Welcome to the Ballroom, Vol. 10 continues where the previous tankōbon left off and contains the next seven chapters (42–48) of the on-going manga series.
The tankōbon continues the Tokyo Metropolitan Dance Sport Tournament and concludes the semi-finals and the first half of the final rounds (Waltz, Tango, Viennese Waltz, and Slow Foxtrot). Tatara Fujita and Chinatsu Hiyama and Masami Kugimiya and Tame Idogawa are two of the six pairs that made it to the finals. Thanks to some advice via the phone by Kaname Sengoku, Tatara Fujita and Chinatsu Hiyama evolved their dancing as they became more of a unit than two people.
Judges are having difficulty and are divided in deciding which team is the better dancers as Kugimiya-Idogawa team are more traditional and Fujita-Hiyama team are more evolutional. Unfortunately, during the Viennese Waltz, Masami Kugimiya develops a muscle cramp, but is willing to go through with the rest of the competition.
This tankōbon is written and illustrated by Tomo Takeuchi. Besides the dance competition, this tankōbon delve into the back story of Masami Kugimiya and reveals the reason of his dislike for Tatara Fujiya. For ten years Masami Kugimiya had a similar attitude as Tatara Fujiya about dance, but then he was hit by a truck. After his rehabilitation and a year of practice, Masami Kugimiya returned to competitive dancing with a more jaded attitude.
All in all, Welcome to the Ballroom, Vol. 10 is a wonderful continuation to a series that seems intriguing and I cannot wait to read more.
This volume was jammed packed! The art was fantastic. Tatara finally found a way to match Chinatsu and she has finally found a way to trust Tatara's lead. And Kugimiya - what an conflicting characters, one moment he is rude and harsh and unlikable, but then you understand where it is all coming from and you feel for the guy. His backstory was really well done, and gave you a lot of character development and sympathy for him as a poor lost boy just looking for attention and approval but ultimately it all leads to unfulfilled aspirations and disappointment - you see his inner struggle and hatred that he has for himself and how that effects how he treats others. Great stuff, just wish we could get a little more about his partner, she is a blank slate still after all this time.
الله و اکبر از اینهمه جلال و زیبایی. آرت این جلد فوقالعادهاست و فوق العاده صفت درخوری هم نیست حتی. و بک استوریای که از کوگیمیا میخواستم رو تو این جلد گرفتم و به اندازهٔ کافی هم راضی کننده بود. تفاوت عظیمی که تو دنیای بیرحم رقابت پیدا کرده خیلی ناراحت کننده است و به نظرم از زیباترین دولوپ های کل سریه. همزمان حالش از ادامه دادن به هم میخوره همونطور که نمیتونه رها کنه. واقعا اشکم رو درآورد بک استوری کوگیمیا و تلاش تاتارا برای پیدا کردن خودش. . [image error] . سنگکو سان یه عوضی تمام معناست. ( ̄︶ ̄)
Se o nono volume foi sobre o peso das consequências, o décimo volume de Welcome to the Ballroom é sobre redenção — ou, pelo menos, sobre o preço que se paga para a alcançar. Tomo Takeuchi entrega-nos um volume que é, ao mesmo tempo, o culminar de arcos narrativos construídos ao longo de vários volumes e a exploração mais profunda e comovente de uma das suas personagens mais enigmáticas: Masami Kugimiya. Este não é apenas um volume sobre dança; é um volume sobre o que acontece quando a paixão se transforma em dor, e quando a dor, por sua vez, se transforma em algo que pode, finalmente, ser curado.
O volume arranca exatamente onde o anterior terminou: na ronda semifinal do Torneio Metropolitano de Dança Desportiva de Tóquio. Tatara e Chinatsu, que no volume anterior pareciam à beira do colapso, conseguem finalmente encontrar a sintonia que lhes tinha escapado. O casal, que durante tanto tempo dançou como dois indivíduos separados, torna-se finalmente uma unidade. E é esta evolução que chama a atenção de Masami Kugimiya, o rival mais temível de Tatara. Ao observá-los dançar, Kugimiya é forçado a confrontar o seu próprio passado — e é aqui que o volume se torna verdadeiramente especial.
O grande trunfo deste volume é a exploração da história de fundo de Masami Kugimiya. Por vários volumes, Kugimiya foi apresentado como o antagonista arrogante e cruel, o dançarino de topo que olhava para Tatara com desprezo. Mas este volume revela-nos que Kugimiya foi outrora como Tatara.
Descobrimos que há dez anos atrás, Kugimiya tinha a mesma atitude entusiástica e ingénua em relação à dança que Tatara tem agora. Mas tudo mudou quando foi atropelado por um camião. Após a reabilitação e um ano de prática, regressou à competição — mas com uma atitude muito mais cínica e amargurada. O acidente roubou-lhe não apenas a mobilidade temporária, mas também a pureza da sua paixão. Esta revelação transforma Kugimiya de vilão em figura trágica. A sua luta interna e o ódio que sente por si próprio afetam a forma como trata os outros. É um retrato cruelmente humano de como o trauma pode corroer até a mais pura das paixões.
Mas não é apenas Kugimiya que enfrenta os seus demónios. Tatara também tem o seu momento de vulnerabilidade. Num dos momentos mais comoventes do volume, Tatara chega às lágrimas ao pensar em Sengoku. É um momento de catarse que nos lembra que, por mais que Tatara tenha crescido como dançarino, continua a ser um rapaz à procura de orientação e aprovação.
E depois há a “mentira de Sengoku”. O mentor, que tantas vezes parecia distante e até cruel, revela ter estado sempre a observar e a guiar Tatara à distância. É um lembrete de que, na dança competitiva, os laços que se formam vão muito além da pista de dança.
O volume culmina na ronda final do torneio, com seis casais a competir. Tatara e Chinatsu enfrentam Kugimiya e a sua parceira, Tame Idogawa, num confronto que opõe dois estilos radicalmente diferentes: o estilo tradicional de Kugimiya contra o estilo mais evolutivo e inovador de Tatara.
Os juízes estão divididos. Não há uma resposta certa. Não há uma forma “correta” de dançar. Há apenas a verdade de cada casal, a história que cada um traz para a pista. E depois há a lesão. Durante a Valsa Vienense, Kugimiya sofre uma cãibra muscular. Mas recusa-se a desistir. É um momento que encapsula perfeitamente a personagem: um homem que, apesar de toda a sua amargura, continua a dançar como se a sua vida dependesse disso. Porque, de certa forma, depende.
Em suma, este volume é sobre almas feridas, traumas e perseverança. É sobre o que acontece quando a paixão se torna dor, e quando a dor, finalmente, encontra um caminho de volta à paixão. O volume termina com o torneio ainda em aberto, deixando o leitor ansioso pelo próximo passo.
Kugimiya's backstory made me very emotional. I'm loving this tournament arc! Fujita and Chinatsu are also fascinating in this arc, I like seeing their growth and change. When sports manga hits, it hits hard.
This competition sure is long. Yes, there are flashbacks, this volume had a major one with Kugemiya, but it's still very long. At least there are plenty of twists and turns in there.
Sengoku is just the hottest guy 😍 I also feel a burning envy for the passion that these characters have for dance. I want to find something to dedicate my life to as well!
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