Centelhas do Caos é uma antologia de histórias de fantasia e ficção científica que vão tocar os seus medos mais profundos.
Centelhas do Caos é uma coleção de momentos cruciais na vida de pessoas perdidas em realidades mágicas e distópicas.
As narrativas destas páginas levar-te-ão a sociedades com futuros predefinidos, a terras devastadas por pandemias, a mundos governados por seres sem forma, a planetas terraformados por inteligência artificial e a outras realidades onde a esperança é a expressão máxima da rebelião e da liberdade.
São seis histórias de seis artesãos muito diferentes da escrita portuguesa. No entanto, o fator comum a todas as histórias é a paixão humana. Este instinto de sobrevivência baseia-se no amor pelos outros. Apesar de tudo.
Contos: Flávia Barbosa, Amílcar Torrão Filho, Luís Oliveira, Lena C. Matias, Sofia Neto e Ricardo Nogueira.
Ilustrações: Kachisou
Centelhas do caos – Contos atípicos é o primeiro livro em português editado e publicado pela Editora Hispano-Portuguesa Frenética.
Este livro nasceu em 2023, entre Ourense e Poio (Espanha), mas com o coração em Braga, Guimarães, Porto, Sintra, Loulé e São Paulo.
Em 2020, em plena pandemia, encontrei os textos que compõem Centelhas do Caos entre os muitos que foram submetidos a um concurso público.
A partir daí, formou-se uma equipa fantástica para trazer estes tesouros escondidos ao público.
A Frenética nasce em Portugal com esta publicação original e arrojada, pronta a cativar os amantes da ficção científica e da estética manga.
Uma guerra pela liberdade. Uma missão tecnológica espacial. Um cometa a rasgar os céus. Uma marca da importância da História e das palavras. Uma vontade inigualável de sobreviver. Uma escolha pela esperança.
Cada um destes contos retratam sentimentos tão mundanos e situações limite em que a sobrevivência impera acima de tudo. Mas a sobrevivência de quem? E a que custo?
Nestes seis contos de autores de língua portuguesa, com ilustrações da artista nacional Kachisou, somos apresentados a mundos fantásticos em que o melhor e o pior de cada um é colocado a descoberto. E confrontados com as suas realidades, as nossas personagens, que poderiam ser cada um de nós, terão que tomar decisões que colocaram as suas vidas, e a de terceiros, em jogo.
E se as histórias que contamos não forem mais nada, podem sempre ser um aviso em forma de livro, em que a palavra escrita é uma forma de resistência.
► Livro cedido pela editora, e no qual colaborei na selecção de textos.