Uma releitura divertida e contemporânea de Um conto de Natal com os protagonistas — e o humor — de Gay de família.
Diego já sabe muito bem que seu irmão só liga para ele em duas situações no Natal e quando precisa de um favor. Mas dessa vez, unindo o inútil ao desagradável, Diogo decide inovar e pede um favor que Diego seja o Papai Noel na festa da escola dos sobrinhos. O problema é que Diego odeia o Natal. E fazer favores. Fugindo de todas as comemorações e decidido a deixar o irmão se virar, Diego recebe a visita de três espíritos natalinos (tal qual Ebenezer Scrooge) que são a cara dos seus sobrinhos e trazem a mensagem de que o Natal quer fazer as pazes. Assim, ele se vê obrigado a pegar na mão das crianças, viajar no tempo e encarar seus fiascos natalinos. Diego terá que decidir se vale a pena se abrir e correr o risco de ter o pior Natal de todos… ou o melhor. Nesta releitura do clássico de Charles Dickens, Felipe Fagundes traz de volta os amados personagens de Gay de família numa história cheia de humor e magia para todos que amam o Natal, mas principalmente para aqueles que cerram os dentes quando dezembro vem chegando.
Felipe Fagundes sempre me mata de rir! Li esse conto durante uma viagem, nem vi a hora passar. Sou o maior fã dos Dioguinhos e das previsões futuristícas sobre a carreira de Pabllo Vittar.
se felipe fagundes tem 1 milhão de fãs eu sou um deles se felipe fagundes tem 100 fãs eu sou um deles se felipe fagundes tem 1 fã eu sou esse fã se felipe fagundes não tem fãs então estou morto
Nessa versão de Um conto de Natal com os personagens de Gay de Família, Diego é visitado pelos fantasmas dos Natais na forma de seus sobrinhos Dioguinhos, cada um com suas peculiaridades, e a gente ri, se emociona e ri mais um pouco. É uma delícia de ler!
📌"Parece que o Natal quer fazer as pazes comigo na base da porrada, né?"
Que delicia foi voltar para os personagens desse livro que eu gostei tanto!😍
Felipe Fagundes trouxe uma releitura do conto clássico de natal do Charles Dickson e de forma bem divertida e naquele clichê maravilhoso que o autor faz, essa leitura tirou boas risadas e a vontade de colocar essas crianças em um potinho.
Nessa história vamos ver como estão as crianças que conhecemos no livro G4y de família, bem como saber como anda a vida de Diego com os amigos. A escrita do autor é maravilhosa e a leitura flui bastante.
Tendo Diego no central da problemática do enredo, aqui vamos saber mais sobre o passado do personagem e compreender mais a história dele e sua relação familiar e também entre os amigos.
Eu super apoio que essa releitura, assim como o conto original, tenha adaptação para trazer um pouco desse sentimento bom e bonito que essa data festiva traz.
Caso você tenha lido g4y de família, recomendo que pegue essa história para ler esse ano ainda e o contrário também é verdadeiro!
📌"Porque é muito mais fácil atender às expectativas quando esperam o pior da gente."
Foi uma grata surpresa ter sido aprovada para este livro, pois é tão raro encontrar livros brasileiros que foquem em personagens LGBTQ+. Um Conto Gay de Natal foi um livro que me divertiu muito em suas poucas páginas, o carisma e sarcasmo do Diego me fizeram dar pequenos risinhos ao longo de todos os capítulos. A história é simples mas com um plano de fundo muito poderoso, descobrir sua sexualidade dentro do contexto de uma família muito religiosa é raramente algo fácil. A dor do Diego em relação ao Natal disfarçada de humor e pegadinhas que destruíam todos ao seu redor fez com que muitos se afastassem dele sem ele perceber que era ele quem os estava afastando. Os espíritos natalinos em forma de sobrinhos o guiaram de forma majestosa para essa descoberta. De certa forma, Diego tem varias nuances do gay estereotipado que no fundo representa um pouquinho cada um de nós (Menos pela Pabllo Vittar, respeito o Diego mas não sou fã XD). De um modo geral, Um Conto Gay de Natal é uma daquelas leituras leves, que te diverte e te leva a uma reflexão sem te deixar com algo pesado.
Foi bom ler um pouco mais do Universo de Gay de Família, mas acho que comecei a ler em um momento não muito favorável o que fez com que a minha experiência de leitura não fosse tão satisfatória. Demorei um pouco de me conectar com a história, diferente do que aconteceu com Gay de Família que realmente foi uma experiência muito boa. Acredito que seja mais o meu momento de leitura do que o livro em si. No finalzinho consegui me conectar um pouco mais com a história e me divertir. Talvez eu tenha ido com muita expectativa, também... Indico para quem gostou do universo de Gay de Família. Caso tenha começado com Um conto gay de natal, super indico ler Gay de Família que, para mim, foi uma experiência de leitura maravilhosa.
Eu amo tanto essa história, o Diego e os Diogos. Mas confesso que me senti triste ao perceber que apesar de todos os acontecimentos do livro Diego se manteve longe dos sobrinhos. Imaginei que ele pelo menos os pegasse vez ou outra.
Sei que ele não tem personalidade de tio participativo, prefere se isolar, mas eu tinha esperanças de que ele tivesse ficado mais próximo. Nesse sentido, ler esse conto foi horrível por perceber que ele se manteve longe. Porém, amo a escrita e tudo, então amei o conto. Espero mesmo que ele esteja mais próximo das crianças. Por favor!
Achei uma ideia maluca genial, a de adaptar o clássico de Dickens para uma versão abrasileirada e LGBTQIAPN+. A escrita de Felipe é ótima, com estrutura coesa, personagens críveis e ritmo fluido. E, em meio à leveza do humor, há muito quentinho no coração.
Vale muito ler também o romance do mesmo universo, "Gay de família".
Eu nem sou muito de continuações e séries, mas se houver outros títulos com esses personagens, com certeza vou querer ler.
Eu amei ler Gay de família. Me diverti muito e indico pra todos que posso. Então, quando vi que saiu um conto do mesmo universo de gay de família, não pensei duas vezes: já comprei e corri pra ler.
Primeiro de dezembro, minha primeira leitura do mês e de quebra, sobre Natal.
Felipe Fagundes entregou tudo nesse conto: a mesma atmosfera gostosa de gay de família, os personagens icônicos. Eu ri e até me emocionei (sério, fiquei com os olhos cheios de água - e olha que é raro um livro provocar essa reação em mim).
Estou super ansiosa pra ver a adaptação do livro e também espero ler mais histórias de Diego com os Dioguinhos!
Parece aquele filme da Barbie de Natal, mas gay, e não é qualquer gay, é gay de família. Quando postei que estava lendo no Instagram, o autor me respondeu agradecendo. Quero dizer que ele escreve bem e muito, mas não gosto do protagonista tanto… e talvez não goste da mãe das crianças e nem dos amigos (talvez do Gustavo, Barbie e Agnes). Eu quero dizer que eu amo as crianças. Todas. O livro me deixou frustrado por não ter irmãos para que eu seja tio um dia. Enfim. Amei.
Muito feliz de revisitar esses personagens e essa história, pensava que o Diego ia ser mais maduro mais continua a mesma gay de sempre. Papai noel da ditadura gay de Pablo vittar virá aí. Mais amei muito a militância mostrando que existe papai noel preto sim. Espero um dia ver o filme com o trio de crianças literárias que mais amo <3
Se “Um conto de natal” se passasse no século XXI e Charles Dickens fosse roteirista de filme de comédia brasileiro da sessão da tarde, o resultado seria exatamente esse livro! Eu já tinha ouvido falar do Felipe Fagundes, mas não li “Gay de família” (ainda!) Então esse foi meu primeiro contato com a escrita desse autor e eu amei demais!
Um conto divertido, com a escrita irreverente do autor, que leva uma história engraçada, baseada no clássico de Natal, mas com um estilo bem próprio do autor. Me arrancou gargalhadas altas e ainda teve um momento bem awwnnn. Adoro os personagens e suas peculiaridades. Ótima leitura para essa época do ano.
O MELHORRRRRR Mais uma vez o Felipe arrasa demais. Nessa reeleitura dos Espíritos do Natal, ele nos traz de volta a dinâmica do Diego com os três sobrinhos, de uma forma bem gay de família, engraçada e muito sincera. Poucas páginas que deixam nosso coração quentinho. Amei!!
Ameeeeei, ri do começo ao fim, e ainda me emocionei. 🥹 Como tia, me sinto muito bem representada. 🥰 O Miguel é o meu sobrinho todinho, a criança que não para quieta. Aposto que o Miguel tem aquela arcada dentária famosa de crianças atentadas. 🤣
— Você fala igual meu tio, sabia? — diz Miguel, antes de eles irem embora. — Ah, é? E como eu falo? — Eun só voan dar pressentiem pras crionçoam que se comportaream — responde ele, requebrando com a mão na cintura e o dedinho para cima.