Você sofre por antecipação? Acorda cansado? Não tolera trabalhar com pessoas lentas? Tem dores de cabeça ou muscular? Esquece-se das coisas com facilidade? Se você respondeu “sim” a alguma dessas questões, é bem provável que sofra da Síndrome do Pensamento Acelerado (SPA). Considerada pelo psiquiatra Augusto Cury como o novo mal do século, suplantando a depressão, ela acomete grande parte da população mundial. Neste livro, você entenderá como funciona a mente humana para ser capaz de desacelerar seu pensamento, gerir sua emoção de maneira eficaz e resgatar sua qualidade de vida.
Augusto Jorge Cury (Colina, 2 de outubro de 1958) é um médico, psiquiatra, psicoterapeuta e escritor de literatura psiquiátrica brasileiro. Desenvolve em Espanha pesquisa em Ciência da Educação e, após a construção da teoria de Inteligência Multifocal, continua a desenvolver estudos sobre as dinâmicas da emoção e da construção dos pensamentos. Dirige a Academia da Inteligência no Brasil, um instituto de formação para psicólogos, educadores e outros profissionais, e actualmente os seus livros são usados em pesquisas de pós-graduação nas mais diversas áreas das Ciências Humanas. À sua actividade, alia ainda a participação em congressos e conferências em diversos pontos do mundo, onde os seus livros estão publicados.
Muita pseudociência, poucas fontes (eu particularmente me assustei quando o Augusto cita descaradamente uma porcentagem de pessoas que supostamente sofrem de SPA - sem apresentar dado algum que corrobore com o que ele afirmou). Calma lá, psiquiatra. Você sabe que ciência não se faz jogando informações ao léu e torcendo pro leitor acreditar. Sobre o tal SPA - também não encontrei nada que ateste a veracidade de tal síndrome. Outra coisa que me incomodou bastante foi o Augusto, mais de uma vez, dizer "ao contrário do que a psicologia moderna acredita...", "muitos psicólogos estão errado quando afirmam que...". Fica muito um ar de "teoria da conspiração", uma vez que, repito, o Augusto solta isso e pronto. Não fornece dados, pesquisas, nada. Só não vai receber nota mínima, porque, como foi dito, dá para tirar mensagens positivas do livro; como o fato de que é preciso desacelerar a vida; não trabalhar para ser o cadáver mais rico do cemitério, etc. Mas o conteúdo total é de uma pobreza gritante.
Livro com muitas repetições e uma pseudociência que passa uma linha entediante.. Entretanto, é possível tirar alguns insights do livro
Insights:
- Grande parte dos seres humanos não sabem ficar só, se interiorizar, e refletir sobre as nuances da existência. - Um "Eu maduro" (essa metodologia não me pegou) é capaz de proteger a emoção, gerenciar pensamentos e funções complexas.. assim, aprende a ser autor da própria existência. - Quem cobra muito de si pode ser é ótimo para a sociedade e para a empresa, mas é será o seu próprio algoz. - Quem vence sem riscos, triunfa sem dignidade. - A ironia que existe no destino não é que ele é inevitável, mas sim uma questão de escolha. - pensar criticamente é bom, mas pensar excessivamente pode ser uma bomba. - O número de informações dobrava-se a cada dois séculos.. hoje, se dobra a cada ano. - E a maneira que organizamos os dados e não o excesso deles que determina o grau de criatividade. Selecionar as informações é fundamental.. engolimos tudo e rapidamente, sem digerir
Níveis do SPA 1° - Viver distraído 2° - Não desfrutar a trajetória A pessoa não desfruta o percurso. Não vê a hora de chegar ao ponto final. Mesmo quando alcançam o sucesso, não celebram o pódio. Partem para uma nova jornada. São algozes de si mesmo. Não se dão o direito da trégua. Só guerream e não vivem tempos de paz. Ao mesmo tempo que são inteligentes, são incoerentes consigo mesmas. Não desfrutam do próprio sucesso, e quem vai desfrutar isso irão ser os filhos. 3° - Cultivar o tédio 4° - Não suportar os lentos 5° - Preparar as férias 10 meses antes 6° - Fazer da aposentadoria um deserto
Toda vez que hiperaceleramos os pensamentos, a emoção perde em qualidade, estabilidade e profundidade. São necessários cada vez mais estímulos, aplausos, conhecimento para sentirmos migalhas de prazer. A medicina prolongou a vida, e o sistema social contraiu o tempo emocional. Nosso Eu deve fazer de um dia uma semana, de uma semana um mês e de um mês um ano.
Gerenciando o SPA 1° Capacitar o Eu para ser o autor da própria história 2° Ser livre para pensar, mas não escravo dos pensamentos 3° Gerenciar o sofrimento antecipado 4° Fazer a higiene mental através da técnica do DCD
Não é possível doar-se excessivamente e ter um cérebro intacto.
Em férias, muitos terminam mais cansados do que quando iniciaram. Férias se deve limpar a mente, tranquilizar a emoção, ter doses elevadas de prazer, sono, reposição de energia e descanso.
Vivemos tão agitados e atarefados ao longo da jornada existencial que, quando paramos para pensar sobre a vida, levamos um susto. Dormimos e não vimos o tempo passar. Perdemos o melhor de nós, e nos chafurdamos na lama das preocupações, entrincheirados em nossas batalhas mentais. Muitas pessoas notáveis estão à beira da falência física e emocional.
Quem não é fiel a si mesmo, à sua qualidade de vida, possui uma dívida impagável consigo mesmo. O tamanho da sua dívida? Se sabe apenas mapeando a mente de maneira transparente e honesta.
O livro é superficial, cheio de lugares comuns, uma autopromoção da vaidade do autor. A acreditar no livro, Cury é o autor mais importante da história da Psicologia, o mais estudado em Harvard! Paradoxalmente, apesar de ser auto-ajuda, não apresenta nenhum conselho razoável para o leitor
Lendo os comentários, vi que muita gente criticou que o livro é muito auto-ajuda, pois minha gente faça o favor a si mesmo de pesquisar sobre o autor antes de sair criticando por aí. Os livros do Augusto são realmente de auto-ajuda e não tem muito auto-ajuda ou pouco auto-ajuda, é auto-ajuda e pronto. Essa é a proposta dos livros dele e esse não é diferente. Quando eu vi esse livro logo quis comprá-lo porque esse é um problema que eu com certeza sofro desde que eu me conheço por gente. O livro de fato te dá uma visão sobre o problema mas não é uma receita prática sobre como sair dele e eu acho que não deva ter uma realmente. As narrativas dele são sempre bastante simples de entender. Eu só achei que podia ter um pouco mais de conteúdo sobre como fazer para tentar seguir caminhos que nos fizesse melhorar.
Depois de ler o livro é assustador perceber que não conheço ninguém que não sofra de SPA (Síndrome do Pensamento Acelarado), incluindo eu própria. Um livro técnico que nos ajuda a perceber melhor o que é a Ansiedade e como a combater, usando linguagem acessível e textos fluídos. Uma boa ferramenta para explorarmos um pouco mais o nosso Eu.
A primeira metade do livro é chata, repetitiva demais e possui bastante pseudociência. A segunda metade continua um pouco repetitiva, mas possui algumas dicas relativamente úteis.
No final, não sei dizer se valeu a leitura do livro como um todo, embora eu tenha gostado do capítulo sobre os níveis de SPA e os capítulos com dicas para "diminuir" a SPA. 2/5 pelos 3 capítulos que gostei.
As ideias do livro são superficiais e o autor trata como se o leitor já tivesse lido outras obras que ele escreveu (dá uma sensação que o livro é um jabá para outros livros). Exemplos pobres são usados para ilustrar a ideia e fica muito repetitivo dando a entender que ele convencerá o leitor pelo cansaço. Há um foco enorme no diagnóstico e nada objetivo e pratico para tratar o "mal" da ansiedade, a não ser a auto-ajuda. Já li outras obras do autor e acho que ele te, um ponto interessante, mas esse livro não é o caminho para melhor conhecê-lo
O livro seria mais interessante se o Augusto não repetisse a mesma coisa varias vezes... No final ensina como gerir os pensamentos então a leitura valeu a pena. De qualquer forma o foco do livro e' relaxar, e curtir a vida, o que e' muito valido para os dias de hoje com tantas coisas a se fazer em pouco tempo.
Achei a leitura interessante e consegui tirar alguns insights que podem me ajudar no dia a dia, principalmente no que diz respeito a quantidade de informações que consumimos todos os dias, e que muitas vezes absorvemos pouca coisa.
Apesar do inicio sexista, onde o autor fala que mulheres são mais inteligentes que homens, o começo do livro é bom. Aborda conceitos científicos (ou pelo menos supostamente científicos) de forma clara e relativamente objetiva. A leitura flui. Mas a partir do 2o terço, o conteúdo começa a minguar, e o autor lança mão de algumas técnicas de encheção de linguiça que eu usava na época de colégio. A última metade do livro parece uma grande redação do Enem. Um amontoado de frases e pensamentos, algumas provavelmente importadas de outros livros do autor. Como se estivessem ali apenas para dar volume, sem muita preocupação com coesão. Como se formassem uma colcha de retalhos. Frases literalmente repetidas, parágrafos redundantes e desnecessárias, e adjetivação excessiva, imprecisa e pobre. Por essas bandas do livro a abordagem já começa a ficar um pouco mais poética e filosófica. E aquele preconceito de autoajuda barata e da imagem que eu tinha sobre o autor, começam a se materializar. Apesar do subtítulo falar em COMO enfrentar a ansiedade, é muito mais sobre as causas da ansiedade em si (excesso de informação a que somos submetidos, por exemplo), do que sobre algum método para evitá-la ou controla-la em nós mesmos. Apenas nas ultimas 15 páginas é que ele apresenta umas técnicas bem rasas e pouco práticas. No mais é isso. Explica superficialmente como funciona a nossa mente e arremata com imperativos: "você deve proteger a mente de maus estímulos e controlar o inconsciente através da racionalização (ele não usa essa palavra, mas é basicamente isso)". Enfim, tem algum sucesso na primeira parte, mas não cumpre plenamente ao que se propõe. Pelo 1o terço do livro daria nota 3/5, dai pro final 2/5. Por isso prevalece o 2/5.
A avaliação do autor é válida em relação a estarmos excessivamente ansiosos, inclusive nossos filhos.
Ok. Há um problema. Qual a solução? Meditação? Abrir mão de morar em cidades grandes e agitadas? Ignorar seu chefe ou professor psicopata? O autor dá uma lista para reflexão. Banaca, mas e o resto?
Vou além, quem poderia estar 'alimentando' esse problema? Segundo o autor: nós mesmos. Então não haveria mais nada nos influenciando e bombardeando desde pequenos? Como o que vemos em programas como Cartoon Network - um canal (nada) infantil de propagandas com desenhos animados, ou no MacDonald's - com o 'lanche (in)feliz'. Talvez a mídia e empresas de marketing fazendo uso de técnicas de manipulação psicológicas? ou para amantes de ficção científica, forças cósmicas sinistras?
Gosto do autor e suas conclusões de pesquisa. Mas penso que esse tema merecia um livro um pouco mais longo e aprofundado, como outros avaliadores pontuaram.
Outros livros talvez avaliem melhor o porquê de estarmos tão ansiosos, como: 'Inteligência Emocional", de Daniel Goleman; 'Weapons of Mass Instruction: A Schoolteacher's Journey Through the Dark World of Compulsory Schooling', de John Taylor Gatto; 'Rápido E Devagar', de Daniel Kahneman; ou mesmo o controverso 'The Bell Curve: Intelligence and Class Structure in American Life', de Richard J. Herrnstein e Charles Murray.
Livro incrível, que traz uma abordagem inicial sobre o grande problema do século (segundo o autor), que é a Síndrome do Pensamento Acelerado, responsável pelos grandes transtornos psicóticos da nossa sociedade. Entretanto, o autor falha em atender o que o livro propõe, que é justamente enfrentar esse problema. Faltou aprofundamento na abordagem e na própria metodologia de combate, que deixa o leitor sentindo que o autor falou, falou, mas não chegou a lugar algum. A leitura é bem rápida (cerca de 150 páginas), então você não termina achando que o livro é uma perda de tempo. De uma maneira geral eu gostei, mas faltou aprofundamento. Eu recomendo, mas não vá esperando grandes soluções por esse livro.
Pode ser um pouco "banha da cobra" mas tem algum sentido. De qualquer modo, desperta para um problema que se coloca a quase todos nós - a ansiedade. Pode ser uma resposta para este assunto.
Você anda ansioso, com mente agitada, insatisfeito, inquieto, sem concentração e já acorda cansado? Se sua resposta foi SIM para qualquer um desses sintomas você talvez precise ler esse livro de Augusto Cury (doutor em psicanálise, professor e médico psiquiatra) que só no Brasil vendeu mais de 20 milhões de livros e já foi publicado em mais de 60 países.
“Ansiedade: Como enfrentar o mal do século”, traz uma abordagem objetiva sobre o comportamento da nossa sociedade em dias superficiais e estressantes. Uma época em que nunca se houve uma geração tão triste, depressiva e hostil como a nossa. Uma época de grandes transformações tecnológicas, a era do conhecimento, da democratização da informação, mas nunca se produziu tantos repetidores de informações em vez de pensadores. Uma era tão complexa que quando não temos problemas, nós criamos.
E traz informações interessantíssimas sobre a Síndrome do Pensamento Acelerado – SPA e informações do porquê da humanidade estar adoecendo coletivamente em dias que nós mesmos nos encarceramos. Dias em que temos disponível milhões de dados sobre o mundo em que vivemos, mas quase nada sobre o mundo que somos, sobre o nosso EU e sobre nossas necessidades reais.
Cury observa como se interiorizar, refletir sobre sua existência, se curtir e ter um autodiálogo. Vale muito a pena a leitura!!!
Esse livro para mim tem uma história interessante. Eu estava tendo uma crise de ansiedade (~2014) que tava quase virando uma depressão por causa de um assunto bem besta (olhando depois de acontecer, claro). Minha mãe viu esse livro e me deu de presente dizendo que poderia ajudar. Eu comecei a ler e aprendi muita coisa com ele. Eu diria que graças a ele eu consegui conhecer as ferramentas certas para me tirar do buraco onde eu estava. Eu acho bem importante conhecer os gatilhos da mente, assim você pode podar a si mesmo e não deixar a mente andar sozinha. No fim, nós temos que tomar as rédeas e guiar nossa mente para o que queremos. Esse foi o maior aprendizado desse livro. Recomendo bastante.
No hay una sola referencia bibliografica, se arrojan estadísticas muy fuertes sin indicar el origen... el autor dice estar en contra de la idealización y el reconocimiento (aunque pasa hablando de sus propios libros y lo impresionante del alcance de su teoria), las herramientas que provee no hace más que insinuarlas... pero por el otro lado. provee una imagineria super útil para trabajar en terapia. supongo que mi calificación seria de 2.5.
Achei o livro legal, mas o autor foca muito em auto ajuda, frases de efeito e em vender sua própria pesquisa do que em ensinar realmente algo que vá mudar nossa vida contra a ansiedade.
Você vai aprender algo bom no livro, mas poderia ser mais útil, como é o livro "Rápido e Devagar: duas formas de pensar". Esse sim é fera!
Vale ler e depois de desacelerar, ler novamente. Vivemos tempos realmente acelerados, muita informação, poucos contatos "humanos " e muita raiva, preocupação, tarefas. .. Os exercícios propostos são um bom início para retomar a vida no propósito original. É um livro de leitura rápida que vale a pena cada minuto dedicado.
Me senti como se eu estivesse lendo a redação do vestibular de um aluno perdido e desesperado pra botar lógica nos seus dois únicos argumentos que sabe sobre um tema. Com um embasamento fraquíssimo, Augusto Cury joga teoria atrás de teoria, não comprova nada com dados ou estudos, só usa analogias, joga alguns nomes históricos(parece que ele quer pagar de culto e/ou salvador da humanidade por pensar sobre o pensamento) e vez ou outra, solta uma boa frase. Ele intercala entre preciosismo e analogias que às vezes forçam a barra, isso deixa o livro esquisito e nada fluido.
Os 10 primeiros capítulos são um enrola enrola da teoria dele, que até poderia ser boa se ele ao menos expusesse o motivo pelo qual ele acredita no que ele mesmo fala, já que mal temos exemplos nem pesquisa. Os últimos 5 até tocam no tema principal do livro(ansiedade), mas as dicas que ele dá não chegam a ser tão práticas e pra piorar, ele acaba com os psicólogos e psiquiatras, o que é peculiar porque ele mesmo se diz psicólogo. Falo assim pois um psicólogo de verdade deveria ter o bom senso de não escrever no próprio livro "isso aqui não substitui terapia, MAS já vi diversos casos de depressivos, suicidas e ansiosos que resolveram suas vidas só com as minhas dicas!", ele é coach ou psicólogo?
Não consigo nem enumerar a quantidade de estruturas de frase repetitivas que ele usa ao longo do livro. Além disso, é no mínimo contraditório ele criticar tanto a quantidade de conteúdo que somos expostos ,no nosso dia a dia, escrevendo sobre um monte de teoria com nomes e nomes, forçando o leitor a decorar denominações das coisas mais desnecessárias, em outras palavras, obrigada por piorar minha ansiedade com mais informação inútil, doutor Cury.
Depois de três parágrafos desabafando o meu desapontamento com este livro, vamos aos pontos de mérito: ao leitor inconsciente do mundo caótico que vivemos - há realmente uma lição a ser tirada com essa leitura, há poucos e bons momentos com dicas e teorias construtivas e que se enquadram no tema que o livro promete, a leitura é acessível a um público bem abrangente se ignorarmos alguns preciosismos, o conteúdo - por mais repetitivo que ele foi - foi bem dividido entre os capítulos e a sequência lógica fez muito sentido (gostaria que ele tivesse falado mais sobre ansiedade e dicas reais de como combater ao invés de ter usado praticamente o livro todo pra introduzir o assunto e só tangenciar o foco prometido no título da obra).
Ah, e pra completar, ele me soou uma pessoa meio arrogante em várias passagens, muitos trechos desnecessários indicaram isso. No geral, achei a obra perigosa por menosprezar o tratamento psiquiátrico e por expor sintomas físicos e psicológicos como diagnóstico pra Síndrome do Pensamento Acelerado sem frisar que pode ser também outro problema de saúde. Não recomendaria para ninguém.
“Ser sabio es aprender a vivir cada dolor como una oportunidad para comprender lecciones; a experimentar cada error como una ocasión para corregir caminos; a percibir cada fracaso como una oportunidad para volver a comenzar” – Augusto Cury
Desde que vi este título en las novedades de la Editorial Océano supe que tenía que leerlo, aunque para ser honesto no pensé que lo haría tan pronto. Hace unas semanas les compartí una reseña de un libro que tiene una temática similar, solamente que este en particular, se aborda el mal del siglo, es decir, la ansiedad, con mayor seriedad. Es muy informativo y Augusto Cury, el autor, nos habla a profundidad sobre el síndrome del pensamiento acelerado, que la mayoría padecemos y muchos no estamos conscientes de ello.
Como leyeron en la sinopsis, solemos sobrecargar nuestro cerebro de información, lo saturamos hasta el punto que perdemos la capacidad de concentrarnos en aquellas cosas que realmente tienen importancia. Nos alejamos de amistades, de nuestra pareja y hasta de nosotros mismos. Hemos perdido nuestra capacidad de asombro, ya ni siquiera disfrutamos de un atardecer por estar al pendiente de las redes sociales. La tecnología en este caso no juega a nuestro favor, tenemos la facilidad de estar enterados de lo que acontece alrededor del mundo con tan sólo un clic. Las guerras, devaluaciones, asesinatos, elecciones y todos los temas que deseen agregar, toda esa información se va a nuestro cerebro, lo saturamos y cometemos el error de pensar de más, eso atenta contra la salud de cualquier persona. Toda esta falta de control nos provoca ansiedad.
Estamos ansiosos en el trabajo, en la escuela, en nuestra casa, en las fiestas. Algunos lo están en todo momento. Hay varios capítulos en los que nos daremos cuenta qué tan mal estamos. Además veremos las consecuencias y síntomas del SPA, hay que leerlos con atención porque estoy seguro que tendrás más de cuatro. Pero hay esperanza si tenemos el coraje de navegar dentro de nosotros mismos para reconocer nuestras fragilidades y corregir todo aquello que nos ha hecho daño con el propósito de trazar una historia de amor con la vida, con nuestra vida.
El libro me gustó mucho, de hecho me pareció tan interesante que me atreví a subrayar varios puntos que estoy seguro me servirán en la vida y que me gustaría compartir dentro de mi círculo social. Es la primera vez que rayo uno de mis libros, pero este tipo de información realmente es de suma importancia, además me pareció muy interesante como el autor maneja los temas desde la perspectiva de un docente (a lo que me dedico en la actualidad) me di cuenta que muchas de las ideas que tenía eran correctas, pero también me ofreció la oportunidad de cerrar las ventanas killer, las cuales corresponden a todas las áreas de la memoria que tienen contenido emocional angustiante, fóbico o tenso. Son nuestras enemigas, hay que tener mucho cuidado con ellas.
Me gustaría que muchas personas leyeran este libro. Tal vez muchos piensan que no padecen o sufren de ansiedad, estoy seguro que se equivocan. Lo peor es que no sólo nos hacemos daño a nosotros mismos, sino también a todos los que nos rodean. Augusto Cury nos proporciona diversas herramientas con las que podemos depurar la mente, calmar nuestros pensamientos y corregir el camino para recuperar la tranquilidad emocional y mental que tanto necesitamos.
Fiquei um pouco desapontada com este livro. Estava à espera de uma análise científica da ansiedade — qual o seu papel no ser humano, como surgiu fisiologicamente há milhares de anos para nos proteger e como agora está a tornar-se mais recorrente devido aos estímulos em excesso da sociedade moderna, o que acontece no corpo humano e no cérebro que a desencadeia.
O livro nem sequer falou na ansiedade em si, mas sim num conceito vago criado pelo autor, a "Síndrome do Pensamento Acelelerado — SPA". Aliás, ao longo da obra, são desenvolvidos vários conceitos de Augusto Cury com nomes sensacionalistas e com conotações negativas. Não me pareceu muito credível em termos científicos. Alguns dos conceitos pareciam um pouco rebuscados e vagos e, mesmo se não o fossem, seria mais credível se tivessem tido designações mais neutras. Falo por exemplo das "janelas killer", dos "pensamentos doentios", do ser "escravo" das emoções, do ser "imaturo" por fazer x ou y.
Outra coisa que me incomodou também foi a lógica "preto e branco" do autor. Havia muitos raciocínios e ideias que eram apresentados de forma "ou tudo ou nada". Ou uma pessoa faz determinada coisa e tem um "Eu gestor saudável" e super avançado, ou, se não o fizer, "é imaturo e escravo das suas emoções". A psicologia devia ser uma das áreas em que as coisas são representadas como nuances, em que se reconhece que muitas das nossas características e ações caiem num espetro. A mentalidade "preto e branco" é precisamente uma das falácias que devia ser desconstruída.
Gostei um pouco mais da parte final, que falava na importância de nos valorizarmos, abrandarmos e descansarmos de modo a podermos dar o melhor de nós e ser o melhor de nós de forma sustentável, ao invés de estarmos constantemente ansiosos e a desgastarmo-nos em função do nosso trabalho e de ideias perfeccionistas. Mas mesmo isso foi explicado de forma vaga e pouco concreta, sem um desenvolvimento mais profundo e substancial.
"Ansiedade: Como Superar o Mal do Século", de Augusto Cury, oferece uma análise incisiva e prática dos impactos da ansiedade na vida contemporânea. Dividido em capítulos fáceis de acompanhar, o livro utiliza uma abordagem didática para explicar os mecanismos por trás da ansiedade, suas causas e, principalmente, métodos para combatê-la. Cury sustenta sua narrativa com exemplos práticos e técnicas comprovadas, tornando o conteúdo acessível a leitores de diversas idades e origens.
Um dos pontos altos da obra é a ênfase na importância da gestão do pensamento e da blindagem emocional. Cury introduz conceitos como DPO (Desenvolvimento do Potencial Otimizado) e RAM (Registro Automático da Memória), que são ferramentas essenciais para identificar e desarmar as "armadilhas da mente" que perpetuam a ansiedade. Através de uma linguagem clara e envolvente, ele ensina o leitor a cultivar hábitos saudáveis que contribuem para uma mente mais tranquila e equilibrada.
Mais do que um guia teórico, o livro transforma-se num verdadeiro manual de autoconhecimento e bem-estar. As reflexões propostas por Cury desafiam o leitor a reavaliar padrões de pensamento e comportamentos que acabam por nos consumir na rotina diária. O objetivo é proporcionar não só um alívio momentâneo, mas mudanças permanentes que conduzam a uma vida mais serena e realizada. À medida que nos leva a repensar nossa forma de lidar com o estresse e a rotina, "Ansiedade: Como Superar o Mal do Século" promete ser uma leitura transformadora para todos aqueles que buscam uma melhora na qualidade de vida.
Ansiedad “Nunca hubo, en las sociedades libres y democráticas, tantos esclavos en el único lugar donde es inadmisible ser un prisionero: en nuestra propia mente” … Un libro que toda la humanidad debería leer. Datos duros para tomar en cuenta de manera personal y colectiva, qué estamos haciendo con la raza humana??? “Por desgracia, estamos muriendo más temprano emocionalmente, aunque vivamos más tiempo biológicamente” … Augusto Cury desarrolla el concepto del SPA (Síndrome del Pensamiento Acelerado) y lo traduce así: “Quien tiene una mente agitada, quien es una máquina de informarse y de pensar, sobrepasa los límites saludables de movimiento psíquico y desarrollará SAP” … Y tú, que tan acelerado vives??? Esto es algo que aplica a cualquier edad, eres de los papás que quieren que sus hijos lean antes de caminar???, quieres que tus hijos aprendan y sean buenos en todos los deportes???, trabajas sin parar incluso en fin de semana???, te desconectas del teléfono en algún momento del día??? “En este mundo competitivo y consumista, o aprendemos a ser seres humanos o seremos máquinas de trabajar” porque: “Quien no es fiel a su calidad de vida tiene una deuda impagable consigo mismo” ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️ 4/31
Mis expectativas eran muy altas, siendo este un libro escrito por un psiquiatra esperaba algo más, mucho más. Y es obvio que no podía ser un libro científico porque el objetivo es que sea accesible para personas que no estén empapadas de este tema. Pero cómo alguien con diagnóstico de Trastorno de Ansiedad este libro fue terrible, lo único que rescataría es aquello de las ventanas killer.
-Algo que me llama la atención es que el Síndrome de Pensamiento Acelerado (SPA) no aparece en más lugares, es algo que me parece ¿inventado? No hay como corroborar esta información.
- Otro aspecto, es el uso excesivo de abreviaciones que no son oficiales, SPA, DCD, entre otras, tenía que devolverme constantemente para recordar qué significaba.
- No entendí mucho la relación del SPA, que más bien fue rebuscada, con la parte religiosa.
Para terminar, dejaré una frase que me “encantó.”
“Mis libros son utilizados en institutos para genios (superdotados) para ayudarlos a desarrollar habilidades que les faltan y volverse productivos…” (Pág. 146).
En fin, no lo recomiendo para nada. Demasiada autoayuda y pseudociencia.
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