À beira de se embebedar até uma morte precoce, um jovem zelador e fracassado fotógrafo descobre que o homem responsável por assassinar a garota que amava está prestes a ser transferido ao hospital psiquiátrico onde ele trabalha; mas, quando ambos se encontram, o assassino revela algo que lança o rapaz de volta à noite do crime, três anos antes, e mostra que o verdadeiro culpado, talvez, nunca estivera longe.*Miguel Bianchi bebe o bastante para afogar as memórias da mulher que amava, Júlia Becker, cruelmente assassinada há mais de três anos. No entanto, por mais que Miguel tente fugir do passado, o assassino é transferido para o hospital psiquiátrico onde ele trabalha e revela algo que, mesmo tentando evitar, o força a revirar o midiático caso do Apartamento 706.
A curiosidade torna-se obsessão, e Miguel precisa correr contra o tempo quando descobre que o verdadeiro culpado pode estar mais perto do que pensa, colocando em perigo a própria vida e a dos que confiam nele.
Enclausurado por lembranças incertas daquela fatídica noite, Miguel se vê conflitado, descendendo, cada vez mais, nesse abismo de álcool, cigarros, drogas e compulsões. E ao explorar a mente desse rapaz obstinado, Seis Doses de Culpa demonstra o limite que alguém, entre shots de tequila, remédios e amores, pode chegar na busca pela verdade.
Medos, vícios, sangue e culpa, cada capítulo desafia o anterior e questiona a essência da obstinação, do ciúme, da neurose, até, enfim, nos apresentar duas aterradoras quão longe iríamos por quem amamos?
E o quanto somos capazes de viver com as consequências?
Seis doses de culpa, um livro incrível e cativante, que se ao final fosse escrito de outra forma seria melhor. Apesar do Miguel ser um personagem que mts vezes incomoda, por tamanha gadisse e por colocar relacionamento na frente de amizade, ele é bem escrito, se consider principalmente, que junto a leitor, a visão de Miguel muda sobre ele mesmo, qnd a gente não acredita nas faculdades mentais dele, ele mesmo não acredita. Apesar da perseverança burra e cega que ele tem para ir atrás do assassino de Julia, personagem que não merecia esse amor todo, ela foi o principal ponto de gadisse do Miguel. Ninguém no livro é perfeito, todos com seus defeitos cometem erros imperdoáveis, mostrando assim a dualidade do ser humano (principalmente o lado ruim de alguns).
Confesso que estou muito frustrada pois eu não tenho certeza da minha interpretação e isso tem me corroído a dias e eu realmente não tenho certeza se é isso mesmo que eu li... A personagem Julia é MUITO cativante, durante o livro me senti hipnotizada por ela assim como Miguel estava e por a todo momento eu torcia que ela realmente não tivesse morrido e que tudo isso fosse um surto de Miguel. O protagonista é um querido, torcia pela a verdade e que ele não tivesse surtando mas eu fiquei numa dúvida grande e alguns questionamentos que talvez futuramente eu leia uma outra vez para que talvez eu entenda melhor. Miguel surtou mesmo? São seis doses de culpa pelas 6 vítimas? Eu sinceramente sigo frustrada pois eu engoli esse livro TAO RAPIDO pois eu AMO os trabalhos deste autor, mas talvez eu não estava preparada para ele.
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