Twenty-seven light years from Earth, was ferrol, eighth planet in the vega system. There , Perry, Rhodan, peacelord of the Universe, discovered that the race of Immortals had landed many thousands of years ago but a catastrophe had - despite their immortality - swept the race into extinction......... however......
This series really goes from strength to strength. While some series are happy to repeat the same formula time and time again, the Perry Rhodan series effortlessly transitions from sub genre to sub genre while not losing a beat on the overall plot. To that point, this is an excellent little time heist story that moves the overall long standing narrative ahead nicely. Genuinely excited to see where this series will go next
I knew time travel was coming... I hate time travel. This wasn't too bad though...it was the 'this has already happened and we can't change it' sort of time travel, and they never went down the road of changing the present, so that's good.
It was fun seeing Perry and his space buddies fight in a medieval castle, but it was WAY too easy.
É espantoso o contraste entre este episódio e o anterior. Se Galactic Riddle era um pântano literário este faz jus à fama aventureira da série com uma intrigante aventura através do tempo. Os enigmas deixados pelos antigos imortais obrigam Rhodan, Khrest e os fieis mutantes terrestres com um robot inteligente arcónida a viajar no tempo. É algo de episódico. Os heróis são transportados ao passado longíquo do planeta Ferron, onde se irão cruzar com o oficial arcónida que comandou a expedição que há dez mil anos atrás se deparou com o segredo da imortalidade em Vega e depois colonizou a Atlântida no planeta Terra. Os escritores responsáveis pela série vão urdindo uma curiosa teia mitográfica que se vai desenvolvendo como história de fundo ao longo dos episódios. Neste,para além de desenvolver a mitografia terrestre e arcónica, aproxima Rhodan mais um pouco da revelação do segredo da imortalidade e ainda nos brinda com uma estupenda aventura num Ferron medievalista com lutas entre facções nativas a decidir-se à espadeirada e arcabuz. As pistolas de raios de Rhodan poderiam mudar o curso da história mas as leis peculiares das viagens do tempo não admitem interferências. Mas talvez a circularidade seja necessária para levar os arcónidas à antiguidade do planeta Terra, quando Khrest sugere ao seu antepassado que visite um certo sistema solar desconhecido que poderá ser importante para o desvendar do segredo da imortalidade.
A série não promete investir muito nesta vertente de viagens no tempo. O percurso é fixo e temporizado, com os heróis como observadores do passado sem capacidade de alteração do fluxo temporal, com excepção para a intuição de Khrest que sente que estava predestinado para vir ao passado influenciar o seu antepassado e assim determinar o percurso previsto da história. Compreende-se a relutância em olhar para esta vertente da FC. Perry Rhodan é uma série imperialista de space opera de largos panoramas. Introduzir variantes no fluxo histórico, meter-se com divergências nos ramos do universo conhecido e multiplicidade de realidades introduz um nível de complexidade que não se parece ajustar ao tom da série.
Mas sublinho que estou nas primeiras quinze leituras de uma série ainda hoje publicada cujos episódios já ultrapassaram os dois mil. Estes textos são dos anos 60, e reflectem espaços conceptuais e ideários germânicos válidos para o contexto europeu da época, com a dissolução dos imperalismos superioritários naquilo que se virá a tornar na europa moderna. O poder do líder, a sabedoria das elites e a vontade férrea que convence e submete os restantes ainda caracterizam o contexto ideológico da série. Rhodan é um fuhrer assumido, cuja visão é decisiva e as suas acções inquestionáveis levam ao necessário progresso. A série progride metodicamente na construção de uma mitografia própria, interligando as historietas dos episódios numa narrativa de fundo que promete ser vasta. Com cinquenta anos de visão retrospectiva sabemos que será vasta e ultrapassará os limites inicialmente desenhados. E que (spoilers, dears...) Rhodan se tornará imortal. Resta-me perceber se os fantasmas do nazismo tão aparentes nesta primeira iteração da personagem se desvanecerão ao longo do tempo ou serão outra das características alicerçantes desta longa série.
Perry and company are continuing their quest for the planet of eternal life. This time the clue leads then on a bit of an excursion via time-travel to when the Arkonides first visited the Vega system. It was interesting to see the meeting of Khrest with one of his race but from millennia prior to our time. As usual I enjoyed this one. We actually get to see some of the history of the Vegans which was a nice touch to this book. This volume also includes the Scientifilm column and a letters to the editor section but I find both of these inconsequential and thus they have no baring on my rating.