A relação entre as mulheres africanas e o feminismo é controversa. Enraizado nessa conexão está o debate para saber se o conceito de sororidade – mantra que pressupõe uma opressão comum a todas as mulheres e abarca relações feministas internacionais/transculturais – representa, simbólica e funcionalmente, as mulheres africanas. As colaborações deste livro abordam o discurso global sobre as mulheres tal como articulado pelas feministas ocidentais e analisam as questões levantadas pela interpretação equivocada que feministas norte-americanas, negras e brancas, fazem de mulheres africanas. As implicações do predomínio de homens e mulheres ocidentais na produção de conhecimento sobre a África também são discutidas.
Oyèrónkẹ́ Oyěwùmí is a Nigerian gender scholar and full professor of sociology at Stony Brook University. She acquired her bachelor's degree at the University of Ibadan in Ibadan, Nigeria and went on to pursue her graduate degree in Sociology at the University of California, Berkeley Her 1997 monograph, The Invention of Women: Making an African Sense of Western Gender Discourses, offers a postcolonial feminist critique of Western dominance in African studies.
para aprender a nunca subestimar 380 páginas; essa quantidade pode parecer razoável, mas ela só é quando o conteúdo não é tão denso quanto o desse livro. maravilhosamente cansativo e viciante. você fecha para pensar a respeito do que leu e logo quer saber ainda mais, então abre o livro mais uma vez. minha perspectiva de feminismo já era levemente inclinada à esse raciocínio, mas o livro traz um mundo de informações novas e a tese é bem estruturada de maneira que você lembra dos primeiros capítulos enquanto lê os últimos. fico muito feliz de ter acesso a esse livro. ele é genial, simplesmente assim. a sororidade dentro branquitude realmente tem uma base muito frágil e somos rápidas em virar as costas para nossas “irmãs” ou nem mesmo enxerga-las. muita coisa a re-pensar.