É uma história sobre amor, obsessão, vingança e tragédia. O amor entre Heathcliff e Catherine é o cerne da história. Eles se amam profundamente, mas Catherine escolhe se casar com Edgar Linton, um homem rico da vizinhança, por causa da diferença social entre ela e Heathcliff.
Emily Brontë was an English novelist and poet whose singular contribution to literature, Wuthering Heights, is now celebrated as one of the most powerful and original novels in the English language. Born into the remarkable Brontë family on 30 July 1818 in Thornton, Yorkshire, she was the fifth of six children of Maria Branwell and Patrick Brontë, an Irish clergyman. Her early life was marked by both intellectual curiosity and profound loss. After the death of her mother in 1821 and the subsequent deaths of her two eldest sisters in 1825, Emily and her surviving siblings— Charlotte, Anne, and Branwell—were raised in relative seclusion in the moorland village of Haworth, where their imaginations flourished in a household shaped by books, storytelling, and emotional intensity. The Brontë children created elaborate fictional worlds, notably Angria and later Gondal, which served as an outlet for their creative energies. Emily, in particular, gravitated toward Gondal, a mysterious, windswept imaginary land she developed with her sister Anne. Her early poetry, much of it steeped in the mythology and characters of Gondal, demonstrated a remarkable lyrical force and emotional depth. These poems remained private until discovered by Charlotte in 1845, after which Emily reluctantly agreed to publish them in the 1846 collection Poems by Currer, Ellis, and Acton Bell, using the pseudonym Ellis Bell to conceal her gender. Though the volume sold few copies, critics identified Emily’s poems as the strongest in the collection, lauding her for their music, power, and visionary quality. Emily was intensely private and reclusive by nature. She briefly attended schools in Cowan Bridge and Roe Head but was plagued by homesickness and preferred the solitude of the Yorkshire moors, which inspired much of her work. She worked briefly as a teacher but found the demands of the profession exhausting. She also studied in Brussels with Charlotte in 1842, but again found herself alienated and yearning for home. Throughout her life, Emily remained closely bonded with her siblings, particularly Anne, and with the landscape of Haworth, where she drew on the raw, untamed beauty of the moors for both her poetry and her fiction. Her only novel, Wuthering Heights, was published in 1847, a year after the poetry collection, under her pseudonym Ellis Bell. Initially met with a mixture of admiration and shock, the novel’s structure, emotional intensity, and portrayal of violent passion and moral ambiguity stood in stark contrast to the conventions of Victorian fiction. Many readers, unable to reconcile its power with the expected gentility of a woman writer, assumed it had been written by a man. The novel tells the story of Heathcliff and Catherine Earnshaw—two characters driven by obsessive love, cruelty, and vengeance—and explores themes of nature, the supernatural, and the destructive power of unresolved emotion. Though controversial at the time, Wuthering Heights is now considered a landmark in English literature, acclaimed for its originality, psychological insight, and poetic vision. Emily's personality has been the subject of much speculation, shaped in part by her sister Charlotte’s later writings and by Victorian biographies that often sought to romanticize or domesticate her character. While some accounts depict her as intensely shy and austere, others highlight her fierce independence, deep empathy with animals, and profound inner life. She is remembered as a solitary figure, closely attuned to the rhythms of the natural world, with a quiet but formidable intellect and a passion for truth and freedom. Her dog, Keeper, was a constant companion and, according to many, a window into her capacity for fierce, loyal love. Emily Brontë died of tuberculosis on 19 December 1848 at the age of thirty, just a year after the publication of her novel. Her early death, following those of her brother Branwell and soon to
Não sei nem por onde começar, mas isso daqui é uma grande novela das 9 que prende você de cabo a rabo. Caras, a Emily Bronte estava MUITO a frente do tempo dela quando parou pra escrever isso daqui, a mente da gata era de titânio! Um homem chega numa casa que ele alugou, mas foi tratado com desdém e MUITA hostilidade pelo inquilino, daí a empregada da casa, a maior fofoqueira da literatura, Nelly Dean, conta pra ele a história desde o princípio para explicar o porquê do clima terrível que o novo morador teve com o dono da casa.
Na primeira parte do livro temos uma família feliz no norte da Inglaterra, até que o pai traz um novo elemento pra casa, um menino moreno com um único nome, "Heathcliff". A partir dai é ladeira abaixo pra essa criatura, a casa vira um poço de hostilidades pra esse menino cujo o único conforto que encontra lá é a filha do homem que levou ele para a casa, Cathy. Ambos são o cão e o diabo na terra, primeiro porque a menina é uma egoísta narcisista, e segundo porque absolutamente toda a hostilidade da casa e dos outros personagens com ele vai transformar ele um um vilão nível Nazaré Tesdesco e Carminha, do final da primeira parte do livro para a segunda parte. Ele se transforma numa pessoa tão podre que até o fruto dele vem doente.
Apesar do livro ser um tornado de transtornos do começo ao fim, ele tem um final feliz (pelo menos para os que ficaram vivos! rs). O que eu mais gostei foi que todo o livro é uma grande fofoca crocantíssima! Quem me dera ter a memoria de elefante de dona Nelly Dean!
Um título que jamais me causou qualquer interesse e uma leitura na qual não teria embarcado, não fosse em áudio livro. Também me questionei inúmeras vezes se deveria progredir na história, diante de sensações tão negativas provocadas por uma narrativa melancólica, fatalista e passional - típica das obras ultra-românticas desse período. Há um magnetismo, no entanto, que faz seguir adiante. Os personagens, psicologicamente muito bem construídos, são o que há de melhor no livro, por sua capacidade de provocar asco, antipatia, repúdio e até ódio (sentimentos envoltos a um misto de pena e de empatia, pelo reconhecimento da perversidade nas várias camadas das relações humanas nas quais estão imersos, desde a infância). Eu diria que é um livro que retrata bem alguns modelos de relações abusivas, que podem ser, ainda hoje, confundidas com amor romântico e paixão avassaladora. Cruel.
A tradução de Rachel de Queiroz é de um esmero, de uma beleza, que sem dúvida alguma é um dos fatores principais dessa edição. Durante a leitura, me sentia parte daquela família errada e vingativa e vergonhosa. Compartilhava as dores, as alegrias (poucas, admito) e as indignações. Não há certo nem errado nessa obra. E é a partir disso que você entende o porquê dela ser considerada um clássico.
Acredito que as interpretações serão inúmeras, mas o que fica para mim é a história de um amor desvairado, ensandecido, o qual, apesar de tudo, culmina em algo bom, em algo belo. Mesmo que os criadores desse enredo não sobrevivam para vê-lo.
“Já lhe disse que quase alcancei o meu céu; outros céus, outros paraísos, não têm valor aos meus olhos, nem me despertam cobiça."
“[...] pois o que não está, para mim, associado a ela? e o que não me faz recordá-la? não posso olhar para este chão, pois seus traços estão impressos nas lajes! em cada nuvem, em cada árvore... enchendo o ar a noite, e vislumbrada em cada objeto de dia... estou cercado por sua imagem! os rostos mais comuns de homens e mulheres, meus próprios traços, debocham de mim com alguma semelhança. o mundo inteiro é uma terrível coleção de recordações de que ela existiu, e de que eu a perdi!”
Ler essa história é como ouvir uma grande fofoca de uma parte distante da família. Você deseja distância de todos esses estranhos personagens e, ao mesmo tempo, se interessa pela sua estranha narrativa e história de vida.
De fato, achei uma leitura muito interessante e, devo admitir, se não tivesse começado sua leitura em um momento que estava me sentindo triste, teria terminado este livro em pouco menos que 3 dias.
O morro dos ventos uivantes, tem uma leitura em si muito interessante e simples de compreender, principalmente por se tratar de uma história que é narrada literalmente como se fosse uma vizinha fofoqueira lhe contando uma história. O senhor lockwood representa somente alguém externo à situação e que se encontra tão curioso quanto nós à escutar o restante da história, enquanto a narração da Nelly como observadora e suas presenças na história são descritas de forma que até uma criança entenderia e aproveitaria desta obra. A Emily Bronte fez uma obra incrível e que merece o devido reconhecimento, é uma pena que tenha morrido tão jovem.
Acredito que, certamente, Catherine e Heathcliff se mereciam, no pior sentido possível. Catherine foi uma péssima amiga e terrível esposa, era sínica e, definitivamente, uma pessoa fingida e egoísta. Heathcliff simplesmente pôs pessoas a sofrer, pessoas que nem tinham nada haver com o que aconteceu com ele ou na história dele, a troco de absolutamente nada. E, por fim, nada ele levou e ainda teve seu desejo concedido. Antes tivesse tido uma morte violenta e sofrida do que aquela morte "tranquila" que a doença o acometera.
Enfim, se pudesse resumir, diria que gostei muito do livro e que foi uma experiência agradável. Fiquei muito feliz com essa leitura. 4,9/5
O Morro dos Ventos Uivantes é um livro sobre obsessão. Ele é um clássico muito presente na cultura pop, sendo "o livro favorito" de muitos personagens de séries e outros livros, mas eu li sem saber nada sobre a história e nem de que gênero era. Emily escreve muito vem, te transporta para o Morro e para a história. Me lembrou Jane Austen, mas diferente das histórias dessa, em Morro dos Ventos Uivantes, os personagens não tem um senso oral forte. Todos possuem falhas grande de caráter e conduta, julgam, odeiam, maltratam, fazem birra, são humanos. A história me envolveu bastante e me fez sentir muito. Fazia tempo que um livro não me fazia sentar na ponta da cadeira sentindo muita agonia e raiva. Mesmo assim, acho que li ele mais velha do que deveria, não me pega mais esse "amor" obsessivo.
4.5/5 Boa demais a história de um amor entre duas pessoas desequilibradas e destrutivas, fadado ao fracasdo desde o início, e que gera a ruína tanto dos protagonistas como de todos ao redor deles. Sem acreditar Emily Brontë simplesmente escreveu essa única obra prima e logo depois morreu, o tanto que essa mulher teria entregado em outros livros.
Esse livro foi um daqueles que me fez pensar MUITO nele depois de ter terminado de ler. Os personagens são interessantes na mesma intensidade que cada um tem inúmeros problemas, o que torna todos os acontecimentos envolvendo os protagonistas bastante "escandalosos". Recomendo a leitura.
A perfeita descrição, em forma de relato, de como um sentimento originalmente bom quando germinado em ambiente hostil acaba por tornar-se sinônimo de ódio, vingança e destruição. Um livro muito bem escrito com narrativa bastante descritiva, o que faz sentido no contexto do livro, talvez para quem não esteja acostumado a esse gênero o livro acabe se tornando arrastado e pareça que não leva a lugar nenhum, todavia a autora descreve com maestria as situações e sentimentos, alem de outras estratégias (como a própria descrição excessiva), que fazem o leitor se sentir parte na narrativa, devido a esses aspectos o livro faz por merecer um espaço sem contestação na gama de grandes obras universais
Esse livro não foi nada do que eu esperava. Ele tem vingança, mistério, brigas, disputas, fantasia e tudo de uma forma que faz você querer ler mais e mais para descobrir o que vai acontecer.
Eu tava tão acostumada nos últimos tempos em livros leves/escapistas que quase não consegui passar das 100 páginas desse. É o contrário de ser escapista!rs. Isso é um “feel bad” book. Os personagens são tóxicos, são traumatizados e mimados mas reais!! E foi ai que (ainda bem) eu não desisti, continuei a leitura que, com certeza, vai ressoar em mim por um tempão. É meio terror, meio romance, mas um romance avassalador, que corta na carne, machuca, e não cessa nem com a morte. A autora é genial: Precisa ser p escrever algo tão humano, tão incomum p idade q tinha e pras condições da época dela e de sua própria juventude (marcada de tragédias desde seu nascimento, é verdade!) Eu comecei querendo dar 0 estrelas e falar q achava superestimado. Acabei com a clara compreensão q era msm uma obra prima.
Achei o livro uma desgraça total, 99% do livro é desgraça e 1% é alívio que a desgraça acabou. entendo todas as nuances psicologicas e sociais que fizeram os personagens agirem como agiram, além do ambiente em que cresceram. Eu li em um momento em que eu mesma tava tendo sentimentos de desgraça, e o livro é isso, representa mt bem a nossa natureza humana animal, a violência, a raiva, a angústia, a vingança e o desejo de vingança, a grosseria, o animalesco, o visceral violento, selvagem, eu diria.
Amo a Emily cada vez mais. O Morro dos Ventos Uivantes é uma obra de arte. É intenso. Senti raiva e amor do começo ao fim como ondas que vinham e iam embora. Os personagens são marcantes e reais, as descrições são perfeitas e a construção da magia e misticismo da história são indescritivelmente maravilhosas. Emily é sensacional.
Costumo gostar dos clássicos, mas esse não me pegou. História muito cíclica, repetitiva, até o nome dos personagens é igual. Falando nos personagens, odiei todos igualmente.É simplesmente impossível sentir empatia por eles.
A globo está perdendo esse plot de época! Muito bem escrito, mas confesso que no final eu já estava desesperada para que todo o drama terminasse 🤣🤣. Mas vale muito a leitura e releitura.
I was taken aback when I realized I loved the book. I'd tried it when I was a teenager but it didn't really work for me at the time. But today, 10 years later, it was a marvelous surprise.
Eu amei cada página desse livro. A forma como ninguém é de fato bom ou ruim e como não há uma história de redenção é TD puramente de amargura geracional e satisfação egoísta. Perfeito!