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Quando os prédios começaram a cair

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O protagonista deste notável romance está com a vida acertada. Até que um caos assola o mundo: os prédios começam a cair. Primeiro um bloco residencial em Hong Kong, uns dias depois um edifício no centro de São Paulo. E é assim, tirando o tapete de debaixo do leitor, que Mauro Paz conduz esse livro vertiginoso, em que o drama coletivo dos prédios serve como pano de fundo para um drama maior: a busca pelo outro, por nós mesmos, por algum significado para as coisas.

192 pages, Paperback

Published October 9, 2023

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About the author

Mauro Paz

6 books

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5 stars
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18 (14%)
1 star
3 (2%)
Displaying 1 - 30 of 30 reviews
Profile Image for Alfredo.
470 reviews605 followers
June 19, 2024
é massa quando você vai ler um livro esperando uma coisa e ele vai além das expectativas.

imaginei que "quando os prédios começaram a cair" focaria apenas no desastre externo, mas o livro também é o retrato de uma pessoa em ruínas. tudo bem que o protagonista é pra lá de chato, a construção de personagem não deixa de ser interessantíssima e bem executada. no fim, é uma história sobre o que o capitalismo faz com cada um de nós -- e com o mundo em que vivemos. mauro paz pinta um quadro de tempos muito deprimentes, com a uberização do trabalho, a ascensão de políticos extremistas, as mentiras em nome da fé e a sobrecarga de trabalho. é bem escrita, tem um personagem que se revela aos poucos (amei ser surpreendido até o final) e lança várias provocações sobre o jeito que estamos vivendo.

talvez a gente não precise esperar tanto assim para descobrir se as distopias são reais quando o fim do mundo já bateu à porta e sentou no sofá.
Profile Image for Ana.
52 reviews1 follower
January 5, 2024
Iniciando o ano com uma leitura de peso.
A ideia de prédios desmoronando ao redor do mundo como metáfora para a decadência da sociedade capitalista, a doutrina de "progresso" insustentável e a pandemia é o cenário ideal para a crise existencial de um homem de meia idade.
O cenário é extremamente visual e eu consigo facilmente imaginar o livro como um filme - o background catastrófico, a referência política e o aspecto humano em crise seriam um thriller de roer as unhas.
Aliás, a escolha de revelar mais detalhes do personagem de maneira esparsa ao longo da narrativa é muito bem dosada e garantiu um bom ritmo à narrativa e fez com que eu me mantivesse atenta e intrigada durante toda a leitura.
Excelente, recomendo muito.
Profile Image for julia.
66 reviews
January 3, 2025
meio que um livro que tem tudo pra ser 5 estrelas mas se perde um pouco no desenvolvimento, sabe? gosto como a destruição causada pelo capitalismo é abordada aqui e que as revelações sobre o narrador são gradativas, mas ao mesmo tempo o personagem central é chato, o autor joga um plot twist pra impactar mas fica completamente largado e sem impacto na trama.. achei bom, mas tinha tudo pra ser Mais
Profile Image for Alexandre Boide.
27 reviews1 follower
Read
October 20, 2025
“Georgia desapareceu no dia em que o primeiro prédio caiu em São Paulo.” Como frase de abertura, parece bem despretensiosa, mas há algo revelador aí. Pelo título do livro, sabemos que outros prédios vão cair. Mas não sabemos quem é Georgia. E, o mais importante, não sabemos por que o narrador-protagonista resolve falar do sumiço dela antes de um acontecimento de tamanha magnitude, e que foi só primeiro do mesmo tipo. Só que é aí que está a pista: não se trata de uma distopia do tipo vida-normal-catástrofe-acontece-protagonista-se-adapta-às-ruínas. Ou melhor, pode até parecer, mas não é bem isso. A indicação a ser extraída é que precisamos atentar para o mundo interior do personagem, além do que acontece ao redor.
Sem isso, aliás, o romance não deslancha, não levanta voo. Afinal, por que, enquanto prédios desabam, desabrigados se espalham pelas ruas, ricos se refugiam longe das cidades e a vida rotineira vai se tornando impossível, o narrador-protagonista está obsessivamente empenhado em encontrar Georgia? Não se sabe nem se é esse o nome dela, ou o que faz da vida, ou onde mora, ou o que quer que seja. O relacionamento dos dois é superficial, dois encontros semanais à tarde para pequenos prazeres (sexo, música, maconha). Se terminamos a leitura perguntando por que os prédios caíram, ou quem é Georgia, o livro passou por nós, mas só pegamos metade, porque a questão não é essa. Ou melhor, não exatamente.
Só quando a estrutura se revela conseguimos estabelecer um paralelo entre a trajetória do narrador-protagonista e a da cidade (do planeta, na verdade). Esse paralelismo, porém, é assíncrono, e só quando alinhamos essa cronologia uma nova chave de interpretação aparece. O desmoronamento do narrador-protagonista acontece antes que o dos prédios, em sua vida pessoal e profissional. Quando o encontramos, ele já está em ruínas — vivendo numa quitinete no Centro, num prédio comandado por uma milícia, mal conseguindo se sustentar, fazendo bicos como passeador de cachorro. Mas ele tem seus rancores, menções a sua vida pregressa. E tem, ou pensa ter, Georgia. Seus encontros com ela são como um último esteio de normalidade. Quando o primeiro prédio desaba, portanto, ele já está no chão. A normalidade na vida na cidade não é mais possível para ele, então ele tenta se agarrar à única sensação disso que ainda lhe restava.
Enquanto a cidade desaba e as pessoas ficam sem rumo, ele já passou por essa desorientação — sua preocupação era reencontrar o caminho para a ilusão de vida que conseguiu encontrar, interrompida quando os prédios começaram a cair. O narrador-protagonista, assim, está sempre um passo adiante da cidade. Enquanto as pessoas ainda tentam viver em sua casa, ele já está vivendo acampado numa barraca (perto do estúdio de dança onde Georgia aparentemente fazia balé), aprendendo onde conseguir água limpa, onde dormir protegido etc. Quando a vida urbana vai se tornando inviável nos moldes que todos conheciam, ele já está adaptado a um novo tipo de sobrevivência.
Quando começa a tentar voltar, não é a uma antiga vida, mas um retorno a sua própria natureza. Para isso, conta com o personagem que serve como o mentor de sua jornada de anti-herói — um indígena também desterrado, que lhe ensina toda uma nova forma de viver, que não depende de estruturas artificiais. Cada vez mais, narrador e cidade se misturam, mas só à medida que a cidade se desfaz, e o narrador se despe das identidades que o ligavam a sua antiga vida na antiga cidade. Portanto é assim, a um passo adiante da cidade, que o livro prepara seu embate final, e já não faz diferença quem é Georgia ou por que os prédios caíram. Mais importantes são os desabamentos do personagem: trabalho, família, memória e, por fim, seu próprio senso de si mesmo, antes do espaço que habita. E a pergunta que o livro propõe não parece ser por que, e sim o quê: o que resta de um ser humano quando todos os aspectos que ancoram sua vida e identidade colapsam?
233 reviews
July 12, 2024
‘Quando os Prédios Começaram a Cair’ traduz a sensação do fim do mundo!

Romance de Mauro Paz, 'Quando os Prédios Começaram a Cair' retrata a ruína da vida de um homem frente a um mundo que não para de desmoronar.

Asensação de que o mundo está entrando em ruínas é fremente entre nós. E esse apocalipse pode estar chegando por meio de epidemias (como a de COVID-19) ou de fenômenos supostamente naturais (como as atuais enchentes no Rio Grande do Sul). A degringolada final, no entanto, se inicia com o desmoronar de nossas casas – internas e externas.

O romance Quando os Prédios Começaram a Cair (editora Todavia, 2023), do autor gaúcho Mauro Paz, é uma distopia que consegue capturar esse sentimento de tensão permanente de que algo está chegando ao fim. Ambientado em São Paulo, ele imagina um cenário em que os grandes prédios comerciais e residenciais começam a desmoronar – primeiro na cidade, mas também em outras partes do mundo. Edifícios como o Copan, o Martinelli e Itália vão aos poucos caindo, um a um, sem que ninguém saiba exatamente o porquê.

Mas a obra de Paz acompanha esta derrocada em massa a partir da vida de um indivíduo. Solano, um mineiro, vive uma vida simples: mora em um prédio na República controlado por milicianos e trabalha eventualmente como cuidador de cães. Aparentemente, sua única satisfação é receber a visita de Georgia, uma moça que conheceu em um aplicativo de namoro e com quem faz sexo às terças e às quintas.

Acontece que, um dia, Georgia para de vir. Ao mesmo tempo, fora do apartamento de Solano, tudo começa a desmoronar, acompanhando um movimento destrutivo que já vinha sido carregado dentro dele. Aos poucos, entendemos que a solidez que ele antes acreditava ter era apenas uma ilusão.

Um diário do fim do mundo

Quando os Prédios Começaram a Cair se destaca por um ritmo frenético e caleidoscópico, organizado em capítulos curtos que prendem o leitor. A história de Solano tem algo de labiríntica: de maneira não cronológica, o romance vai nos entregando aos poucos o que ocorreu na vida daquele homem para torná-lo tão vazio de sentidos.

Contudo, o vazio de Solano não é apenas dele. A trama parece ter sido ambientada em São Paulo não à toa, uma vez que o cenário competitivo e alucinado de trabalho (com muitas cenas envolvendo a famigerada região da Faria Lima) se torna uma chave para entender como um mundo que não para esconde, no fundo, uma ausência de tudo. Corre-se sem parar em prol de objetivos que nunca chegam, tal como um hamster em uma roda infinita.

Enquanto isso, a marcha alucinada da metrópole nos cega para o fato de que não se chega a lugar algum, pois não há satisfação possível nessas conquistas do mundo capitalista. Todas as certezas que outrora se considerava consolidadas – como de ter uma carreira definida, a noção de masculina e, sobretudo, a posse de uma casa, o grande símbolo coletivo da estabilidade – começam a se mostrar frágeis feito um castelo feito de areia.

Mas há vida que se esconde nas frestas, nem que seja por meio de uma obsessão que prega uma centelha no interior de Solano. Georgia, dessa forma, aparece como um sopro de esperança de que talvez haja conexão e sobrevivência possível. Ao procurá-la pela cidade, estaria ele buscando a si mesmo? Um sentimento realmente orgânico e vivo, frente às ilusões de uma cidade de pedra? Ou estaria apenas sendo um homem ridículo?

Quando os Prédios Começaram a Cair não resolve todas essas questões, provocando o leitor a mergulhar na polissemia da obra. De todo modo, Mauro Paz conduz habilmente a narrativa até o final com ares de thriller, mantendo o leitor preso em um suspense que é tão angustiante quanto real. Parece ser uma obra determinante para dar concretude ao mal estar coletivo em que vivemos.
Profile Image for Júlia Cavalcanti.
8 reviews
April 22, 2024
Este livro tinha tudo para ser bom, mas infelizmente não gostei. Achei o personagem principal muito egoísta, chato e sempre querendo ser a vítima da situação, o que me levou a sentir raiva dele em muitos momentos por sempre querer ver um culpado para a situação dele, se não ele mesmo. Percebemos que a história de vida dele é muito interessante por ter superado as amarguras da infância e da adolescência, ter se formado, crescido na vida, conseguido um bom emprego, casado e construído uma família, mas ele escolhe trocar tudo por maconha e mulheres. Entendo que o autor quis fazer várias críticas neste livro, mas não foram tão bem desenvolvidas. O livro também não aprofunda sobre a esposa e a filha do personagem e quem era Georgia, a moça com quem ele se envolve no início do livro e desaparece. Sinceramente, na minha opinião ele quis mostrar um personagem marcado pelos traumas da vida, que acaba sofrendo pelo excesso de trabalho e recorrendo a outros meios para encontrar conforto, mas acabou criando um personagem egoísta, que não estava preparado para ser pai e que no final a melhor decisão foi fugir das responsabilidades, se arrependendo nas últimas páginas e querendo a família de volta, outro ponto que realmente não gostei, por não ter um final basicamente. Não sabemos se ele encontrou a família, em que resultou a queda dos prédios, onde o amigo dele foi parar, etc. Enfim, tinha tudo pra ser bom, mas não me encantou.
This entire review has been hidden because of spoilers.
Profile Image for Cami.
158 reviews
January 29, 2026
Uma grande carta de amor a são paulo que responde a pergunta: o que acontece depois do fim do mundo?
Não esperava plot twists, achei que seria um romance comum mela cueca com gosto de esquerdo macho, mas para minha felicidade, a curadoria da Todavia é beeeem melhor que isso.
Senti um baque ao perceber que realmente tem diferença ler autor homem e autora mulher, não necessariamente algo ruim, mas me trouxe o incômodo de saber que os olhos que veem aquele mundo são muito diferente dos meus. O personagem principal carrega uma apatia que apenas um homem pode carregar, uma sensibilidade na escrita que só alguém que pode praticar o “Flanerie” - como nos mostra Sigrid Nunez - pode ousar a trazer.
O estilo contemporâneo me surpreendeu com o ritmo e fluidez, trouxe uma história rica de localização, traumas e identificação, me deixou com dó daquele cara, mas ao mesmo tempo com ódio. Me deu nojo, asco, e alegria de me identificar com as piores coisas do mundo.
Já chegou direto pro pódio de melhores do ano.
Profile Image for Will Oliveira.
47 reviews2 followers
October 7, 2024
Modular as expectativas é sempre um desafio quando uma sinopse nos chama a atenção de primeira. Comecei a ler Quando Os Prédios Começaram A Cair esperando uma narrativa completamente diferente, algo que nos fizesse refletir sobre a vida na cidade, o enclausuramento dos grandes centros, que a distopia em que prédios começam a cair misteriosamente nos fizesse questionar algo da vida urbana. E o livro toma um caminho totalmente diferente. De central, o cair de prédios se torna apenas um vulto. Mais do que uma história coletiva, o livro é justamente o oposto, um mergulho na individualidade do protagonista. Contraditoriamente, quanto mais os prédios desmoronam, mais a vida desmoronada do protagonista passa a se reorganizar. É um bom livro (tanto que começa a aparecer em diversas listas de premiações), mas acho que sua divulgação, que foca nessa singularidades dos prédios que desabam sem explicação, talvez explore o aspecto menos importante da história e induz o leitor à frustração.
Profile Image for Eli Paula.
229 reviews
July 10, 2025
O tema do livro é bom, a premissa é boa e a narrativa também é muito boa.
Prédios começam a cair pelo mundo todo, o personagem principal perde alguém importante e não sabe o que esta acontecendo, a história te prende, você quer saber o que está acontecendo.

Traz tantas questões importantes, amor, burnout, a vida sem sentido das telas e das cidades muito grandes, mas não aprofunda nenhum tema, fica nisso, termina sem respostas, não sabemos pq os prédios caem, ele se perdeu de todo mundo e não sabemos o que aconteceu com essas pessoas.
Poderia ser bem melhor
This entire review has been hidden because of spoilers.
Profile Image for Renata Lutz.
34 reviews1 follower
February 16, 2024
A história de uma cidade, São Paulo, em colapso e o paralelo com a vida dos personagens, cada um vivendo seus dramas, com suas histórias, algumas mais triviais, outras bem pesadas. O fio condutor é a busca desesperada do protagonista pela garota que conheceu num aplicativo e com quem viveu alguns encontros intensos, até ela sumir. Livro que você não quer parar de ler até saber o final. Mistério e crítica social, uma boa mistura.
Profile Image for juju seabra.
18 reviews
June 25, 2024
nossa, achei fraquíssimo. é uma leitura rápida e não é nada ruim de ler, mas parece bobeira?! enredo fraco, personagens fracos, background interessante até, mas pouco explorado.
tentou colocar o personagem principal como uma coisa que ele simplesmente não demonstra ser.
senti que o autor quis colocar um plot twist ali na situação da luiza, sendo que teve zero impactado na hora e no resto da leitura também.
enfim, não curti não
Profile Image for Eduardo Vasconcelos.
Author 2 books66 followers
August 29, 2025
Tinha muito tempo que eu não ficava acordado até de madrugada para terminar um livro porque não conseguia parar de ler. A história vai ganhando novas camadas a cada novo capítulo, o que faz com que a história do personagem vá se tornando mais interessante conforme a leitura avança e eu fui ficando cada vez mais curioso para saber como tudo iria se desenvolver.
Profile Image for Júlia Magno.
19 reviews
April 30, 2026
Um bom livro! Salvou minhas leituras de começo de ano.

Muitas decisões no passado (que nem é tão distante assim) do personagem fizeram a empatia que eu sentia pela atual vida dele desaparecer. Ele não era flor que se cheire, mas muito se explica com o medo de abandono que ele tinha desde que a mãe deixou ele sozinho com o pai imprestável. Enfim, larguei muitos "bem feito" e alguns "tadinho" ao decorrer da história. A leitura é super rápida, interessante e fácil de seguir. Recomendo!
This entire review has been hidden because of spoilers.
Profile Image for Márcio Moreira.
Author 3 books10 followers
February 10, 2024
bem escrito e envolvente, gostei muito de como o autor desenvolve o fenômeno dos prédios caindo. mas peguei abuso do narrador e achei algumas revelações aquém da expectativa construída. queria muito ler essa mesma história sob mais pontos de vista. mas é uma questão de gosto, o livro em si é bem bom.
Profile Image for Iago Lage.
1 review
September 2, 2024
a história poderia ser mais bem amarrada, mas vai ver é exatamente isso que a deixa interessante. a narração em primeira pessoa também ajuda nisso. à medida que a cidade vai se destruindo e ninguém entende os motivos, acompanhamos a decadência do personagem, e o desfecho foge do esperado. gostei e recomendo para uma leitura leve e rápida.
Profile Image for Ana Morete.
5 reviews
April 9, 2026
O livro é OK, com potencial pra ser ótimo, mas que acaba sendo ruim. Senti que o autor quis abordar mil narrativas na história e não conseguiu conclui nenhuma com potência. O texto tem muitos lugares comuns e o narrador é um chato amargurado - que eu teria achado incrível no 2º ano da faculdade de jornalismo.
Profile Image for Juliana PW.
33 reviews1 follower
January 8, 2024
Não consegui largar até terminar. O começo é um pouco difícil, mas vai ficando envolvente.
Além de ser um paralelo bem interessante com a pandemia, adorei a localização escolhida.
Os personagens são bem reais, toda empresa que lida com investimentos tem um JP e uma Bia.
This entire review has been hidden because of spoilers.
Profile Image for Jorge Ferreira.
6 reviews
March 23, 2024
Pelo titulo você subtende o que acontece espacialmente, pelos primeiros capítulos você prevê o que pode acontecer amorosamente, pelo decorrer da leitura um passado emerge. Tudo isso vai pra onde? Terminei a leitura e ainda tô me questionando.
Profile Image for Wallace.
5 reviews1 follower
April 15, 2024
Ótimo. Intenso, envolvente, atual, e dentro de sua leve distopia, extremamente realista. Fala sobre um mundo que vai à ruína sem explicação, onde tudo é incerto. Me fez refletir sobre a confusão do mundo que habito.
Profile Image for Tainá.
80 reviews
December 10, 2025
Achei o texto muito bem escrito, fluido, rápido, fácil (li em duas horas). A história é legalzinha, uma analogia fácil que coloca a casa como a certeza da vida. No fim me deu um pouco de tristeza. Acho que um próximo trabalho do autor tem tudo pra ser incrível.
Profile Image for Juliana Costa.
82 reviews
March 18, 2024
as críticas de mauro paz ao governo bolsonaro são a cereja no bolo pra mim

(e agora vou dar um tempo em leituras apocalípticas
2 reviews
March 26, 2024
Boa leitura! Universo distópico criado na medida, sem muita informação. Somente o necessário para o enredo principal.
Profile Image for Marcelo.
360 reviews4 followers
April 18, 2025
sabe aquele livro que tem tudo pra ser incrível mas se perde no desenvolvimento? então…
Profile Image for igor melo.
31 reviews
February 7, 2026
1,5 = ruim com força

homens hétero e seu Complexo de Eu, Eu & Eu. Um fudido que só pensa no próprio umbigo e quando se arrepende, é tarde demais.

QUE INFERNO
Profile Image for Andre Aguiar.
503 reviews134 followers
Read
December 14, 2023
Em tempos tranquilos, você desperdiça três dias de vida num piscar de olhos. Em momentos nervosos, três dias são o suficiente para o mundo virar de ponta-cabeça.
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