Theo tem uma missã localizar o Disco de Taoh. O desfecho da busca, porém, pode ser muito diferente do que ele imagina. No rastro do desastre, a marca impressa em Theo o mudará para sempre, mas também pode aproximá-lo em definitivo da luta ao lado da Ordem de Taoh.
Anabela tem o mundo diante de si. O caminho que se apresenta, porém, está repleto de aprendizado, mas também marcado por feridas que são profundas demais para cicatrizarem.
Asil tem agora um propó proteger Júnia a qualquer custo. A tarefa, porém, pode levá-lo para o centro da luta contra as entidades. Nesse confronto desigual, talvez nem mesmo o machado do velho comandante seja suficiente para garantir a segurança dos dois.
Filha do Mar aprofunda a jornada de Theo, Anabela e Asil. A trajetória dos três está pontuada por perdas e sofrimento, mas também carregada de reencontros. Em um mundo em rápida transformação — onde o cenário político é ainda mais complexo e as apostas ainda mais altas —, torna-se cada vez mais sólida a certeza de que é impossível não escolher um lado e se unir à luta.
Li o primeiro livro recentemente e mesmo achando que o livro tinha seus defeitos, eu o achei promissor e pelo menos em relação ao segundo livro, posso dizer que estava enganada.
O mundo interessante do primeiro livro pouco se desenvolve, tudo do mais conveniente possível acontece, personagens não evoluem assim como a trama também não, o livro termina com um cliffhanger que poderia ter sido feito durante esse livro e nada mudaria, a história não andou em nada como um todo e tudo me parece meio caricato, você tem os bons e tem os ruins, e a vida é bem mais complexa que isso.
sinto que todo e qualquer conflito aqui é resolvido muito muito fácil, inventou-se aquele conflito do final e todos sabemos que nas primeiras 30 páginas do próximo livro isso vai ser resolvido kk, os personagens se encontram de formas bem convenientes mesmo que todo mundo estivesse separado no início e continuo achando o Asil uma peça desencaixada nesse livro. E agora o terceiro livro vai ter de dar conta de resolver tudo que não foi desenvolvido por um livro inteiro e ainda fechar a trilogia, o que considero uma tarefa bem difícil, mas vamos ver.
Eu achei que é uma leitura fluida e fácil, mas isso não quer dizer que seja um livro bom e infelizmente não é. Pretendo terminar a série, afinal falta um livro apenas e apesar dos pesares eu até gosto dos personagens e da trama em algum nível.
Eu segui com a história muito curiosa com a mitologia que se criou dentro do mar interno e das suas políticas, e apesar do livro ter sido bem fluído, sinto que não andou muito em nenhum desses aspectos. Senti muita falta de um desenvolvimento mais pesado tanto dos personagens quanto do próprio mundo. Nós vemos falar que semanas e meses se passam, mas vemos pouca mudança. Mesmo as revelações que deviam trazer um pouco mais de emoção as vezes acabam passando batidas pelo ar vilanesco que a história toma. Os bandidos são muito maus porque amam o dinheiro e querem ser maus e o bonzinhos são puros e abnegados… Algumas conversas e atitudes acabam tomando ares teatrais que me afastam completamente da imersão na história. Pretendo continuar para ter os desfechos da história.
Depois do fantástico primeiro volume da série Mar Interno, "Filha do Mar" chega para acalmar um pouco os ânimos e servir como uma ótima ponte entre começo e fim de uma saga épica. Isso porque, como era de se esperar, o segundo volume é um pouco mais lento do que o primeiro, preparando o terreno para o vindouro fim.
"Maré de Mentiras" terminou de maneira explosiva, com muitas reviravoltas e deixando nossos protagonistas em posições de fragilidade - em especial Anabela, que sem dúvidas é a principal das três personalidades que acompanhamos. Com seu mundo destruído, ela precisa descobrir quem é em uma nova realidade para a qual não estava preparada, e o autor habilmente leva o leitor por um caminho orgânico que segue a protagonista nas voltas de sua vida.
Theo, o segundo protagonista, tem um grande desafio para enfrentar, precisando se passar por outra pessoa e envolvendo-se em uma grande trama política que toma os bastidores da cidade de Sobrecéu - e as reviravoltas na trama dele são capazes de deixar qualquer leitor atônito. Por fim, Asil, o comandante reformado da inimiga de Sobrecéu, assumiu a tarefa aparentemente tranquila e discreta de proteger uma criança - que aos poucos mostra-se mais complexa do que o previsto.
A alma desse livro é, como no anterior, seus protagonistas; é quase irrelevante falar do enredo geral porque o que o move são esses três. Mesmo quando são fracos, quando se veem em becos sem saída, os personagens são forças surpreendentes no quesito narrativo - e, felizmente, muito verossímeis. A história gira em torno deles de maneira muito natural, que só se aprofunda nessa sequência.
O Roberto é capaz, mais uma vez, de nos fazer maravilhar com os cenários fantásticos (e ao mesmo tempo tão pé no chão) de seu Mar Interno. Depois de muito ouvirmos falar sobre Astan, a cidade no ponto mais oriental do mar, finalmente somos levados até lá pelo autor, e ela entrega tudo o que esperávamos. Astan é a quarta protagonista dessa história, com sua atmosfera única e inúmeras promessas para Anabela e Theo enquanto ambos tentam desenrolar-se de seus problemas e se debatem com as responsabilidades que insistem em persegui-los.
Como é difícil escrever a resenha de uma sequência sem dar spoilers! Isso porque tudo o que se passou no começo reflete com intensidade nos acontecimentos deste meio, e, como falei no início, a sensação é mesmo de que esta é uma ponte que nos guia com alguma serenidade até o final do caminho. Isso não quer dizer, entretanto, que a ponte não seja bela e o caminho não seja um prazer de percorrer: como a que liga Astan à ilha da universidade, o melhor a fazer é aproveitar o percurso e admirar a paisagem. Algo me diz que o volume três não será tão calmo assim!
acompanhando a trajetória de Theo, Anabela e asil, personagens esses que foram muito bem desenvolvidos aqui fazendo com que eu me conecta-se ainda mais com eles. Arrisco dizer que Theo foi o mais desenvolvido nesse segundo livro, o tanto que ele mudou do começo até o final da história foi ótimo de acompanhar, apesar de ter passado um pouco de raiva com algumas decisões ele, mas acho que isso só torna ele mais humano. Mas os outros não ficam pra trás, Anabela também mudou muito, passou por muitos sofrimentos e traumas,não tendo sossego até o fim do livro, e o asil apesar de aparecer menos ele foi muito bem trabalhado. Outra coisa que eu gostei muito foi a política do mar interno, a sede por poder e dinheiro dos homens mais poderos causando mortes e guerras, além, é claro, da religião que é um fator que conduz bastante os rumos dos acontecimentos. E cara, que final foi esse? Mais uma vez a história acaba com um gancho para o próximo livro deixando com um gostinho de quero mais. Esse universo é realmente riquíssimo e tenho certeza que ainda há muito a ser explorado, estou ansioso para a conclusão.
Excelente livro. Tudo de bom que eu falei sobre Maré de Mentiras se aplica a esse (a construção de mundo, o enredo e os personagens continuam ótimos), mas nesse livro o autor aprofunda a construção de mundo, avança o desenvolvimento dos personagens (principalmente do Theo), e traz mais uma enxurrada de desgraças pra atormentar o juízo de qualquer leitor. Sério, se esse livro te der dois segundos de paz ainda é muito. A parte sobrenatural não avançou tanto quanto eu gostaria, mas de certa forma isso é o de menos. Fico no aguardo do lançamento do último.
Algo que já irei adiantar desde já, para os fãs de Asil, ele demora mas aparece no livro e com partes muito tristes mas frenéticas e acho que essa palavra resume bem esse livro, ou essa saga, frenético. Esse livro a todo momento tem reviravoltas, traições, revelações, suspense, romance, eu já falei traições? Eu só sei que estou louco para ler o terceiro livro e estou amando essa saga, quero devorar os outros livros do Pellanda, está muito bom acompanhar Theo e Anabela, e estou muito interessado em saber onde está Raíssa, principalmente conhecer mais desse mundo e desbravar esses Mares!
Esse livro continua a relatar as histórias envolvendo Theo, Anabela e Asil, de onde parou no “Maré de Mentiras”. A história é aprofundada e muito da política que permeia a história, tem uma boa explicação e mostra a sua importância no contexto.
A escrita do Autor é impecável e faz com que você se interesse cada vez mais pelos acontecimentos.
Recomendadíssma a leitura e prepare uma caixinha de lenços.