Welcome to the Ballroom, Vol. 9 continues where the previous tankōbon left off and contains the next five chapters (37–41) of the on-going manga series.
The tankōbon continues the Tokyo Metropolitan Dance Sport Tournament and covers the second to fourth (semi-finals) rounds. The second round was undocumented, but the results were shown and Tatara Fujita and Chinatsu Hiyama received full marks on all four dances (Waltz, Tango, Foxtrot, and Quickstep), while Mine Gorou and Akira Koumoto lost a mark in the Foxtrot. Also Masami Kugimiya and Tami Idogawa pass the round, although their marks unknown.
Unfortunately, the results of the third round (with the same dances) have Gorou-Koumoto team receiving only one point in the Tango and were eliminated in the third round. Fujita-Hiyama team lost only one mark in the Foxtrot, but is preceded towards the semi-finals. The Kugimiya-Idogawa team also proceeded towards the semi-finals. The tankōbon closes in the middle of the fifth and last dance of the semi-final round: Waltz, Tango, Viennese Waltz, Foxtrot, and Quickstep.
This tankōbon is written and illustrated by Tomo Takeuchi. Besides the dance competition, this tankōbon delve into the back story of Chinatsu Hiyama and Akira Koumoto – how they became friends, found dance, how they parted, and their current relationship with each other. It is slightly maddening, albeit understandable, that the final round dancers are unrevealed. Hopefully, the tenth tankōbon would be published soon, albeit it seems to be delayed significantly.
All in all, Welcome to the Ballroom, Vol. 9 is a wonderful continuation to a series that seems intriguing and I cannot wait to read more.
هنوز هم مسابقه جریان داره و مرکز داستان تلاشهای بیشتر چیناتسو و تاتارا برای هماهنگیه. تلاشی که حالا چالش خیلی بزرگتریه چون تاتارا حتی جوری که خودش عادت داره هم نیست. گذشته چیناتسو از دید پارتنر قبلیش خیلی کمک کرد که بدونم چقدر سخته همه چی براش. و چقدر این تاتارا هم همه چیزو سخت میکنه. رابطهای که یه جورایی بین تاتارا و کوگیمیا وجود نداره هم برام جذابه. دلم میخواد رابطهاشون دولوپ پیدا کنه و البته بک استوریهای بیشتری ببینم حتی در موردخود تاتارا و مامانش. اما، زیبایی این جلد واقعا هیودو و گند بزرگش بود. (~‾▿‾)~ واقعا این بشر سر تا پا زیباییه. در درجه بعدم اون دو تا بچه تخم سگ واقعا خوبن، دوستشون دارم.
Se o sétimo volume foi sobre reconstrução e o oitavo sobre pressão, o nono volume de Welcome to the Ballroom é sobre consequências. Não há mais espaço para aprendizagens ou para desculpas. O Campeonato Metropolitano de Tóquio está a todo o gás, e a dança transformou-se num jogo de soma zero onde o sucesso de um casal significa, inevitavelmente, o fracasso de outro. Tomo Takeuchi entrega-nos um volume que é, ao mesmo tempo, eletrizante e profundamente humano — um teste de fogo para Tatara, Chinatsu e para todos os que os rodeiam.
O volume arranca com Tatara e Chinatsu a terem conseguido, "à força de vontade", ultrapassar a primeira ronda de eliminação. Mas a partir daqui, a competição assume uma dimensão implacável, uma vez que uma nota negativa pode significar o fim do percurso do par na competição. Esta lógica de soma-zero é o grande motor narrativo do volume. Takeuchi consegue transformar a matemática da competição numa fonte de tensão dramática que poucas obras do género conseguem alcançar. Cada movimento, cada passo, cada olhar entre parceiros pode ser a diferença entre a glória e a eliminação.
O que está em jogo é simples mas devastador: se Tatara e Chinatsu não vencerem o torneio, não poderão participar no Grande Prémio de Sendai. E, mais importante ainda, deixarão de dançar juntos. A ameaça que pairava sobre a parceria desde o volume anterior torna-se agora uma realidade concreta e iminente. É este o cenário que Marisa impôs a Tatara — e que ele aceitou. Vencer ou perder a parceira. Não há meio-termo. Nesse sentido, a decisão de Takeuchi de colocar a própria existência da parceria em jogo eleva as apostas para um nível que a série ainda não tinha explorado. Não estamos apenas a torcer por uma vitória desportiva; estamos a torcer pela sobrevivência de uma relação que custou tanto a construir.
Curiosamente, o volume omite deliberadamente a segunda ronda. Sabemos apenas que Tatara e Chinatsu receberam pontuação máxima em todas as quatro danças (Valsa, Tango, Foxtrot e Quickstep). É uma escolha narrativa ousada — e inteligente. Ao saltar uma ronda inteira, a autora sublinha a ideia de que, por mais impressionante que seja o desempenho do casal, o que realmente importa são os momentos de crise e de viragem.
E a crise não tarda a chegar.
Na terceira ronda, o casal rival de Gorou e Koumoto é eliminado. Tatara e Chinatsu perdem apenas uma marca no Foxtrot, mas seguem em frente. Kugimiya e Idogawa também avançam. O torneio aperta-se, e o leitor sente cada ponto a escapar.
Porém, o verdadeiro destaque em termos emocionais deste volume não está na competição — está na revelação do passado de Chinatsu e da sua relação com Akira Koumoto. É um desenvolvimento que estava a ser preparado há muito tempo, e que finalmente chega para dar profundidade a uma das personagens mais enigmáticas da série. Não se trata de uma simples rivalidade, trata-se de uma amizade que se desfez por vários motivos. Esta exploração do passado de Chinatsu e Akira é, talvez, o maior acerto do volume. A obra nunca se esquece de que a dança é, acima de tudo, uma relação entre pessoas — e que as pessoas trazem consigo histórias que nem sempre são fáceis de partilhar.
O volume termina no meio da quinta e última dança da ronda semifinal, deixando o leitor em suspenso. É uma escolha frustrante — mas também magistral. Porque, como qualquer bom dançarino sabe, o momento mais importante não é o fim da música, mas sim a pausa que o antecede.
This series is just so good. I don't know if I can call it underrated with an anime adaptation and an official English translation and printing, but it deserves more love