Um apelido íntimo, delicado, símbolo de uma amizade profundamente terna, é o título deste livro: Hervelino. Quando gentilmente Mathieu Lindon abordou Hervé Guibert, que se esquivava sozinho no canto do apartamento de Michel Foucault – “Você está de castigo, Hervé Guibert?” –, não sabiam ainda os dois jovens da intensidade da relação que se avizinhava. Um amor amigo desses difíceis de retratar, talvez mesmo indizível, sobretudo se observado através do luto que tragicamente o interrompeu.
Nessas páginas marcadas pela melancolia, sim, mas também pela leveza que o correr dos anos permite, Mathieu Lindon recordará principalmente os anos que ele e Hervelino passaram na Itália, no final da década de 1980, como bolsistas da Villa Médicis, marcados pela recente descoberta de que Guibert era soropositivo.
Hervelino faleceu em 1991. O livro em sua homenagem, entretanto, virá ao mundo somente em 2021, tamanho o trabalho que este luto aqui exposto exigiu.
Esta autobiografia em permanente conversa com o outro é a homenagem de Lindon ao amigo, um dos grandes escritores franceses da segunda metade do século XX, que o consagra como um mestre do romance memorialista. Hervelino está presente em cada linha desta honestíssima ode ao amor.
Mathieu Lindon is the author of nineteen books and a staff writer for Liberacion. Learning What Love Means received the prestigious Prix Medici in France in 2011. It is the first of his works to appear in English.
Um emotivo relato de uma amizade especial do autor, Mathieu Lindon, com Herve Guibert, um dos mais fascinantes escritores franceses dos anos 80, que escreveu intensas páginas sobre o HIV/Sida.
I'm enjoying this on cold, rainy winter nights, often soaking in a hot bath. Would I enjoy something so chatty and gossipy on a hot summer night? Maybe not.
One of the worst book ive read. Contrary to Hervé guibert who gives his name to the book, mathieu lindon, nepo baby of the litteray word has no urgence to write feel or live. Therefore in front of the tragedy of AIDS he's irrelevant. Lame.
Uma biografia nada linear. O autor traz trechos de acontecimentos da sua memória junto ao Herve e não fazem jus a uma ordem cronológico. Muito mais do que a vida do autor, são acontecimentos compartilhados entre escritor e perfilado, a maioria sobre a produção literária. Isso faz nos instigar para saber mais sobre o biografado em suas escritas.
Il faut bien reconnaitre que je ne sais pas de qui on parle. Je trouve que c'est courageux de se présenter très souvent sous des traits antipathiques pour rendre Hervé sympathique. J'aimerais bien passer des vacances à la villa medecis.
it spends way too much time spiraling in time to when it actually develops a narrative and therefore becomes interesting, the book is half over. i feel like there is so much here but the way lindon writes prevents anything from being spoken out loud.