Na primeira metade do século XIX, o óleo de baleia era muito usado e extremamente valioso. A única maneira de o conseguir era através da caça à baleia. As viagens destes marinheiros podiam durar até três anos e eram arriscadíssimas. Somente o alto valor do barril de óleo de baleia justificava o esforço destes homens. Esta caça em alto-mar durante tanto tempo num ambiente insalubre corrói a psique dos homens, especialmente a do capitão Ahab, que entra numa espiral de loucura na caça à baleia branca. A tripulação está refém da obsessão do seu capitão. Ahab tem apenas um objetivo: caçar e matar a fera que lhe arrancou a perna. Moby Dick… Um nome que soa como uma lenda perigosa. É um nome que mete medo à tripulação e a todos os baleeiros que a encontram, todos eles condenados do mar e habituados aos perigos do oceano. No rasto do cachalote branco, as águas cheiram a morte… Consumido pela sua sede de vingança, Ahab decompõe-se fisicamente. O seu ódio transformou-se em loucura. De tal forma que os seus homens se interrogam: o verdadeiro perigo está no mar ou a bordo?
Christophe Chabouté is a French author and illustrator.
D’origine alsacienne, il suit les cours des Beaux-Arts d’Angoulême, puis de Strasbourg. Vents d'Ouest publie ses premières planches en 1993 dans Les Récits, un album collectif sur Arthur Rimbaud. Mais il se fait surtout connaître en 1998 en publiant Sorcières aux éditions du Téméraire (primé au Festival d’Illzach) puis Quelques jours d’été aux éditions Paquet (Alph’Art Coup de Cœur au Festival d'Angoulême). Il a également illustré des romans pour la jeunesse.
Um clássico que consegue ser brutal e intenso nesta BD. Uma aventura é uma narrativa que se misturam entre o desenho a preto e branco e os diálogos curtos mas muito presentes. Um desenho cru que reforça a história desta tragédia.
Le capitaine Achab s'enfonce dans sa folie de vengeance, contre toute bonne raison. Le Péquod retrouve Moby Dick. Le premier jour, c'est un échec, mais tout le monde s'en sort. Le deuxième jour, un marin meurt. Le troisième jour sera le dernier. Comme dans le Livre premier, le dessin de Chabouté rend hommage à cette histoire terrible de manière magnifique. Du noir et blanc qui dessine une quantité étonnante d'émotions différentes... pour une bien triste fin.
La fin de l'histoire n'est pas facile a endurer. Je pensais qu'ils étaient perdus quand leur bataille, leur quête était devenue insane. Mais, j'attendais quand même qu'ils allaient s'en sortir.
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Moins de blabla, plus de composition, de mouvements, et de clair obscur. Chabouté nous livre ce qu'il fait de mieux dans ce second et dernier tome qui vient témoigner du succès critique de cette série.