro que, apesar da atração, eles não estavam no momento certo para cada um.
Acho que se o relacionamento fosse mais estendido, e não tão idealizado, eu não ficaria com aquela impressão Brady-Bündchen.
Quanto ao plot e desenvolvimento da história, eu achei bons. Não ficou aquela sensação de autor brasileiro abrasileirando os costumes estadunidenses. Convenceu bem. E a escrita é muito boa. Bem fluida e respeitando a norma gramatical. Como isso faz diferença!
Agora, lerei a história do Ryker...