نسخه غیررسمی ترجمه. حقیقتا چپترها اشفته بودند به خاطر تاخیرهای فراوان و اینا. باید بعدا که ترجمه اصلی اومد دوباره بخونمش. اما شدیدا استرس داشتم که کی قراره ببره.
The tournament ending was very sweet. I’ve read up to ch59 and I’m going to stop here for now. Im satisfied with the way things are and I don’t have any desire to keep reading the manga digitally. Maybe one day I’ll get back to it.
Se o décimo volume foi sobre redenção e a dança das almas feridas, o décimo primeiro volume de Welcome to the Ballroom é sobre o momento da verdade — aquele instante em que todo o suor, todas as lágrimas e todos os passos dados ao longo de meses se resumem a uma única pergunta: será que foi suficiente? Tomo Takeuchi entrega-nos o culminar de um arco narrativo construído com uma tensão quase insuportável, onde a dança deixa de ser uma arte para se tornar um veredito.
O volume arranca exatamente onde o anterior terminou: na ronda final do Campeonato Metropolitano de Tóquio. Tatara e Chinatsu, que ao longo de todo o torneio lutaram para encontrar a sintonia perfeita, alcançam finalmente aquilo que parecia impossível: uma fusão total. Dançam como se fossem um só, capturando a atenção de toda a plateia. Mas não são os únicos. Kugimiya, que no volume anterior nos revelou a sua história de dor e superação, está determinado a levar a sua performance até ao fim. O seu estilo, feito de "garra e delicadeza", é o contraponto perfeito à harmonia de Tatara e Chinatsu. Dois casais. Duas filosofias estão em competição, mas só pode existir um único vencedor.
A pergunta que paira sobre todo o volume é simples mas devastadora: a paixão juvenil prevalecerá, ou será um veterano em recuperação a reivindicar a glória do passado? Os resultados estão prestes a ser anunciados, e o leitor sente cada segundo de espera como uma eternidade.
A capa do volume, que apresenta Kugimiya, não é uma escolha acidental. Este é, em muitos aspetos, o volume de Kugimiya. Depois de no volume anterior termos conhecido o seu passado trágico — o acidente que o transformou de um sonhador entusiasta num dançarino cínico e amargurado —, este volume mostra-nos o seu regresso. É um momento de catarse para uma das personagens mais complexas da série.
Enquanto Kugimiya luta contra o seu passado e o seu corpo, Tatara e Chinatsu alcançam algo que parecia impossível apenas alguns volumes atrás: a compreensão plena da dança um do outro. A palavra que melhor descreve a sua performance é "fusão" — uma palavra que, há pouco tempo, parecia reservada apenas para os casais mais experientes. É o culminar de uma jornada que começou com Tatara a sentir que tinha "quatro pernas" e Chinatsu a duvidar da sua liderança. Agora, dançam como se tivessem uma só mente, um só corpo, uma só alma. E, ao fazê-lo, provam que o verdadeiro triunfo na dança não é vencer um torneio — é encontrar alguém com quem se possa dançar como se não houvesse amanhã.
A forma como a autora consegue transmitir a antecipação do julgamento — aqueles segundos intermináveis entre o último passo e o anúncio do vencedor — é magistral. Cada painel respira ansiedade, esperança e medo. E quando o vencedor é finalmente revelado, é possível sentir o espanto, a incredulidade e o alívio que inundam as várias personagens.
Contudo, o volume não termina com o anúncio dos resultados. Depois do campeonato, começa um novo trimestre escolar para Tatara. Com esta transição, a autora relembra-nos que existe vida para lá das competições e que esta continua, mesmo quando os torneios chegam ao seu momento de conclusão.
Em suma, o décimo primeiro volume de Welcome to the ballroom é o culminar de tudo o que foi construído até ao momento. Resta agora a curiosidade sobre o que se seguirá na jornada de Tatara e de todas as outras personagens que o rodeiam.
Maybe I just like this because years ago I liked watching Dancing with the Stars and ballroom dance has always been kinda fun to watch. Nothing like watching people who are obsessively focused on one sole aspect of their life! The word "balance" isn't even in their lexicon.