A hip, original mystery that hums with the beat of the London streets, Spike It has made readers sit up and take notice of its unique blend of wry humor and hard-boiled thrills.
Depois de ler vários policiais nórdicos quase que me tinha esquecido como é ler um policial “normal”. Não há mãos decepadas, nem olhos arrancados, nem cadáveres ensanguentados deixados na neve, há uma mulher assassinada em casa, tudo muito comum. O nosso herói não é polícia ou detective mas um jornalista da City Radio, em Londres que depois de dizer, no ar, a palavra começada por F, é colocado de castigo a trabalhar com a colega do programa “Rádio no Feminino” e querem que deixe de lado a história do assassinato que estava a seguir. Também clássico é o facto ser bêbado (era giro uma vez por outra o detective de serviço ser viciado em chá de hortelã, só para ser diferente), abandonado pela esposa que se mudou para a Austrália com o filho e o novo marido. Foi escrito na início do século XXI (século XXI caramba! Onde está o teletransporte que nos prometeu o Star Trek?) e é muito anos 90, associações verdes contra a construção de auto estradas, toda a gente a fumar em todo o lado e provas importantes escondidas numa disquete. Todo o livro é muito inocente em comparação com os seus parceiros nórdicos mas para mim cumpriu o propósito, só soube quem era o assassino nas últimas páginas, mas eu sou tótó e papo sempre as dicas que o autor me impinge para distrair do verdadeiro assassino. De 0 a 10 dou-lhe 6.
Radio reporter Sam Ridley knows better than to assume he's off the air -- but he makes a fatal error anyway, and ends up doing research for Female AM, City Radio's daily women's show. But being taken off the news desk does not stop him from investigating the murder of Elaine York, particularly when a witness picks Sam to contact. The mystery was okay, but it was Sam and goings on at the radio station that made this a fun read. Lots of sharp comments and weird stories interspersed with action as Sam doggedly investigates the murder while dealing with "women's stories" for the show.