Em Escritos em sangue, Luca Creido não só expande as possibilidades do gênero policial: ele o recria de sete formas diferentes. Ninguém poderia fazer isso como policial e autor, que respira e vive não na fronteira entre as duas profissões, mas sim nas infinitas possibilidades da conjugação e fusão delas.
“Com a escrita seca e ácida, sem exageros, o conto de Luca Creido parece mais uma fotografia do que uma narrativa. Ele capta uma madrugada como qualquer outra na vida de dois crueldade, astúcia e um senso agridoce de esperança.”
- Cláudia Lemes, escritora